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volta dos cablocos
Retorno dos carros emblemáticos à Lapinha nesta quarta-feira marca fim das celebrações do 2 de julho
A tradicional volta da Cabloco e da Cabocla nos carros emblemáticos marcam o fim das comemorações pelo 2 de julho em Salvador. Na ocasião, as carruagens e imagens do Caboclo e da Cabocla, que ficaram três dias expostas no Largo do Campo Grande, para devoção e contemplação popular, voltam em cortejo até o Pavilhão 2 de Julho, na Lapinha, fazendo o percurso inverso do dia 2.
Com o ritmo mais acelerado, o desfile, que começa às 18h, será conduzido pela Orquestra do Maestro Reginaldo de Xangô, que participa da Procissão há mais de 25 anos, além da participação de fanfarras, grupos culturais e representantes de terreiros de candomblé. Às 19h, na Lapinha, o Grupo Ofá vai realizar um show com convidados das Nações Congo Angola.
A participação popular na Volta da Cabocla tem crescido ano após ano, também contando com presença devota de integrantes de religiões de matriz africana. Após o retorno ao Pavilhão, os caboclos, principais símbolos da Independência, são restaurados e ficam no local até o próximo 2 de Julho.
“Se o desfile cívico já foi muito bonito e marcado pela participação popular, confesso que estou ainda mais ansioso pela volta da cabocla e do caboclo. Com toda a parte cultural e ancestral, tenho certeza que o momento será muito especial dentro desses festejos da Independência”, destaca o secretário de Cultura e Turismo (Secult), Pedro Tourinho.
Com a implantação do Memorial 2 de Julho, a ser entregue ainda este mês pela Diretoria de Cultura da Secult, os caboclos farão parte da expografia do espaço cultural, que contará a história da participação popular na festa da Independência e poderá ser visitada pelo público.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.