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A seleção brasileira feminina de vôlei encerra neste domingo (7) sua participação na primeira semana da Liga das Nações (VNL) 2026. A adversária será a atual campeã olímpica e líder do ranking mudial, a Itália. O jogo ocorre às 14h30, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
O confronto marca o quarto compromisso do Brasil na etapa disputada na capital federal. Até aqui, a equipe comandada por Zé Roberto mantém campanha perfeita, com três vitórias em três partidas.
A mais recente delas aconteceu neste sábado (6), quando as brasileiras venceram a Bulgária por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13. Antes dessa, a seleção já havia derrotado a Holanda e a República Dominicana, ambas por 3 sets a 1.
Vice-campeão da competição em três oportunidades (2021, 2022 e 2025), o Brasil segue em busca de um título inédito. Na última edição, a equipe brasileira foi derrotada justamente pela Itália na decisão.
VNL 2026
A Liga das Nações reúne 18 seleções, que disputam 12 partidas na fase classificatória, distribuídas em três etapas realizadas em diferentes países. Após os jogos em Brasília, a seleção brasileira ainda terá compromissos em Ancara, na Turquia, e Osaka, no Japão. As oito melhores campanhas avançam para a fase final, que será disputada em Macau, região administrativa da China.
A Seleção Brasileira feminina de vôlei conquistou nesta quarta-feira (4) sua segunda vitória consecutiva na etapa de Brasília da Liga das Nações (VNL). Após perder o primeiro set, a equipe comandada por José Roberto Guimarães reagiu e derrotou a República Dominicana por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/18, 25/11 e 25/15.
O Brasil encontrou dificuldades no início da partida diante de uma equipe dominicana mais ajustada. As adversárias abriram vantagem ao explorar falhas defensivas da seleção e chegaram a liderar por 18 a 13. A reação brasileira veio na reta final da parcial, impulsionada por Kisy, Julia Bergmann e Diana. A equipe chegou ao empate em 21 a 21, mas um erro no fim do set permitiu que a República Dominicana fechasse em 25 a 23.
No segundo set, o equilíbrio marcou os primeiros pontos. Apesar de alguns erros no saque, o Brasil conseguiu assumir o controle da partida a partir da metade da parcial. Com destaque para os bloqueios de Julia Kudiess e a eficiência nos contra-ataques, a seleção abriu larga vantagem e confirmou a vitória por 25 a 18, igualando o confronto.
A partir do terceiro set, as brasileiras dominaram completamente a partida. Com forte atuação no sistema defensivo, pressão no saque e eficiência ofensiva de Julia Kudiess, Taianara e Diana, o Brasil abriu 6 a 0 logo no início. A equipe manteve o ritmo, aproveitou os erros das adversárias e não deu chances de reação, fechando a parcial com ampla vantagem: 25 a 11.
No quarto set, Diana foi decisiva nos primeiros pontos com uma sequência de bloqueios que colocou o Brasil em vantagem. A República Dominicana ainda conseguiu equilibrar as ações e chegou a virar momentaneamente o placar, mas a seleção retomou o controle do jogo. Julia Bergmann ganhou protagonismo no ataque, enquanto Diana voltou a aparecer nos momentos decisivos. Com tranquilidade, o Brasil administrou a vantagem e encerrou a partida em 25 a 15, garantindo mais um triunfo diante da torcida em Brasília.
Com o resultado, a equipe brasileira segue invicta na etapa da capital federal e mantém o bom início de campanha na Liga das Nações Feminina.
A Seleção Brasileira feminina de vôlei começou com vitória sua participação na Liga das Nações (VNL). Nesta quarta-feira (4), no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, a equipe comandada por José Roberto Guimarães derrotou a Holanda por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 25/15, 24/26 e 25/23.
Após dominar os dois primeiros sets com tranquilidade, o Brasil enfrentou maior resistência das holandesas na terceira parcial, marcada por uma interrupção de 13 minutos causada por uma queda de energia que deixou o ginásio às escuras. Na retomada, a Holanda aproveitou o momento e descontou ao vencer o set por 26 a 24.
Mesmo com a reação das adversárias, a Seleção Brasileira retomou o controle da partida no quarto set e confirmou o triunfo diante da torcida. O próximo compromisso do Brasil será nesta quinta-feira (5), às 20h, contra a República Dominicana, novamente em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson.
DOMÍNIO BRASILEIRO NO INÍCIO
O Brasil assumiu o comando das ações ainda no primeiro set. Com eficiência nos bloqueios e nos ataques, abriu vantagem na reta final e fechou a parcial em 25 a 17. O último ponto foi anotado por Ana Cristina. No segundo set, as brasileiras mantiveram o ritmo. A equipe abriu vantagem logo nos primeiros pontos e controlou o placar sem dificuldades. Com destaque para as atuações de Júlia Kudiess, Júlia Bergmann e Tainara, o Brasil fechou a parcial em 25 a 15.
QUEDA DE ENERGIA
O terceiro set teve um episódio incomum. Com a disputa equilibrada, uma queda de energia interrompeu a partida por 13 minutos e deixou o Ginásio Nilson Nelson sem iluminação. Após a retomada, a Holanda cresceu na partida e aproveitou o momento para pressionar. O Brasil ainda chegou a salvar um set point após pedido de desafio da comissão técnica, mas as europeias mantiveram a consistência e venceram a parcial por 26 a 24, reduzindo a diferença no confronto.
Embalada pela vitória no terceiro set, a Holanda iniciou a quarta parcial em ritmo forte e chegou a abrir vantagem. O Brasil encontrou dificuldades no início, mas reagiu na metade do set.
A virada veio após um ace de Júlia Kudiess, que colocou a seleção à frente no placar. A partir daí, as brasileiras sustentaram a vantagem até o fim. No ponto decisivo, Roberta fechou a partida com um bloqueio, garantindo a vitória por 25 a 23 e o resultado final de 3 sets a 1.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei estreia na Liga das Nações (VNL) de 2026 nesta quarta-feira (3), diante dos Países Baixos. Até o dia 26 de julho, as principais potências do mundo, incluindo o Brasil, estarão em quadra em busca do título do torneio.
Além dos Países Baixos, as brasileiras enfrentarão a República Dominicana, a Bulgária e a atual bicampeã, Itália, nesta primeira semana. Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil receberá jogos da fase classificatória. Nesta edição, a cidade-sede em solo nacional será Brasília, com as partidas disputadas na Arena Nilson Nelson.
ESTREIA DO BRASIL NA VNL
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Arena Nilson Nelson, Brasília
Onde assistir: SporTV 2, ge.globo e VBTV
COMO FUNCIONA A COMPETIÇÃO
A Liga das Nações é disputada por 18 seleções. O formato segue o mesmo das edições passadas, dividido em duas fases. Na primeira etapa, cada equipe faz 12 partidas ao longo de três semanas, sob o sistema de pontos corridos.
A cada semana, os jogos acontecem em três sedes diferentes, abrigando seis equipes em cada uma. Ao final da fase classificatória, os oito melhores times avançam para o mata-mata decisivo em sistema eliminatório de jogo único. O país-sede da fase final (neste ano, a República Popular da China) já tem vaga garantida nas quartas de final.
Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil sediará a Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026. A competição chega à 8ª edição este ano e reúne 18 equipes em cada gênero. Marcada para os meses de junho a agosto, a disputa começa pela categoria feminina, de 3 de junho a 26 de julho, e termina com a masculina, de 10 de junho a 2 de agosto.
A primeira fase da VNL consiste em três semanas para cada modalidade. Ao todo, cada seleção disputa 12 jogos em grupos rotativos, em três diferentes cidades-sede. As oito melhores equipes avançam à fase final eliminatória, que começa com as quartas de final.
A seleção brasileira feminina busca o título inédito, após conquistar quatro vice-campeonatos (2019, 2021, 2022 e 2025), enquanto a masculina busca repetir o feito de 2021, quando conquistou o título pela última vez.
CONFIRA A AGENDA DO BRASIL NA VNL 2026
Feminina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 3 de junho - Brasil x Países Baixos - 20:00 - Brasília
- 4 de junho - Brasil x República Dominicana - 20:00 - Brasília
- 6 de junho - Brasil x Bulgária - 11:00 - Brasília
- 7 de junho - Brasil x Itália - 14:30 - Brasília
- 17 de junho - Brasil x França - 10:00 - Ancara, Turquia
- 18 de junho - Brasil x Bélgica - 10:00 - Ancara, Turquia
- 20 de junho - Brasil x República Popular da China - 10:00 - Ancara, Turquia
- 21 de junho - Brasil x Alemanha - 10:00 - Ancara, Turquia
- 8 de julho - Brasil x Japão - 7:20 - Kansai, Japão
- 10 de julho - Brasil x Polônia - 7:20 - Kansai, Japão
- 11 de julho - Brasil x Tailândia - 3:30 - Kansai, Japão
- 12 de julho - Brasil x Estados Unidos - 00:00 - Kansai, Japão
Fase final: de 22 a 26 de julho, Macau, República Popular da China.
Masculina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 10 de junho - Brasil x República Islâmica do Irã - 20:00 - Brasília
- 11 de junho - Brasil x Bélgica - 20:00 - Brasília
- 13 de junho - Brasil x Sérvia - 11:00 - Brasília
- 14 de junho - Brasil x Argentina - 18:00 - Brasília
- 24 de junho - Brasil x Ucrânia - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 26 de junho - Brasil x Itália - 15:00 - Ljubljana, Eslovênia
- 27 de junho - Brasil x Eslovênia - 15:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 28 de junho - Brasil x Canadá - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 15 de julho - Brasil x França - 18:00 - Chicago, Estados Unidos
- 16 de julho - Brasil x Estados Unidos - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 17 de julho - Brasil x Polônia - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 19 de julho - Brasil x República Popular da China - 14:00 - Chicago, Estados Unidos
Fase final: de 29 de julho a 2 de agosto, Ningbo, República Popular da China.
A Seleção Brasileirão masculina de vôlei avançou para a semifinal da Liga das Nações após três anos longe da fase do torneio. Nesta quarta-feira (30), apesar do duelo duro contra o China, a equipe Canarinha reagiu e bateu os chineses por 3 sets a 1.
O destaque da vitória foi Alan, maior pontuador da partida de forma isolada, com 24 pontos. O segundo suporte do resultado positivo foi Bergmann, com 10 pontos.
Na próxima fase, o elenco de Bernardinho vai enfrentar o vencedor do duelo entre Japão e Polônia, que acontecerá na próxima quinta-feira (31), às 8h. A semifinal será disputada no sábado (2), no mesmo horário.
Os brasileiros estão em busca do segundo título da Liga das Nações. A última conquista aconteceu em 2021, contra a Polônia. Na ocasião, a Seleção venceu por 3 sets a 1 e ficou com a medalha dourada.
A Seleção Brasileira feminina de vôlei enfrenta o Japão neste sábado (26), às 15h, em busca de uma vaga na final da Liga das Nações. A partida será transmitida ao vivo pelo Sportv2.
O Brasil chega embalado após a vitória por 3 sets a 0 sobre a Alemanha nas quartas de final, com parciais de 25/19, 26/24 e 25/14. No segundo set, mais equilibrado, destaque para os bloqueios da central Diana e as defesas da líbero Marcelle. As maiores pontuadoras da equipe foram Rosamaria, com 13 pontos, e Gabi, com 12.
As duas seleções já se enfrentaram na terceira semana da competição, quando o time brasileiro venceu por 3 a 0. Na fase classificatória, a equipe comandada por José Roberto Guimarães somou 11 vitórias e apenas uma derrota.
A outra semifinal será disputada às 11h, entre Itália e Polônia, e definirá o segundo finalista da competição.
A seleção brasileira masculina de vôlei derrotou a Turquia neste sábado (19) e garantiu, com uma rodada de antecedência, a primeira colocação da fase classificatória da Liga das Nações (VNL) 2025. Com o resultado, o time comandado por Bernardinho terá pela frente a anfitriã China nas quartas de final, em duelo marcado para o dia 30 de julho, às 8h (horário de Brasília), em Ningbo.
O confronto deste sábado marcou também a estreia do campeão olímpico Lucarelli na atual edição da VNL. O Brasil ainda encerra sua participação na fase inicial diante da Alemanha, neste domingo (20), às 2h30, em Chiba, no Japão.
Com dez vitórias em 11 partidas, a seleção chegou aos 29 pontos e não pode mais ser alcançada pela vice-líder Itália, que soma oito triunfos em dez jogos. Mesmo que vença seus dois compromissos restantes, contra Eslovênia e Holanda, a equipe europeia só alcançaria 28 pontos.
Na fase final da competição, o Brasil reencontrará a China, adversária que derrotou por 3 sets a 0 na etapa disputada em Chicago, nos Estados Unidos. Naquela partida, o Brasil levou a melhor com parciais de 25/22, 25/16 e 25/23, em atuação dominante. Alan foi o maior pontuador, com 17 acertos, seguido por Honorato, com 14. A seleção verde-amarela superou os chineses nos principais fundamentos: ataque (48 a 39), bloqueio (8 a 3) e saque (6 a 2).
A fase decisiva da VNL acontece entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, na cidade chinesa de Ningbo. O Brasil busca seu segundo título da história na competição — o primeiro foi conquistado em 2021, na Itália, antes dos Jogos de Tóquio.
A Seleção Brasileira masculina de vôlei volta à quadra neste sábado (28), às 18h (horário de Brasília), para encarar a Itália, em confronto decisivo pela Liga das Nações (VNL). Embalado por uma vitória por 3 sets a 0 sobre a China, o time comandado por Bernardinho lidera a competição e enfrenta os vice-líderes italianos em mais um capítulo de uma das maiores rivalidades do vôlei internacional. A partida terá transmissão exclusiva do Sportv2 (TV fechada).
Apesar da boa fase, o retrospecto recente favorece os adversários. Nos últimos cinco encontros, o Brasil venceu apenas dois. Pela Liga das Nações, a Seleção Verde e Amarela superou os italianos nas edições de 2019 e 2021, ano em que conquistou o título. Já a Itália venceu os confrontos de 2018, 2023 e 2024, todos definidos em quatro sets ou no tie-break.
Atualmente, os italianos ocupam a terceira posição no ranking mundial da FIVB, enquanto o Brasil aparece em sexto. Na edição de 2025 da VNL, no entanto, o desempenho brasileiro tem se destacado: são 17 sets vencidos e apenas cinco perdidos. A Itália, por sua vez, venceu 16 sets e perdeu nove.
Após o duelo com os italianos, a seleção brasileira fecha a etapa no domingo (29), também às 18h, contra a Polônia. Campeão da Liga das Nações em 2021, o Brasil busca seu segundo título na competição.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou na última terça-feira (6) a relação composta por 30 jogadoras inscritas para a Liga das Nações Feminina (VNL) 2025. Vale lembrar que embora todas estejam aptas para atuar, parte das atletas não devem ser convocadas para os treinos e partidas.
O técnico José Roberto Guimarães já chamou parte do grupo que iniciará a preparação: Jheovana, Kisy e Tainara (opostas); Macris e Roberta (levantadoras); Ana Cristina, Helena e Julia Bergmann (ponteiras); Diana, Julia Kudiess, Lorena e Luzia (centrais); além das líberos Kika e Laís. A expectativa é que outras atletas se juntem à seleção nos próximos dias, conforme encerram compromissos com seus clubes.
Carolina (Carol), vice-campeã da Champions League pelo Scandicci (ITA), e Natinha, destaque do Praia Clube, campeão sul-americano e terceiro colocado na Superliga, ficaram fora da relação. Outras ausências notáveis incluem Thaisa (aposentada da seleção), Nyeme (recentemente tornou-se mãe) e Lorenne (com pouco tempo de jogo após lesão no Sesi Bauru).
Entre os destaques da lista estão as ausências da central Carol e da líbero Natinha, ambas medalhistas de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.
A VNL feminina será disputada entre 4 de junho e 27 de julho. Na primeira semana, o Brasil jogará no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, enfrentando República Tcheca, Estados Unidos, Alemanha e Itália.
Confira a lista completa de inscritas da Seleção Brasileira na VNL 2025:
Levantadoras: Giovana, Kenya, Lyara, Macris, Marina Sioto, Roberta, Vivian Lima
Ponteiras: Aline Segato, Ana Cristina, Gabi, Helena, Julia Bergmann, Karol Tormena
Opostas: Ariane, Jheovana, Kisy, Rosamaria, Sabrina, Tainara
Centrais: Diana, Julia Kudiess, Lanna, Lorena, Luzia, Mayhara, Valquíria
Líberos: Kika, Laís, Marcelle, Paulina
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.