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viviana de carvalho souza
Uma mulher identificada como Viviana de Carvalho Souza, de 39 anos, natural de Miguel Calmon, foi encontrada morta em sua residência em Luis Eduardo Magalhães na madrugada desta segunda-feira (06). O ex-companheiro de Viviana é o principal suspeito de assassinar a esposa, afinal o mesmo já havia sido preso por agredir Viviana. O homem foi preso.
O crime ocorreu em um conjunto de kitnets na rua América Dourada, bairro Santa Cruz. Vizinhos relataram ter ouvido gritos durante a noite que antecedeu o crime, implicando uma briga entre o casal. Ao encontrarem o corpo da mulher, acionaram a Polícia Militar. A informação foi apurada pelo Blog do Braga, parceiro do Bahia Notícias.
A perícia indicou que Viviana foi vítima de espancamento, com lesões graves. Esse não era o primeiro episódio de violência contra a mulher. Em novembro do ano passado, o suspeito já havia sido preso pela Guarda Civil Municipal após agredir a vítima, causando-lhe diversas lesões, inclusive no rosto.
A Polícia Civil investiga o caso e o suspeito foi encaminhado à delegacia para prestar depoimento. O corpo de Viviana foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para realização de necropsia.
Vale lembrar que a Bahia tem sido um palco vergonhoso no combate aos crimes de feminicídio. Somente entre os anos de 2017 e 2023, o estado registrou 673 assassinatos de mulheres, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
Segundo o mesmo levantamento, cerca de 92,6% dos crimes foram cometidos por parceiros íntimos das vítimas (companheiros ou ex-companheiros e namorados), ou seja, a imensa maioria dos casos é registrada por companheiros no âmbito pessoal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.