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vitoria e juazeirense
O presidente da Juazeirense, o deputado estadual Roberto Carlos (PV), criticou duramente a arbitragem após a derrota por 4 a 0 para o Vitória, no Barradão, na última quarta-feira (21), pela quarta rodada do Campeonato Baiano. Em entrevista ao Bahia Notícias, o dirigente afirmou que o clube vai formalizar uma representação junto à Federação Bahiana de Futebol (FBF) contra a atuação do árbitro Marielson Alves Silva.
Segundo Roberto Carlos, os erros de arbitragem teriam impacto direto na campanha do clube na competição. “Quero dizer que eu estou muito triste com tudo que aconteceu no Barradão. Eu disse para o presidente da federação (Ricardo Lima): ‘Nós vamos fazer uma representação contra o árbitro porque não pode ficar impune uma situação dessa’. Porque isso envolve muitas coisas. Envolve fase de classificação, envolve descenso, envolve ranking para as competições nacionais. Envolve muita coisa”, declarou.
O principal ponto de contestação foi a marcação de um pênalti a favor do Vitória, que resultou também na expulsão do jogador Adriano Pardal. Para o presidente da Juazeirense, a decisão foi equivocada. “Primeiro porque o árbitro, o senhor Marielson (Alves Silva), de maneira premeditada, porque não vejo outra palavra para dizer, porque todo mundo viu pela televisão que os meus jogadores não fizeram pênalti. Houve um toque no cabeceio e ele (Marielson) marcou um pênalti premeditado. Depois da marcação, os jogadores reagiram porque eles viram que não foi pênalti, então o Adriano Pardal foi expulsou”.
Roberto Carlos também ressaltou a dificuldade de enfrentar o Vitória em Salvador, ainda mais em desvantagem numérica. “Imagine você jogar contra o Vitória no Barradão, já é difícil para caramba ganhar, imagina com um jogador a menos. Isso vem prejudicando um trabalho que a gente faz com muita dificuldade. Manter um time em atividade, buscando sempre honrar a Bahia e o nosso município nas competições estaduais e nacionais não é fácil, e ver, da maneira que foi ontem, a gente perder da maneira que nós perdemos, com a proteção do árbitro Marielson, isso dói”, afirmou.
O dirigente também relembrou reclamações feitas após a vitória por 1 a 0 sobre o Jequié, na terceira rodada. De acordo com ele, os lances foram comunicados diretamente ao presidente da FBF. “Relatei ao presidente (Ricardo Lima) que eles anularam um gol nosso e não marcaram um pênalti claro. Bateu na mão do jogador e ainda não expulsou um jogador do Jequié no lance em que o nosso jogador ia na direção do gol, o último homem, e ele não expulsou”, comentou.
Ainda segundo Roberto Carlos, a federação informou que adotou providências, embora nenhuma decisão tenha sido oficialmente divulgada. “A FBF, através de seu Jailson (Macedo Freitas) disse que tomou as medidas cabíveis, mas ainda não foi publicado. Eu cobrei deles e eles me responderam. Tanto o presidente da federação, a qual eu acredito muito, é um cara bem intencionado, disse que também tomou as providências nesse jogo”.
O presidente da Juazeirense defendeu a utilização do árbitro de vídeo em todo o Campeonato Baiano. Até o momento, está confirmado que a tecnologia do vídeo auxiliar será utilizada em duas situações no Baianão 2026: no clássico Ba-Vi e nas partidas da fase final (semifinais e finais).
“Se tivesse o VAR ali, com certeza o jogo teria um rumo diferente. Primeiro que não tinha dado o pênalti. Não tinha dado o pênalti e nem tinha expulsado os jogadores, tava de igual para igual. A gente tava até perdendo o jogo, mas a gente poderia ter empatado”.
Com quatro pontos, a Juazeirense ocupa a quinta colocação do Baianão. Na próxima rodada, o Cancão de Fogo recebe o Jacuipense no Estádio Adauto Moraes, na quarta-feira (28), às 21h30.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.