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vitor rocha
O filme “Aprender a Sonhar”, do cineasta baiano Vítor Rocha, estreia nesta quinta-feira (2) em cinemas de todo o país. A obra acompanha a trajetória de jovens de diferentes comunidades e territórios periféricos em busca do ensino superior. Em Salvador, já pode ser conferida em três salas de exibição.
No Circuito Sala de Arte – Cinema da UFBA, as sessões acontecem às 18h30 (quinta-feira) e às 18h35 (de sexta a terça-feira). Já na Sala de Arte – Cinema do Museu, o longa é exibido às 16h, às quartas-feiras. No Cine Glauber Rocha, a sessão está marcada para quinta-feira, às 18h30.
A produção convida o público a refletir sobre o racismo e as desigualdades sociais no Brasil contemporâneo. Entre os personagens retratados estão a médica quilombola Mariana Barbosa, formada pela Universidade Federal da Bahia (Ufba); Nadjane Cristina, que antes da universidade viveu em uma ocupação popular; e Ana Paula Rosário, que passou por medidas socioeducativas antes de ingressar no curso de Sociologia. O longa também apresenta as histórias de Taquari e Tamiwere Pataxó, ambas formadas em Direito, que conciliam a tradição de seu povo com a vida acadêmica.
Segundo o diretor, o objetivo é transformar o filme em um manifesto afro-indígena, dando voz e visibilidade às dificuldades ainda enfrentadas por grupos historicamente marginalizados.
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.