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vitor lobo
O empresário Vitor Lobo foi liberado da delegacia no final da tarde desta sexta-feira (28) após ficar preso por 18 dias. Ele foi acusado de participar de uma organização criminosa envolvida com o comércio ilegal de maconha líquida, sendo contido em seu apartamento, no Corredor da Vitória.
De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a liberação ocorreu após entendimento da delegacia de polícia de que já foram recolhidas todas as “informações necessárias”.
Preso no dia 10 de março, a defesa de Lobo chegou a entrar com um pedido de liberdade provisória, mas a solicitação foi negada pela Justiça. Assim, foi mantida a decisão de prisão temporária pelo período de 30 dias.
O empresário é representado pelo escritório Fernando Santana Advogados
A Justiça decidiu, nesta terça-feira (11), manter a prisão temporária de 30 dias de Vitor Lobo, em audiência de custódia. Ele é suspeito de liderar um grupo de venda clandestina de "maconha líquida", após desvio do uso de Cannabis com fins terapêuticos para cigarros eletrônicos. Informações são do PS Notícias.
A prisão do suspeito ocorreu na última segunda-feira (10), em uma operação do Departamento de Narcóticos (Denarc), que tinha como objetivo de desmanchar uma organização criminosa. Além de Lobo, outro investigado foi preso em São Paulo e 24 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.
PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA
A reportagem do Bahia Notícias apurou que a defesa do suspeito ingressou com um pedido de liberdade provisória, que foi distribuído para análise. O caso ainda será encaminhado para apreciação do magistrado responsável.
O acusado é ex-presidente da Associação de Apoio ao Tratamento com Canabinoides (AATAMED), a primeira instituição no Brasil dedicada ao tratamento e pesquisa científica com canabinoides.
Acusado de participar de uma organização criminosa envolvida com o comércio ilegal de Cannabis medicinal, o empresário Vitor Lobo entrou com um pedido de liberdade provisória após ser preso em cumprimento a um mandado de prisão em aberto nesta segunda-feira (10), no bairro do Corredor da Vitória, em Salvador. Segundo as investigações, ele desviaria o uso da Cannabis para utilização em cigarros eletrônicos, tipo vape, no formato de “maconha líquida”.
A reportagem do Bahia Notícias apurou que a defesa do suspeito ingressou com um pedido de liberdade provisória, que foi distribuído para análise. O caso ainda será encaminhado para apreciação do magistrado responsável.
A audiência de custódia ocorrerá na vara que expediu o mandado de prisão, conforme prevê a legislação vigente.
Durante a sessão, será avaliada a legalidade da prisão e as condições do detido, podendo o juiz decidir pela manutenção da prisão ou pela concessão da liberdade provisória.
INVESTIGAÇÃO
Os agentes de segurança realizaram 27 mandados de busca e apreensão em diversos bairros de Salvador. A operação também teve desdobramentos também em São Paulo, onde outro suspeito foi preso, de acordo com nota emitida pela Polícia Civil da Bahia.
A investigação aponta que a substância, destinada a tratamentos medicinais, estaria sendo comercializada para uso recreativo em cigarros eletrônicos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.