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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

virtual

Ciclo de Conferências ALB promove debate online sobre produção literária do Recôncavo
Foto: Divulgação

A produção literário do Recôncavo baiano é tema do Ciclo de Conferências ALB realizado na próxima segunda-feira (13), a partir das 19h, no canal da Academia de Letras da Bahia (ALB) no YouTube.

 

Para o encontro virtual, a acadêmica Edilene Matos recebe os palestrantes Dr. Rubens da Cunha e a Drª. Viviane Freitas, docentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb). Os convidados apresentarão os resultados do projeto de pesquisa “Estudos Críticos sobre a literatura contemporânea do Recôncavo Baiano''.

 

Os estudos, que estão sendo realizados em 2021, são a etapa seguinte do projeto de pesquisa “Mapeamento e estudos críticos das literaturas do Recôncavo Sul”, iniciado em 2016 e finalizado em 2020, reunindo cerca de 30 nomes de autores e autoras da região, muitos já com livros publicados.  

 

Durante o bate-papo virtual, os professores apresentarão um panorama do mapeamento, destacando algumas características percebidas nessas literaturas, e farão a leitura de poemas e trechos de textos de alguns dos autores e autoras pesquisados.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
Ciclo de Conferências ALB - Literatura do Recôncavo: Estudos Críticos sobre a literatura contemporânea do Recôncavo Baiano
QUANDO: Segunda-feira, 13 de setembro, das 19h às 21h
ONDE: youtube.academiadeletrasdabahia.org.br
VALOR: Grátis

Cineclube Osba faz debate online sobre filme 'O Lagosta' e a música de concerto
Foto: Divulgação

A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realiza mais uma edição virtual do Cine Osba na próxima quarta-feira (15), com debate sobre o filme “O Lagosta”, do diretor grego Yorgos Lanthimos. 

 

O encontro virtual terá transmissão ao vivo a partir das 19h, no Youtube, com a participação de Paulo Zorzetto, timpanista-solista e chefe do naipe de percussão da Osba, e Wanderley Teixeira, pesquisador na área de cinema do Laboratório de Análise Fílmica (LAF) da Faculdade de Comunicação da Ufba.

 

O filme debatido neste mês é uma coprodução entre Irlanda, Reino Unido, Grécia, França e Holanda e conta uma história distópica que se passa em um futuro próximo, quando há no planeta uma lei que proíbe que as pessoas fiquem solteiras. 

 

Qualquer homem ou mulher que não estiver em um relacionamento é preso e enviado ao “Hotel”, onde terá 45 dias para encontrar um parceiro. Caso não formem um par, são transformados em um animal de sua preferência e soltos no meio da floresta. Neste contexto, o personagem David se apaixona em plena floresta, algo que também é proibido. 

 

Na trilha musical do filme predomina a música de concerto de compositores como Beethoven, Stravinsky e Shostakovich, especialmente composições para quartetos de cordas, o que será tema do bate-papo da Live Debate, que discute a relação entre a música e a arte cinematográfica. 

 


SERVIÇO
O QUÊ:
Cineclube OSBA - Live debate sobre o filme “O Lagosta”
QUANDO: Quarta-feira, 15 de setembro, às 19h
ONDE: www.youtube.com/OSBAOrquestraSinfonicadaBahia
VALOR: Grátis

Obras de Eliana Kertész são expostas em versão virtual da mostra 'Fartura e Abundância'
Mostra pode ser acessada em imersão de 360° | Foto: Reprodução

Com obras da artista plástica Eliana Kertész, a exposição “Fartura e Abundância” ganhou uma versão virtual que pode ser acessada através da experiência de imersão em 360°. Aberta nesta quinta-feira (2), a mostra fica em cartaz na internet (http://elianakertesz.com.br/ek360/) por tempo indeterminado. 

 

A exposição tem como destaque a marca registrada da artista, as  “gordinhas”, cujas esculturas podem ser conferidas em várias formas e tamanhos. A mostra conta ainda com vídeos e depoimentos de pessoas que conviveram com Eliana, que faleceu em 2017.  

 

As obras agora disponíveis em plataforma digital estavam expostas no Palacete das Artes, no bairro da Graça, em Salvador, desde dezembro de 2019. A exposição presencial, entretanto, teve que ser interrompida em razão das medidas restritivas implementadas para conter a Covid-19. 

 

“A exposição foi interrompida antes do previsto pela pandemia, encontramos esse formato de eternizar e manter a mostra aberta virtualmente”, explica Chico Kertész, filho da artista, sobre a decisão de criar o formato virtual da exposição. 

 

Curador da mostra, Gringo Cardia ressaltou que o trabalho da baiana reforça um discurso de liberdade. “O parâmetro principal da vida dela era a liberdade. Vivemos no momento que temos que ter liberdade e ela era uma pessoa sem culpa, dizia que não era certinha, que não era boba, que adorava o imperfeito. Quando você quer a perfeição, você vira um robô. É uma exposição sobre o amor, sobre a vida”, afirmou em entrevista à Rádio Metropole, à época do lançamento da exposição presencial. 

'NAU': Musical afro-diaspórico-tupiniquim faz estreia online nesta quinta 
Foto: Divulgação

O musical afro-diaspórico-tupiniquim “NAU”, dirigido por Daniel Arcades e Thiago Romero, estreia nesta quinta-feira (19) e segue em temporada virtual até novembro, sempre às 19h. O mote do espetáculo é o retorno de personagens historicamente ignorados da construção social do Brasil, que chegam em uma barca, para um acerto de contas.

 

“NAU foi feito para repensar a lógica da narrativa da história a partir de personagens silenciados pelos documentos oficiais. É uma revisão necessária e que encontra brecha no que vivemos hoje, quando tantos grupos têm reivindicado seus espaços. Quando eu e Daniel idealizamos esse projeto não sabíamos que seria tão desafiador, não só pelo tempo que vivemos, mas também pela dificuldade de olharmos o outro lado da história. É a história do Brasil contada a partir da visão do colonizado, não do colonizador”, explica Thiago Romero.

 

Daniel, por sua vez, contou que o projeto começou a ser desenvolvido há quatro anos, mas que em 2018 o argumento da montagem ficou nítido para a dupla de diretores. “Hoje NAU ganha vida própria ao se mostrar uma obra fruto de um tempo e espaço completamente diferenciados dos tradicionais formatos de teatro. NAU é obra cênica virtual musical e é a composição de um sonho trabalhado numa espécie de saga da resistência, visto o caminho gerado devido à pandemia mundial, mas não deixa de ser um sonho. Nossa navegação é uma imersão e um olhar para o país através de corpos que construíram sua história, mas foram negados ao direito de narrá-la”, avalia o diretor.

 

Com realização da Via Press Comunicação, Paula Hazin e Teatro da Queda, a montagem original conta com orientação cênica e supervisão de direção do ator da TV Globo Luiz Carlos Vasconcelos e da coreógrafa Ana Paula Bouzas, além de direção de produção de Paula Hazin. As canções foram compostas por Daniel Arcades e Filipe Mimoso – este último assina também a direção musical de NAU. Os efeitos especiais foram assinados por Vj Dexter e VJ Cayetano. Edeise Gomes assina a coreografia. O projeto foi selecionado pelo edital Fábrica de Musicais – Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura Municipal de Salvador.

 

SERVIÇO
O QUÊ
: Musical “NAU” 
QUANDO: 19 de agosto até novembro, às 19h
ONDE: https://projetonau.art.br/
VALOR: R$10, R$20 e R$30 | Ingressos no formato “pague quanto puder” (www.sympla.com.br/produtor/viapresscomunicacao)

Osba Talks debate influência da obra de Jorge Amado na música sinfônica
Bate-papo terá mediação de Carlos Prazeres | Foto: Divulgação / Gabrielle Guido

Em parceria com a Academia de Letras da Bahia (ALB), a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realiza um bate-papo virtual com o tema “A literatura na música de concerto - Jorge Amado”. A live Osba Talks acontece no dia 10 de agosto, às 19h, com exibição no Instagram da Osba (@orquestrasinfonicadabahia).

 

Mediado por Carlos Prazeres, regente titular e diretor artístico da Osba, o encontro virtual terá participação de Ordep Serra, presidente da ALB, professor da Ufba e pesquisador; e de Edilene Matos, vice-presidente da ALB, professora da Ufba e pesquisadora em literatura brasileira. 

 

A iniciativa discutirá, entre outros assuntos, a peça musical “A Viagem de Gabriela”, de autoria de André Mehmari, inspirada em um dos livros mais conhecidos e adaptados do escritor baiano. A canção foi encomendada ao músico pela Osba, em razão das celebrações do centenário de Jorge Amado, em 2012.  

 

A estreia ocorreu naquele mesmo ano, com Prazeres na regência, a soprano Carla Cottini enquanto solista e Caco Monteiro e Nataly Cabanas como os narradores. Em 2018, a Sinfônica da Bahia voltou a executar esta peça na série Jorge Amado. 

 


SERVIÇO
O QUÊ:
Osba Talks - “A Literatura na Música de Concerto – Jorge Amado”
QUANDO: Terça-feira, 10 de agosto, às 19h
ONDE: Instagram da Osba (@orquestrasinfonicadabahia)
VALOR: Grátis

Cia La Bagaça faz temporada virtual do espetáculo 'Encruzilhada'
Foto: Divulgação

Construído coletivamente pelo grupo formado por jovens entre 18 e 24 anos da Cia La Bagaça, além de artistas convidados, o espetáculo "Encruzilhada" estreia no dia 13 de agosto, às 19h, no Youtube da Casa Preta Espaço de Cultura. A montagem segue em temporada virtual até 18 de agosto, com apresentações às 16h e 19h, seguidas de bate-papos com a equipe.

 

A peça reúne várias influências, desde "Hamlet", de Shakespeare, passando pela música das quebradas e até do universo cinematográfico da Marvel. No palco, três personagens femininas (Lana, Loni e Olah) expressam a conexão entre presente, passado e divino para observar e contar a história do jovem Bruno, que ao festejar seu aniversário de 18 anos com os amigos, descobre trágicos segredos que envolvem sua família.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
Espetáculo "Encruzilhada"
QUANDO: 13, 14 e 15 de agosto, às 16h e 16 a 18 de agosto, às 16h e 19h
ONDE: Youtube da Casa Preta Espaço de Cultura

JAM no MAM faz temporada virtual gratuita a partir deste sábado
Foto: Ligia Rizerio

O público saudoso das tradicionais jam sessions realizadas no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) poderão matar um pouco da saudade, em ambiente virtual, a partir deste sábado (31). A data marca a estreia da temporada online da JAM no MAM, que se estende até dezembro deste ano, com transmissões ao vivo, no Youtube (www.youtube.com/jamnomam).

 

Apesar de não contar com o público presencial, as transmissões dirigidas por Sofia Federico e Kico Povoas prometem manter o clima de imprevisibilidade e improvisação que é a marca da JAM no MAM. Para isso, a cada nova edição músicos convidados participarão das jam sessions junto com a Geleia Solar, banda base da JAM.

 

A estreia vai ao às 18h e, a partir de agosto, o público poderá conferir de casa duas sessões mensais, sempre no segundo e no último sábado de cada mês. O encontro deste sábado contará com a presença do pianista e arranjador Bira Marques; do trompetista Fernando Isaia e do percussionista Tiago Nunes.

 

A Geleia Solar é formada por Alexandre Vieira (baixo), Bruno Aranha (teclado), Fernando Miranda (trompete), Gabi Guedes (percussão), Ivan Huol (bateria), Jordi Amorim (guitarra), Lorena Martins (bateria), Lucas Decliê (sax), Matias Traut (trombone) e Rowney Scott (sax).

 

Para as próximas edições, os músicos interessados em participar poderão passar uma DM para o Instagram da JAM (@jamnomam) ou escrever para o e-mail [email protected]. Uma triagem dos pedidos será feita levando em conta o calendário e a dinâmica de cada sessão. 


JAM no MAM – Temporada 2021
Youtube da JAM no MAM: www.youtube.com/jamnomam  
31 de julho, às 18h
14 e 28 de agosto, às 18h
11 e 25 de setembro, às 18h
09 e 30 de outubro, às 18h
13 e 27 de novembro, às 18h
11 de dezembro, às 18h

Festival Internacional da Sanfona realiza 7ª edição em formato virtual
Foto: Ivan Cruz / Divulgação

O Festival Internacional da Sanfona realiza sua sétima edição na próxima semana, desta vez em formato virtual, em adequação aos protocolos contra a pandemia da Covid-19. Comandado por Targino Gondim, o evento, que prevê shows, oficinas e a tradicional Jam Sanfona Session, acontece de 17 a 31 de julho. 

 

Além do idealizador, dentre as atrações musicais confirmadas estão Ivan Greg, Adelson Viana, Quinteto Sanfônico do Brasil, Silas França, Daniel Itabaiana, Gennaro, Raniel Pernalonga, Gilberto Monteiro e os artistas internacionais Raulito Barboza (Argentina) e Richard Galianno (França).

 

Este ano, as oficinas serão sobre os temas “Ritmos Brasileiros”, “Tem Sanfona no Choro” e “Improvisação no Forró”. Cada uma terá quatro horas e será realizada pela plataforma Google Meet, com inscrições gratuitas. As atividades formativas serão ministradas na plataforma Google Meet, enquanto as apresentações serão transmitidas no Youtube. Toda programação é gratuita.

 

Para obter mais informações, o público pode acessar o Instagram @festivaldasanfona.


SERVIÇO
O QUÊ:
VII Festival Internacional da Sanfona
QUANDO: 17 a 31 de julho
ONDE: Youtube (https://www.youtube.com/c/festivaldasanfona?app=desktop&noapp=1) e Google Meet
VALOR: Gratuito

Em formato virtual, Mostra Sesc de Cinema abre inscrições de sua quarta edição
Foto: Divulgação

Depois de um intervalo em 2020, em função da pandemia, a Mostra Sesc de Cinema faz sua quarta edição este ano em formato virtual em novembro, com premiações que variam entre R$2,5 mil e R$5 mil. 

 

Com inscrições abertas desta terça-feira (1º) até 30 de junho, poderão submeter suas obras cineastas de todo país. Podem ser inscritos longas, médias e curtas metragens finalizados a partir de 1º de janeiro de 2019 que não tenham sido exibidas em circuito comercial.

 

Como a edição deste ano ocorrerá em ambiente digital - da seleção à exibição -, haverá apenas uma etapa de curadoria estadual. Desta vez, será selecionado um filme de cada um dos 23 estados participantes e do Distrito Federal, com o objetivo de investir na pluralidade (clique aqui para ver regulamento e ficha de inscrição).

 

Para o “Panorama Brasil” serão escolhidos 24 filmes e haverá uma curadoria especial para eleger outras sete produções para infância e juventude. Além disso, a programação contará com ações formativas, que também serão realizadas em ambiente digital.

Após ser adiado, Festival de Teatro do Interior da Bahia faz edição virtual a partir desta quarta
Foto: Divulgação

Depois de ser adiado no ano passado, o Festival de Teatro do Interior da Bahia faz sua quarta edição em formato virtual desta quarta-feira (5) até o dia 28 de maio. 

 

Pensado originalmente para ocupar palcos em Camaçari e Itabuna, com as adaptações para os trabalhos remotos, a programação será encenada em equipamento culturais de Salvador e transmitidas online para o público.

 

Nesta edição, 12 espetáculos foram selecionados para as mostras competitivas, sendo que quatro deles foram apresentados em Jequié em janeiro de 2020, antes da pandemia. As oito peças restantes serão encenadas agora no canal do Teatro da Bahia no YouTube. 

 

Além das transmissões ao vivo, as sessões serão gravadas e ficarão disponíveis para que o público possa assistir em outras ocasiões. O evento prevê ainda oficinas ministradas por membros da comissão julgadora, nas plataformas Zoom e Google Meet.

 


PROGRAMAÇÃO

Canal: Teatro da Bahia I YouTube

05/05 | 17h - A Travessia do Grão Profundo (Irecê)

09/05 | 16h – Marama (Lauro de Freitas)

12/05 | 17h - Nelson em Jogo (Feira de Santana)

14/05 | 17h – Zambi (Lauro de Freitas)

16/05 | 17h - Lucas da Feira (Feira de Santana)

21/05 | 16h - As Fabulosas Viagens de Frederico (Itabuna)

28/05 | 16h - Nem Tanto, Nem Tão Pouco (Lauro de Freitas)

 

OFICINAS:
Inscrições: https://forms.gle/GE83VW7rjCqG1Lkw5

10 a 13/05 | 9h as 12h - O Texto Dramático e As Novas Dramaturgias I Luiz Antonio
17 a 20/05 | 9h as 12h - Produção Cultural I Lú Baretto
24 a 27/05 | 9h as 12h - Solo online Zoom - Atuação e processo criativo I Fábio Vidal

Escola de Belas Artes da Ufba abre inscrições para especialização em Arte Educação
Foto: Divulgação

A Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal da Bahia (Ufba) abriu, até 7 de maio, as inscrições (clique aqui) para a quinta edição da Especialização em Arte Educação: Cultura Brasileira e Linguagens Artísticas Contemporâneas. O Curso será totalmente online, via plataformas especializadas em educação.  


 
Com 75 vagas voltadas prioritariamente para professores, pedagogos, educadores, artistas e profissionais que atuam com educação básica, a pós-graduação terá foco em arte africana, arte indígena, gestão em artes e políticas públicas, com experiência de campo.

 

Ao todo, serão 12 módulos disciplinares, abordando também arte educação e tecnologia, manifestações culturais brasileiras, pedagogia da performance, laboratório de expressão do corpo, ritmo e musicalidade, e inclusão social, identidade e diversidade cultural.

 

Além das aulas virtuais, a especialização prevê ainda uma vivência de cinco dias na cidade de Igatu, na Chapada Diamantina. Na ocasião, os próprios alunos ministrarão oficinas em escolas públicas e farão apresentações culturais na comunidade. Estas atividades, no entanto, dependem do retorno às aulas presenciais da Ufba.

Claudia Ohana dá aulas de interpretação online e grátis para crianças isoladas e hospitalizadas
Foto: Arquivo Pessoal

A atriz Claudia Ohana promove aulas gratuitas e online de interpretação, voltadas para crianças hospitalizadas ou isoladas em casa. O curso será oferecido em duas ocasiões: nesta sexta-feira (23), das 10h às 12h; e na segunda-feira (26), das 15h às 17h.

 

Durante a aula, a artista realizará atividades voltadas à conscientização do corpo, relaxamento, música, mímica, além de improvisação. Para participar, os interessados devem acessar a sala Viva On na plataforma Google Meet nos dias e horários marcados (clique aqui).

 

A iniciativa é promovida pela Associação Viva e Deixe Viver (Viva), organização da sociedade civil (OSC) que congrega 1,3 mil voluntários responsáveis por contar histórias em 86 hospitais do País.

 

Esta é a segunda vez que Claudia Ohana participa do projeto, a primeira foi em 2020. Sobre as novas aulas, a artista destaca que elas podem ser acompanhadas por crianças em leitos ou impossibilitadas de caminhar, e revela um pouco do que vai abordar na ocasião. "Também aproveitarei o momento para contar um pouco de minha trajetória profissional e sobre o nosso papel como atriz", pontua.

Negrizu ganha memorial virtual com performances, entrevistas, videoaulas e fotos
Foto: Shai Andrade

Revelado pelo Afoxé Badauê, com trabalhos junto ao Ilê Aiyê, Olodum, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Clyde Morgan e Pierre Verger, o bailarino baiano Carlos Pereira dos Santos, mais conhecido como Negrizu, ganhará uma exposição permanente virtual em 29 de abril, Dia Internacional da Dança. 

 

Com direção artística e curadoria do selo Bahia Experimental, do músico Thiago Trad, o “Memorial Virtual Negrizu – Um Corpo Afoxé” é um reconhecimento à trajetória do artista, eternizado como “moço lindo do Badauê”, na música “Beleza Pura”, de Caetano.

 

A iniciativa reúne materiais como performances, entrevistas videoaulas e um catálogo fotográfico produzido com exclusividade para celebrar esse momento, com o objetivo de para a valorização das culturas de matriz africana no Brasil.

 

“O meu lado produtor percebeu que o Moço Lindo do Badauê tinha se tornado o Mestre Negrizu, um artista referência da cultura afro contemporânea, da dança de rua, dos afoxés, que traz um nível de conhecimento ancestral profundo. Um artista vanguardista da linguagem corporal, que não se deixou lapidar por técnicas eurocêntricas. Isso tudo precisava ter um registro atual, é a memória viva da dança afro-baiana, por isso a necessidade de criar um Memorial”, conta Thiago Trad.

 

“O público terá acesso a um conteúdo muito poético, com entrevista, performances inéditas, e um lindo catálogo fotográfico, que traduzem no corpo toda a história de vida desse artista ‘indirigivel’, como ele mesmo brinca. Negrizu nasceu afrofuturista e se mantém na linha de frente da arte contemporânea da Bahia.Celebrar a sua existência é uma alegria para todos nós que estivemos envolvidos com ele ao longo desses meses na produção do Memorial. Viva o Mestre Negrizu”, acrescenta.

 

As fotografias do projeto são de Shai Andrade, enquanto o material em vídeo traz a direção de fotografia de Glauco Neves. Já a produção executiva do projeto ficou a cargo de Tatiana Trad.

'A Menina do Narizinho Arrebitado': Exposição virtual marca 100 anos de livro
Foto: Divulgação

Marcando o centenário do lançamento do livro “A Menina do Narizinho Arrebitado”, de autoria de Monteiro Lobato, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) abre, nesta quinta-feira (22), uma exposição virtual gratuita sobre a personagem.

 

A abertura da exposição “Uma menina centenária – 100 anos de Narizinho Arrebitado” acontece a partir das 14h, com uma mesa-redonda que reúne as professoras e pesquisadoras Gabriela Pellegrino Soares (USP) e Patrícia Tavares Raffaini (UNIFESP) e o designer Magno Silveira, curadores da mostra, e a convidada Cilza Bignotto, escritora e professora de Literatura Brasileira e Teoria Literária na Universidade Federal de Ouro Preto.

 

"Na exposição o público poderá verificar na íntegra, não só a primeira edição da obra, muito diferente das versões posteriores, como também o manuscrito que deu origem às aventuras de Narizinho e Pedrinho”, conta Raffaini. "A exposição recupera a história do livro A menina do narizinho arrebitado pelo prisma da biografia de Monteiro Lobato e do ambiente literário, artístico, educacional e político que envolveu as primeiras edições da obra, desde o seu lançamento em 1920", acrescenta Pellegrino.

 

A mesa de abertura pode ser acessada pelo site da BBM, no endereço bbm.usp.br e a exposição pode ser vista no site: ameninacentenaria.bbm.usp.br. 

Com reflexões sobre HIV e Covid, espetáculo 'Para-Iso' estreia neste sábado no Youtube
Foto: Dante Vincenzo / Divulgação

O espetáculo teatral “Para-Iso”, do Corre Coletivo Cênico, estreia neste sábado (10), no Youtube. Com a proposta de gerar reflexões sobre como o HIV e a Covid-19 têm atingido os gays, a montagem é dividida em oito episódios lançados diariamente. 

 

A narrativa da peça remonta a trajetória de um homem gay que vem a óbito, a partir da visão de cinco pessoas que têm suas vidas atravessadas por “Ele”. Interpretados por Anderson Danttas, Igor Nascimento, Luiz Antônio Sena Jr, Marcus Lobo e Rafael Brito, as personagens Leka, Tito, Miguel, Rogério e Paul se encontram na Casa Para-Iso, em que “Ele” morava, na noite de seu velório. Em meio ao vazio, à dor do luto e observando mensagens subliminares, o grupo resgata memórias.

 

A peça é um convite para que o público enxergue e vá além dos estigmas criados em torno dos vírus, uma vez que estimula o pensamento sobre o Brasil e sua colonialidade cisgênero, hétero e branca. Ao correlacionar as epidemias, a montagem mira para os modos como ambas foram e são abordadas, sobretudo a partir da ideia de culpabilização dos “grupos de risco”. 

 

A dramaturgia escrita por Luiz Antônio Sena Jr., que também assina a direção, traz ainda o ideal da comunidade imune que acaba por escolher quem deve morrer em virtude da "imunidade", relegando àqueles que não estão no padrão ideal, ou seja, a necropolítica.

 

"Nos baseamos nesses marcadores para entender o vírus social que afeta e mata muito mais. É importante mudar o foco do olhar, perceber os preconceitos estabelecidos e como podemos quebrá-los, usando as estratégias desse tempo, mas sempre se inspirando nas narrativas deixadas por aqueles e aquelas que vieram antes de nós", reforça Marcus Lobo, co-diretor do espetáculo.

Espetáculo 'O Museu é o Rua' em temporada virtual nos sábados de abril
Foto: Divulgação

Um espetáculo cênico, educativo, patrimonial, que se debruça criticamente sobre o patrimônio. Artistas através de poesias burlescas, de levantes hip hip e outras tecnologias artísticas fazem uma leitura afrodiaspórica, periférica, social, poética e crítica de hermas/monumentos espalhados pelas praças públicas da capital.

 

Este é o levante dramatúrgico de O Museu é a Rua, montagem com texto e direção de Fabrício Brito e idealizado pelo grupo de arte popular A Pombagem, a ser apresentado pelo tecido urbano de Salvador em uma temporada virtual que traz o diálogo entre teatro de rua e educação patrimonial. Inspirado no desfile do Dois de Julho, esta ocupação cultural passará por quatro praças da capital baiana com exibição virtual aos sábados do mês de abril (03, 10, 17 e 24), sempre às 14h, pela fanpage do projeto O Museu é a Rua.

 

A cada praça, a dramaturgia coringa homenageia um artista e/ou personalidade conforme a seguinte programação: na Praça dos Trovadores (Fazenda Grande do Retiro), no dia 3 de abril, será o compositor Catulo da Paixão Cearense; no Largo da Soledade (Liberdade), no dia 10 de abril, em que está localizada a Estátua a Maria Quitéria, o grupo homenageia as mulheres que participaram da Independência da Bahia.

 

Já no dia 17 de abril, no Busto a Labatut, no Largo da Lapinha (Lapinha), é a vez do espetáculo de caráter educativo patrimonial homenagear caboclos e guerreiros que participaram do Dois de Julho. Para encerrar seu desfile artístico, O Museu é a Rua vai a herma do escritor, jornalista, advogado e poeta preto Luiz Gama, no Largo do Tanque, no dia 24 de abril, para recitar seus versos e Trovas Burlescas, festejar a importância deste para o povo preto e sua libertação.

 

Para Manu Ribeiro, produtora do projeto, esta configuração virtual possibilita "adentrarmos no universo das plataformas digitais e ampliarmos, assim, o alcance de nossas produções culturais. Isso viabilizará uma abrangência maior e possibilitará o amplo acesso. Isso não compromete a essência do projeto, uma vez que se mantém elementos do espetáculo (o cenário, a dramaturgia e a direção de encenação)".

 

Ocorrerão ainda às rodas de conversa a serem transmitidas ao vivo nos mesmos sábados, sempre às 19 horas, pelo Instagram do grupo A Pombagem. Em formato de lives, os bate papos terão como convidados artistas de teatro de rua que dialogam com a questão do patrimônio cultural. No dia 03 de abril, a artista Janete Brito, integrante do A Pombagem, conversa com Mirna Rolim e Bruno Dutra, ambos da Cia Benedita na Estrada (Campinas/SP).

Adaptado para o virtual, Festival Música para Brincar realiza sua 6ª edição
Foto: Divulgação

Com o objetivo de levar entretenimento para o público infantil durante o isolamento social, o Festival Música para Brincar realiza sua sexta edição adaptado para o formato virtual, deste sábado (27) até o dia 9 de abril. 

 

Com 14 dias de programação, o evento inclui shows musicais, brincadeiras, contação de histórias e oficinas, tudo a cargo dos grupos artísticos Tapetes Contadores de Histórias, Curiatã, Corrupião e Cadeira de Brin, além do percussionista Mário Pam, que vai ministrar a uma oficina de percussão, na qual vai ensinar conhecimentos básicos sobre samba reggae.

 

Toda a grade será transmitida gratuitamente no canal do Música para Brincar no YouTube. 


 
PROGRAMAÇÃO 
27/03 (sábado)           14h      Show Grupo Curiatã
28/03 (domingo)         14h      Show Cadeira de Brin
29/03 (segunda)          14h      Contação História - Tapetes Contadores de História
30/03 (terça)                14h       Brincadeira - Currupião
31/03 (quarta)              14h      Oficina Percussão - Samba Reggae
01/04 (quinta)              14h       Brincadeira - Currupião
02/04 (sexta)               14h       Contação História - Tapetes - "Galinha"
03/04 (sábado)            14h      Show (a definir)
04/04 (domingo)         14h      Show (a definir)
05/04 (segunda)          14h      Contação História - Tapetes Contadores de História
06/04 (terça)                14h       Brincadeira - Currupião
07/04 (quarta)              14h      Oficina de Brinquedo - Currupião
08/04 (quinta)              14h      Brincadeira - Currupião
09/04 (sexta)                14h       Contação História - Tapetes Contadores de História

Virtual, 2ª Feira Literária de Canudos tem participação de Xico Sá e Bráulio Tavares
Fotos: Divulgação

Desta vez virtual, em adequação aos protocolos de combate à pandemia do novo coronavírus, a Feira Literária de Canudos realiza sua segunda edição entre os dias 8 e 10 de abril. O evento reunirá escritores, pesquisadores, contadores de histórias, músicos e artistas, que discutirão temas diversos, permeados pelo universo do sertão real e mítico de Antônio Conselheiro.

 

Dentre os convidados da feira literária estão os jornalistas Xico Sá e Franklin Martins; os escritores Aleilton Fonseca, Franklin Carvalho e Marcelino Freire; o poeta Bráulio Tavares e os diretores teatrais Paulo Dourado e José Celso Martinez, criador do lendário Teatro Oficina. 

 

Já a programação musical inclui nomes como Targino Gondim, Gereba, Fábio Paes, Roze, a Orquestra Sisaleira de Conceição de Coité e Bião de Canudos.

O projeto terá ainda uma grade voltada para o público infantojuvenil na Flicanzinha, que ocorre nas manhãs de 9 e 10 de abril, com atividades como contação de histórias, apresentação de cordel e de poesia, além de visita virtual ao Memorial Antônio Conselheiro.

 

Programação da II Flican – 08 a 10 de abril de 2021

08/04 - QUINTA-FEIRA – Tarde

14h – Desfile Literário 
14h30h – Interpoéticas com Vitória Luísa – Sertão Sol e Paloma Aleoncio;
14h40 – Mesa 1: Assombros e Encantados no imaginário sertanejo 
Ester Figueiredo, UESB (Mediadora) 
Franklin Carvalho 
Márcio Benjamin
16h - Selo FLICAN - Premiação: Concurso literário – A produção intelectual dos estudantes de Canudos com Lançamento do projeto do livro: A resistência na palavra
Roberto Gama (Secretário Municipal de Educação de Canudos) - Mediador
17h30 – Encerramento da tarde    

 

08/04 - QUINTA-FEIRA – Noite

19h – Concerto de Abertura com Orquestra Sizaleira (BA)
19h30 –  Homenagem a: 
                José Calasans; Edivaldo Boaventura; Evandro Teixeira e Tripolli Gaudenzi 
19h50 -  Abertura Oficial:
               Arani Santana – Secretária de Cultura da Bahia
                Jerônimo Rodrigues – Secretário de Educação da Bahia 
                Zulu Araújo – Presidente da Fundação Pedro Calmon
                José Bites de Carvalho – Reitor da UNEB           
                Jilson Cardoso – Prefeito de Canudos
                Roberto Gama – Secretário de Educação de Canudos
                Vanderlei   Leite  - Presidente do IPMC
                Luiz Paulo Neiva – Curadoria da FLICAN 
20h25 - Poesia de Antônio Barreto em homenagem a José Calasans 
20h30 - Conferência Inaugural: José Calasans, o demiurgo de Canudos - Walnice Galvão (USP)

21h30 - Show  Bião de Canudos 

 

09/04 - SEXTA-FEIRA – Manhã

9h - Abertura

9h - A voz de  Kaila Marcele (Canudos)

9h15 - Dona Durú (Canudos) – depoimento memorial

Flicanzinha

9h20  - Cordel Cantado: Mariane Bigio (PE)
09h50 – Zé Poeta – (Monte Santo)

10h -   Visitando o Memorial Antônio Conselheiro 

10h10 – Mesa 2: Aprendizagem e resistência em tempo de pandemia – Superação e criatividade pedagógica nas escolas de Canudos
                  Josileide Varjão Valença –  Secretaria Municipal de Educação

11h30 – Interpoéticas com Mariana Guimarães

11h40 – Encerramento da manhã 

 

09/04 - SEXTA-FEIRA – Tarde

14h - Banda de Pífanos de Canudos – resistência e encantamento cultural                       

14h10 –  Eldon Canário (BA) – depoimento memorial

14h15 - Mesa 3:  Evocação de Canudos 
               Luiz Paulo Neiva, UNEB (Mediador)
               Manoel Neto, CEEC/UNEB
               Pedro Lima Vasconcelos (UFAL)
               Floriza Sena (IPMC)
              João Batista (Historiador)

15h30 – Cenário da guerra – Visitando o Parque Estadual de Canudos 

15h50 – A força jovem da música em Canudos – Robertinho Kambalacho                     

16h – Interpoéticas com Ádila Madança;

16h10 – Mesa 4:  Literatura, espaço, tempo e pandemia
               Xico Sá (CE)
               Marcelino Freire (PE)
               Antônio Marinho (PE)

17h30 - Encerramento da tarde


09/04 - SEXTA-FEIRA – Noite

19h - Abertura Cultural: a poesia de Zé Américo (Canudos)

19h10 – Museu João de Régis – Com a palavra o Curador Edmilson       
                  Santana

19h20 -  Museu João de Régis:  Olhares e vertigens na memória                                     
                  Flávio de Barros (por Sérgio Guerra), 
                   Evandro Teixeira 
                   Antônio Olavo 

19h50 – Interpoéticas com Yasmin Rabelo e Pók Ribeiro - Coletivo Vozes-  mulheres: além das margens.

20h – Mesa 5: - Literatura, poesia e virtualidade 
            Cida Pedrosa (PE)
            Emmanuel Mirdad (BA)
            Maviael Melo (Mediador) (PE)

21h30 – Show de Encerramento com Targino Gondim e Renan Mendes 


10/04 – SÁBADO – Manhã

9h – A voz de Isael - Sertao Francisco (Paulo Afonso)

9h10 - Joselina Guerra (Canudos) – depoimento memorial

Flicanzinha

9h15 – Rosa Griô e Sá Benidita (Contadoras de história)
9h50-  Antonio Barreto (BA)

10h20 – Mesa 6: Versos entre Mulheres na literatura Poética 
                 Ilza Carla, poeta e escritora, UNEB (Mediadora)
                 Erica Azevêdo, poeta 
                Clarissa Macêdo, poeta 
                 Áquila Emanuelle, poeta

11h40 – Encerramento da manhã


10/04 – SÁBADO – Tarde

14h – Para abrir a tarde: Banda de Pífanos de Bendegó e Kaila Marcele (Canudos)

14h20 – Monólogo:               
               Marcos Freitas (Cia de Teatro de Canudos)

14h40 – A vanguarda de editoras, livrarias e bibliotecas 
               Sandra Soares (Eduneb)
               Geraldo Prado (Biblioteca de Paiaiá)
                Flávia Goulart Roza (Edufba)
                Cássio Marcílio (Edições Uesb)
                Murillo Campos ( Editora UEFS)
                Primo Maldonado (LDM)

15h40 – Visitando o Museu Manoel Travessa

15h50 – Visitando o Instituto Popular Memorial de Canudos 

16h10 – Mesa 6: Lançamento de Livros
                Aleilton Fonseca (mediação) 
                Walnice Galvão
                Ádila Mandança
                Sergio Siqueira 
                Pedro Vasconcelos
                Ester Figueiredo.

 

10/04 – SÁBADO – Noite

18h50 – Mesa 7: Entre arpejos e acordes: Uma leitura de O Capitão Jagunço
               Profa. M. Neuma M. Paes
               Profa. Edil Silva Costa   

 
19h20 - Museu João de Régis – Olhares e vertigens na memória 
             Trípolli Gaudenzi 
              José Aras (Por Lina Aras)
         
19h40 – Mesa7: Cancioneiro popular e poético de Canudos 
                Braúlio Tavares (poeta, PB)
                Franklim Martins (Jornalista, RJ) 

20h30 - Mesa 8: “O Trabalho Criador de 100 Pessoas no Teat(r)o Oficina UzinaUzona de Os Sertões de Euclides da Cunha in Canudos”      
                  José Celso Martinez  (Teatro Oficina, SP)
                  Paulo Dourado – Mediador (BA)
21h30 – Show de encerramento: Viva Canudos! Viva Antônio Conselheiro!
                 Fábio Paes (BA), Roze (BA) e Gereba (BA)

Projeto promove oficina de literatura de cordel em plataforma digital
Foto: Divulgação

Com o objetivo de valorizar as manifestações culturais e identitárias sertanejas, o projeto Cordel Bahia promove uma oficina de literatura de cordel nos dias 22 e 23 de março, das 8h30 às 12h, através da plataforma Zoom. 

 

A atividade será ministrada pelo cordelista e poeta Valdir Lemos, que abordará conceitos da literatura de cordel, origem, forma e conteúdo, métrica dos folhetos, aspectos visuais, xilogravura e matrizes. 

 

Além das aulas, o projeto prevê ainda uma live do artista, com versos, poesia, repentes e improvisos no dia 10 de abril,  a partir das 19h no YouTube do Canal Cordel Bahia. O encontro virtual contará com a participação de artistas convidados, que também são representantes da cultura popular da cidade Juazeiro, na Bahia.

'Do que é feito o encontro?': Projeto reúne 16 artistas em livro e exposição virtual
Foto: Divulgação

Propondo reflexões sobre possibilidades de encontros e trocas no cenário da pandemia do coronavírus, o livro “Do que é feito o encontro?” reúne 16 artistas e 32 obras em uma exposição virtual. Os conteúdos, que formam uma coleção de cartões-postais, vão ser publicados no site da Duna Editora para download gratuito no dia 5 de abril.

 

Para a produção das obras que compõem a exposição, a equipe de artistas promoveu oito encontros semanais, realizados entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021. Como parte do lançamento do livro, acontecerá uma roda de conversa virtual para discutir sobre o processo criativo dos artistas que participaram do projeto. O link da chamada estará disponível no Instagram da editora e da Tiragem: Laboratório de Livros.

 

Na live, participaram da conversa todos que fizeram parte do processo criativo do livro, como as artistas-pesquisadoras Arissana Pataxó, Cynthia Cy Barra, Lia Krucken, Lara Marques, Lia Cunha e Manoela Barbosa. Além de Aju Paraguassu, Bruna Carvalho, Bruna Emanuele, Cely Pereira, Charles Ribeiro, Danilo Castro, Felipe Caires, Gabriella Correia, Luma Flôres, Isabella Coretti e Tiago Ribeiro.

 

Para a artista e curadora Lara Marques, a pandemia nos faz repensar os encontros e afetos. "O tipo de encontro que conhecíamos não existe e nem sabemos quando (e se) existirá. Por isso precisamos revisitar antigos encontros, criar novos... pra ver se existe um modelo que funcione. Explorar as nossas mãos em segurança, desligar as telas, meditar na escrita", reflete. 

 

A ideia é que os materiais sejam utilizados pelo público para corresponder-se, física ou digitalmente, e se posicionar como participante ativo, colaborando para a circulação das obras. A organizadora Lia Cunha explica que o projeto busca explorar as formas alternativas de encontro por meio da arte.

 

"Espero que essa publicação viabilize para outras pessoas encontros tão potentes quanto os que experimentamos como coletivo ao criá-la. Este livro pode ser e é uma espécie de ferramenta para promover encontros de diversas naturezas", comenta Lia. 

 

Felipe Caires, que também fez parte do processo criativo do livro, conduzindo uma oficina de pinhole, acredita que no atual cenário político e de saúde coletiva, faz-se necessário “pontos de fuga” que não sejam bobos, tornando-se meios de se conectar através de coisas leves. 

 

"O confinamento reforçou a saudade, destacou a importância de estar, de trocar ideias. Encontrar, de diversas formas, pode ajudar a segurar a pressão", finaliza Caires. 

Projeto promove apresentações circenses virtuais gratuitas neste fim de semana
Foto: Divulgação

O Cabaré Fora da Casinha promove apresentações circenses virtuais e gratuitas desta sexta-feira (12) a domingo (14), em seu canal oficial no Youtube, com elencos distintos, totalizando 18 artistas provenientes das cidades de Salvador, Uruçuca, Caeté-Açú, Ilhéus, Vera Cruz e Palmeiras.

 

Durante o evento, o público poderá conferir números de palhaçaria, roda cyr, pirofagia, dublagem, mágica, bambolê, malabares, além de outras performatividades, a exemplo da arte drag, dança e teatro. A iniciativa marca também o aniversário de três anos do projeto.

 

“Essa ocupação é uma realização que brinda esses três anos anos de resistência feminina nas ruas de Salvador, firmando ainda mais o projeto como um espaço que potencializa trabalhos de mulheres artistas de nossa cidade. É uma alegria imensa comemorar tudo isso com mulheres que fortaleceram essa história e poder remunerar artistas que entregam sua arte na arte pública, apresentando um dia passando chapéu e acreditando na força que tem essa ação e na coletividade social que isso gera”, comenta a idealizadora e diretora artística do projeto, Vanda Cortez. 

Reformulado, espetáculo 'Ave de Areia' faz temporada online
Foto: Diney Araújo / Divulgação

Reformulado e adaptado para atender aos protocolos durante a pandemia, o espetáculo “Ave de Areia” faz temporada online, de 14 de março a 4 de abril, com exibição sempre às quintas-feiras, a partir das 19h, no Youtube do Palacete das Artes.

 

No palco, Laura Sarpa vive uma atriz que ensaia para um novo projeto e se depara com recordações de sua trajetória, questionando suas escolhas sobre futuro, sobrevivência financeira e psicológica. Dado o contexto atual, o solo amplia também a reflexão sobre a relação do indivíduo com seu trabalho na sociedade contemporânea. 

 

Através do universo do artista e seus contextos de desvalorização profissional, a peça explora o conceito de plano B de cada indivíduo, convidando o público a uma retrospectiva de suas próprias escolhas, rotinas e sonhos realizados ou não.


SERVIÇO
O QUÊ:
“Ave de Areia” 
QUANDO: Quintas-feiras, 11 de março a 4 de abril, às 19h
ONDE: YouTube do Palacete das Artes
VALOR: Grátis

Projeto 'Arte de Passagem' realiza terceira edição em formato virtual
Foto: Divulgação

O projeto "Arte de Passagem - itinerância pela arte contemporânea da Bahia" chega a sua terceira edição, desta vez de maneira totalmente virtual. Organizado em formato de festival de artes visuais, o evento tem início na próxima quinta-feira (11) e segue até o dia 19 de março, com conferências, exposições e catálogos virtuais, além das lives mediadas transmitidas dos espaços/ateliês dos artistas, que mostram seus processos poéticos autorais.

 

“As produções dos artistas, curadores e pesquisadores convidados, transmitidas de forma remota, a partir de seus ateliês/residências, revelam atravessamentos de passagens de um tempo hodierno, o que estamos passando, libertando suas paisagens confinadas dentro de seus territórios subjetivos, para trazerem possíveis atentos a novas realidades geográficas”, discorre Willyams Martins, agenciador do projeto.

 

Os trabalhos apresentados circulam entre performances, videoarte, pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações. A ideia é ser um festival expandido e representativo das artes visuais contemporâneas do estado. Os artistas selecionados são de diversos territórios da Bahia.

 

Por meio do site, acontecerá uma exposição coletiva virtual com obras de 16 artistas, além de textos curatoriais e links para as redes sociais de todos os artistas envolvidos. A partir do canal do projeto no YouTube, todos os dias serão transmitidas três lives, de diferentes ateliês, com participação de críticos, apresentador e público, sobre os processos criativos dos participantes. Os encontros começam sempre às 18 horas.

 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Peça sobre mulher que se apaixona por voz de meditação guiada faz temporada online
Foto: Patrícia Almeida / Divulgação

O espetáculo baiano “Respira, Segura e Solta!”, sobre uma mulher em crise de ansiedade que se apaixona pela voz da mediação guiada, faz temporada online deste sábado (13) a 4 de abril. 

 

Com texto e direção de Beto Mettig, além de assistência de direção de Ana Paula Bouzas, a peça vai ao ar em oito sessões abertas no Youtube, sempre aos sábados e domingos, às 18h. Os links de acesso serão divulgados nas redes sociais do projeto e no site www.respiraseguraesolta.com.br.

 

Na montagem, a atriz Márcia Andrade vive uma mulher que começa uma jornada de autoconhecimento através de um aplicativo de meditação e acaba se apaixonando pela voz dos áudios compartilhados diariamente em seu celular. Nesse processo solitário de escuta, aguçado pelo estado de paixão, ela conecta-se a um novo coletivo, formado por sua própria voz e pelas vozes dos artistas, pensadores e amigos que alimentam sua imaginação.

 

“Essa voz acaba representando as vozes dos artistas que serviram de luz e guia para muita gente durante a pandemia”, comenta Márcia, sobre a voz da meditação, que é interpretada em cena pelo ator Diogo Lopes Filho. “Quem não se sentiu acolhida por nenhuma live, por nenhum livro, show ou peça compartilhados nos últimos meses que atire a primeira fake news”, provoca a atriz.

 

Integram ainda a equipe do espetáculo Alexandre Guimarães (figurino), Fábio Espírito Santo (iluminação), Marcelo Moreno (produção) e Vicente Queiroz (design gráfico).


SERVIÇO
O QUÊ:
Espetáculo “Respira, Segura e Solta!”
QUANDO: Sábados e domingos, 13 de março a 4 de abril, às 18h
ONDE: Youtube, com  link compartilhado em  www.respiraseguraesolta.com.br. Facebook e Instagram: @respiraseguraesolta
VALOR: Grátis

Feira Mulheres Que Fazem Arte reúne economia criativa e debates
Foto: Divulgação

Realizada em Feira de Santana desde 2018, a Mulheres Que Fazem Arte este ano será realizada em versão online e presencial. No dia 13 de março o evento acontecerá de maneira digital, transmitido pelo Instagram, no perfil @mulheresquefazemarte. Já no dia 27 do mesmo mês, a iniciativa será presencial, na Rua General João Costa, n 405. Capuchinhos. 

 

A programação da feira inclui seis rodas de conversa sobre temas relacionados ao setor de economia criativa feminina, além de vendas de produtos das expositoras. Todas as atividades e debates serão, exclusivamente, conduzidos por mulheres.

 

“Nossas edições são sempre presenciais, mas, por conta do coronavírus e pensando nas mulheres participantes que são do grupo de risco, separamos um dia para edição online e outro para ser presencial”, explica a idealizadora do projeto, Heloisa Lima.

Exposição virtual 'Joias ao Sagrado' apresenta ferramentas e adereços de orixás
Foto: Reprodução / Instagram

Com peças produzidas pela designer Andrea Barbosa e fotografadas por Mauricia da Matta, a exposição fotográfica virtual "Joias ao Sagrado - Ferramentas e Adereços de Orixás” tem lançamento nesta quinta-feira (4), a partir das 19h, no Instagram (@andreabarbosajoias) e YouTube (Canal Joias ao Sagrado).

 

Integram a mostra ferramentas de diferentes orixás, com descrição de cada adereço nas religiões de matriz africana, além de informações sobre a história do orixá. O público poderá conferir mais de 40 peças associadas a entidades como Exú, Ogum, Oxossi,Ossain, Obaluaiyê/Omolu,Oxumarê, Iroko, Tempo, Xangô, Logunedé, Yansã, Obá, Ewá,Oxum, Yemanjá, Nanã, Oxaguian e Oxalá. O evento prevê ainda um desfile, no qual três modelos apresentam as peças da exposição.

Mostra Caravana Teatro Itinerante faz edição virtual de sexta a domingo
Foto: Divulgação

Diante da pandemia do novo coronavírus, a Mostra Caravana Teatro Itinerante realiza uma edição virtual desta sexta-feira (19) até o domingo (21), com transmissão ao vivo no canal Canal Caravana Teatro Itinerante no Youtube.

 

A abertura do evento acontece a partir das 18h, com apresentações de música, dança, poesia e um pouco da história da Caravana Teatro Itinerante e seus personagens. A programação inclui ainda espetáculos de teatro de grupos provenientes de diversas cidades da Bahia, além de oficinas. 


Os interessados podem obter mais informações sobre a Mostra Caravana Teatro Itinerante no Instagram da Caravana Teatro Itinerante (@caravanateatroitinerante).


Programação:

SEXTA-FEIRA (19/02)
- Abertura da mostra. Apresentações de música, dança, poesia e um pouco da história da Caravana Teatro Itinerante e seus personagens.
Horário: 18h

 

SÁBADO (20/02)
- Oficina (Teatro Esporte)
(O público pode participar da atividade pela plataforma Zoom. Solicitar link nas redes sociais do evento ou por e-mail)
Horário: 10h

- Apresentação de espetáculos teatrais
Horário: 18h

- Oficina (Estética e Novas Plataformas do Teatro)
Mediador: Jarbas Oliver
Atividade interna para os diretores teatrais dos grupos que compõem a programação da mostra.


DOMINGO (21/02)
- Apresentação de espetáculos teatrais
Horário: 9h

- Reunião dos diretores teatrais dos grupos que compõem a programação da mostra. (Atividade interna)

Mariana Moreno estreia adaptação virtual de 'Uma Mulher Impossível'
Foto: Divulgação

Vencedora do Prêmio Braskem de Teatro de 2018 na categoria de melhor atriz pela atuação em “Uma Mulher Impossível” (saiba mais sobre o solo), Mariana Moreno estreia uma adaptação virtual da montagem, no dia 28 de fevereiro, com transmissão ao vivo, a partir das 21h, no Youtube do Teatro Vila Velha. Com tradução em libras, a montagem terá ainda re-exibição dias 9 e 11 de março, no mesmo horário.

 

“Estreamos em 2017 e tínhamos um panorama machista que não se enfraquece. Os dados estatísticos de 2020 mostram que durante a pandemia os casos de violência doméstica aumentam. ‘Uma mulher impossível (em casa)’ é mais um convite a se pensar, em nome de todas as mulheres, sobre as violências sociais estruturantes e machistas”, reforça Mariana Moreno.

 

Com forte influência da linguagem cinematográfica, esta versão para teatro digital do espetáculo homônimo da ATeliê voadOR tem roteiro de Djalma Thürler e direção de Marcus Lobo. A peça “Uma mulher impossível (em casa)” faz um convite aos espectadores a pensar sobre machismo, repressão e sexualidade feminina. 

 

Assim como o espetáculo original, a apresentação virtual tem o objetivo de apresentar um contradiscurso aos valores hegemônicos e ao silenciamento histórico das mulheres na sociedade, dando voz às lutas pela liberdade e igualdade de direitos e ampliando os espaços de debate.

 

SERVIÇO
O QUÊ
: “Uma mulher impossível (em casa)” - com Mariana Moreno
QUANDO: 28 de fevereiro (ao vivo), às 21h; dias 9 e 11 de março (exibição durante 24h)
ONDE: Youtube do Teatro Vila Velha (clique aqui
VALOR: Gratuito

Inspirado nos 'Saltimbancos', espetáculo de dança 'Em Casa' faz duas apresentações online 
Foto: Divulgação

Criado pelo coreógrafo baiano Dejalmir Melo e inspirado no universo sonoro do musical "Os Saltimbancos", o espetáculo infanto-juvenil “Em Casa” faz duas apresentações online, nos dias 21 e 28 de fevereiro, às 16h, no YouTube da Reforma Cia de Dança (clique aqui).

 

“Em Casa surge com objetivo de criar proximidades nesses tempos difíceis, confortando corações de crianças que estão distantes das suas atividades, aguçando a sensibilidade e alegria da nossa própria criança e discutindo problemáticas urgentes, como a desigualdade, os lugares sociais, os animais e a natureza”, explica Guego Anunciação, que assina a direção geral da montagem. O espetáculo tem produção da Linoleo Produc?o?es (Paola Vasquez) e  balé da Reforma Cia de Dança.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
Espetáculo “Em Casa”
QUANDO: Domingo, 21 e 28 de fevereiro, às 16h
ONDE:  YouTube da Reforma Cia de Dança
VALOR: Grátis

Catálogo Brasileiro de Teatro apresenta versão online com espetáculos e atividades formativas
'Medéia Negra' é um dos espetáculos da programação | Foto: Divulgação

Após mais de duas décadas à frente de ações presenciais com artistas renomados de todo país, o Catálogo Brasileiro de Teatro apresenta uma versão online com uma programação inteiramente gratuita, reunindo espetáculos e atividades formativas.

 

A Oficina "Dramaturgias do Hoje e do Amanhã" com com o ator, diretor e dramaturgo Márcio Abreu, abre o projeto no dia 10 de fevereiro. As aulas seguem às quartas-feiras, das 19h às 21h, até 10 de março. Os interessados devem se inscrever através do e-mail [email protected]

 

Dentre as montagens baianas da programação estão as peças “Pele Negra, Máscaras  Brancas”, “A Travessia do Grão Profundo,” os solos “Medéia Negra”, “Criança Ferida”, “GbaGbe”, “Rosas  Negras”, o infantil “A Vaca Lelé” e o espetáculo cênico-musical “#ComproVendoTrocoAmor”.

 

O público poderá conferir ainda montagens de outros estados, a exemplo de “Tudo Que Cabe Em Uma VHS” e “ Tá Tudo Treta e a Poesia Rege” (clique aqui para conferir a programação completa).

Terreiro Ilê Obá L´Okê lança plataforma com tour virtual 
Foto: Jamile Coelho

O terreiro Ilê Obá L´Okê, em Lauro de Freitas, vai lançar nesta quinta-feira (28), às 19h, através de uma live, uma plataforma imersiva para possibilitar uma tour virtual em 360° ao espaço. Além das visitas, a ferramenta digital vai  ofertar um curso sobre marketing digital entre os dias 28 e 31 de janeiro.

 

O lançamento vai contar com a participação da secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial, Fábya Reis; do babalorixá do terreiro, escritor e antropólogo, Vilson Caetano; da cineasta Jamile Coelho; e do artista plástico, ilustrador e cenógrafo, Rodrigo Siqueira, axogun do terreiro e autor de obras que compõem o acervo do local.

 

A iniciativa ainda vai privilegiar os empreendedores negros da Bahia, com a disposição de um catálogo virtual para divulgação das marcas e produtos. As inscrições podem ser feitas pelo site do projeto (clique aqui).

 

"O Obá L´Okê é um grande centro cultural, um museu, além de ser um templo religioso. Ele possui uma quantidade de [obras no] acervo muito grande que a gente só consegue ver em museus fora do Brasil", comenta Rodrigo Siqueira sobre o repertório do terreiro.

 

Para Vilson Caetano, "um dos objetivos deste projeto é estreitar a relação entre as  pessoas e as religiões de matriz africana,  ao mesmo tempo em que visa ajudar estas religiões a enfrentar o racismo que gera ódio e a intolerância com as suas expressões".

 

Totalmente em formato online, Fliu 2021 homenageia Jorge Portugal 
Foto: Divulgação

Este ano realizada entre 21 e 24 de janeiro, totalmente em formato online por causa da pandemia do novo coronavírus, a Festa Literária de Uauá (Fliu) homenageia o poeta, escritor, educador e ex-secretário de Cultura da Bahia, Jorge Portugal.

 

A abertura está programada para as 19h30 desta quinta-feira (21), com uma surpresa. Em seguida, às 20h, será exibido um bate-papo com Roberto Mendes e Capinan, sobre o tema “Jorge Portugal do Brasil”. Para fechar a noite, o público poderá conferir um live show de Roberto Mendes, às 21h e de Raimundo Sodré, às 21h30. Ambos apresentarão um repertório com canções compostas em parceria com o homenageado.

 

A programação da Fliu segue até o domingo (24), com mesas literárias, atrações infantis e musicais. dentre os participantes do evento estão ainda nomes como Xico Sá, Marcelino Freire, Bráulio Bessa, Elisa Lucinda, Aiace, Elika Takimoto, Cida Pedrosa, Celo Costa e Maviael Melo, que assina a curadoria da Fliu.

 

Confira a programação:

Descapitalizados, blocos afro se reinventam para superar pandemia sem shows e Carnaval
Foto: Naiara Barros / Odú Comunicação

Cidade com vocação turística, cuja cultura é um dos seus maiores atrativos, Salvador já está há cerca de dez meses sob decretos oficiais que proíbem aglomerações e grandes eventos. O objetivo é cumprir protocolos sanitários necessários para conter o avanço do novo coronavírus (clique aqui e aqui). 

 

Enquanto espera a liberação da vacina e a consequente contenção da pandemia, o setor de eventos da capital baiana vive momentos dramáticos. Se em tempos pré-Covid a esta altura do ano a cidade já fervilhava de ensaios e estava preparada para receber os visitantes para o Carnaval no mês de fevereiro - só em 2020, de acordo com dados da prefeitura, 16,5 milhões de pessoas circularam pelas ruas de Salvador neste período -, em 2021, artistas, produtores, população, turistas e até governos trabalham com a incerteza e calculam o prejuízo causado pelo cancelamento da festa. Para se ter uma ideia, a última edição da folia momesca teve um retorno divulgado de cerca de R$ 1,8 bilhão. 

 

Diante do contexto, o secretário do Turismo da Bahia, Fausto Franco, estimou a perda de mais de R$ 1 bilhão em receitas pela não realização do Carnaval (saiba mais). O número é o mesmo calculado por Jairo da Mata, atual presidente do Conselho Municipal do Carnaval de Salvador (Comcar). “Não tenho como mensurar em números exatos globalmente, mas são milhões de reais perdidos nesse sentido. Na verdade, acredito que seja quase R$ 1 bilhão, até porque existe o pré e pós-Carnaval”, diz o dirigente.

 

Jairo da Mata - Foto: Divulgação/Comcar

 

Mata destacou ainda que o impacto negativo do cancelamento da festa se estende tanto do ponto de vista econômico, quanto cultural. “A perda econômica é muito grande, pois sabemos que a cadeia produtiva é forte, já que passa por camarotes, blocos até ambulantes e cordeiros. Tudo isso envolve a economia da cidade. Além disso, temos o impacto lúdico, pois, além de ser uma festa de atrativo cultural marcante, é também o momento - sobretudo das classes menos favorecidas - de desaguar as mágoas; é como se fosse uma terapia coletiva que nos traz um certo conforto espiritual. É sem dúvida a maior festa popular do Brasil e a Bahia tem o maior Carnaval do país”, avalia, lembrando que todo o Brasil sofre com a paralisação dos grandes eventos, especialmente Salvador, por ser uma cidade de serviço. “A não realização impacta na gastronomia, hotelaria, transporte, setor musical etc”, pontua.

 

À frente da Saltur, Empresa de Turismo vinculada à prefeitura de Salvador, Isaac Edington explica que a decisão de abortar o Carnaval se dá para “preservar a vida das pessoas”, sem desmerecer a importância do evento. “Infelizmente, a nossa maior festa, tão importante para nossa cultura, nossas tradições e, sobretudo, para nossa economia, não poderá ser realizada até que tenhamos a população vacinada. Dessa forma, por consequência, todas as ações previstas estão canceladas”, disse o presidente da Saltur, descartando a possibilidade de manter os editais e apoios do Executivo municipal específicos para a realização da festa este ano. 

 

Isaac Edington - Foto: Paulo Victor Nadal/Bahia Notícias

 

“Todo esforço da prefeitura está bastante voltado para assistência à saúde, assistência social, bem como iniciativas de combate à disseminação da pandemia e, também, do retorno responsável e gradual das atividades econômicas, sobretudo retomar o calendário de eventos, com toda segurança”, explica.

 

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por sua vez, informou por meio de nota que “diante da suspensão da realização do Carnaval em fevereiro 2021, os apoios destinados às programações artísticas/culturais ficam interrompidas até a nova definição” e estabeleceu que “as modalidades de apoio serão definidas depois que o novo modelo da festa for decidido”.


SITUAÇÃO DOS ARTISTAS

Para driblar as adversidades, o ambiente digital acabou sendo uma das alternativas paliativas de muitos artistas em 2020, mas nem todos conseguiram atrair uma audiência suficiente para monetizar o trabalho e tampouco apoios importantes da iniciativa privada. O mesmo se reflete agora no período do Carnaval. 

 

Se, por um lado, nomes como Ivete Sangalo e Claudia Leitte, dois dos maiores expoentes comerciais da música baiana, já se uniram para apresentar um show no dia 13 de fevereiro (veja aqui), assim como Léo Santana, Harmonia do Samba e Parangolé, que repetirão o projeto “O Encontro”, focados na festa do momo (veja aqui), e Bell Marques com o evento virtual no domingo de Carnaval (veja aqui), os Filhos de Gandhy, por exemplo, ainda não sabem sequer se colocarão o bloco na rua virtualmente por falta de patrocínio. 

 

“Pra Bell, pra Ivete, pra vários, eles já têm um nome, um marketing que banca. O que é o Filhos de Gandhy? É um afoxé. E o que é um afoxé? É um candomblé, é igual a casa religiosa pra se manter. Então, se a gente não tem apoio, não tem recurso próprio para fazer. A gente está conjecturando fazer uma live no domingo ou terça de Carnaval, mas pra isso a gente precisa de pelo menos um mínimo pra poder pensar em executar. Infelizmente, bloco de matriz africana sofre muito, existe uma grande discriminação”, lamenta o presidente do bloco, Gilsoney de Oliveira.

 

Gilsoney de Oliveira - Foto: André Frutuôso/Secult

 

Em 2020 o grupo tentou fazer um evento online, mas não conseguiu apoio para custear sequer os requisitos técnicos de som, iluminação e internet. E segundo o dirigente, sem a ajuda anual do governo do estado e da prefeitura, dificilmente os blocos afro e afoxés conseguiriam desfilar nos carnavais.

 

Gilsoney conta que os meses parados por conta da pandemia atingiram em cheio o bloco, que deixou de realizar mais de uma dezena de eventos de seu calendário religioso e atualmente aguarda as orientações do poder público para se preparar - ou não - para o Carnaval, seja no segundo semestre de 2021 ou apenas em 2022.

 

“Todo mês a gente tem uma responsabilidade religiosa em paralelo ao Carnaval. E quando chega no segundo semestre aí que começamos a contatar com relação às fantasias, porque o Gandhy não tem um abadá que você coloca camisa e pronto. Ele tem uma fantasia que vai do pé à cabeça, são muitos ítens. E começa no segundo semestre a construir essa questão do Carnaval. A gente tem aí evento de Santa Luzia, Santa Bárbara, Rio Vermelho, Festa de Oxossi, tem muito evento, mas parou tudo, e aí acumulou e nós não podemos fazer nada, temos que aguardar, de fato, se restabelecer essa questão do surto”, declarou Oliveira. 

 

Ele garantiu ainda que, caso até março haja alguma definição sobre a possibilidade da festa acontecer no segundo semestre, os Filhos de Gandhy estarão à postos para desfilar. Do contrário, não haveria tempo hábil para a organização.

 

O Ilê Aiyê, por sua vez, vive um momento ainda mais delicado, já que, além de lidar com os problemas da pandemia que acomete a todos, ainda precisa sanar uma dívida trabalhista de R$ 400 mil que pode fazê-lo perder a Senzala do Barro Preto, sede do bloco localizada no bairro do Curuzu, em Salvador (clique aqui e saiba mais). 

 

Com os decretos que proíbem as aglomerações, não só as atividades artísticas do Ilê foram impactadas, mas também todo o trabalho social promovido pela entidade. “A sede está parada, não tem como arcar com salários. É a maior dificuldade um espaço daqueles com conta de água, de luz... Foram suspensas as aulas da Escola Mãe Hilda, a gente tem até proposta de curso profissionalizante, mas não pode levar nada em frente, por causa da pandemia. Mas estou esperançoso, levando muita fé que isso vai passar”, declara Antônio Carlos dos Santos (Vovô), presidente do bloco. 

 

Vovô do Ilê - Foto: André Frutuôso/Secult

 

“É um impacto muito grande em tudo, nas fantasias, nos ensaios. Também para a comunidade que vem sofrendo, as pessoas que trabalham nessa época, o porteiro, seguranças, costureiras... E a gente deixa também de arrecadar com os eventos, a Noite da Beleza Negra, os shows que fazíamos durante o ano”, acrescenta, lembrando que em 2020 o Ilê teve duas apresentações nos Estados Unidos - em Washington e Chicago - canceladas, além da suspensão de uma turnê nacional que circularia por sete capitais com patrocínio da Petrobras.

 

Esperançoso, apesar de desacreditar na possibilidade de ainda este ano ocorrer a festa momesca, Vovô contou que atualmente o Ilê prepara um festival de música virtual, com apoio da Lei Aldir Blanc, e não descarta a realização de uma live no sábado de Carnaval. 

 

Com este propósito e para outros projetos, além de pagar a dívida trabalhista, ele diz que segue em constante atividade. “Está devagar, mas caminhando, não paramos de nos movimentar aqui no Brasil e fora, para que as pessoas que têm condição, para o próprio governo e a prefeitura, façam parcerias com a gente e nos ajudem”, conta Vovô, lembrando que a campanha virtual voltada para arrecadar fundos e evitar o despejo permanece aberta para colaboradores. “Efetivamente temos muito pouco, conseguimos arrecadar R$ 150 mil até agora, mas a campanha segue e nós vamos conseguir”, disse o dirigente. 

 

Enquanto o Ilê trabalha com foco na esperança, para o Cortejo Afro a palavra é planejamento. Ainda em março de 2020, o bloco percebeu os perigos da pandemia e se preparou, mantendo um lastro que lhe permite “respirar” até meados deste ano. 

 

“Antes do Carnaval [de 2020], todos sabiam que isso [a pandemia] ia chegar no Brasil. Se em outros países da Europa estava na situação que estava, quando chegasse aqui seria um estrago, como está sendo. Porque também sabíamos que não contaríamos com um governo que fosse aliado ao povo, com relação à luta contra o Covid”, lembra o presidente do bloco, Alberto Pitta. “Mensuramos [os prejuízos da pandemia e da ausência do Carnaval], o Cortejo se organizou nessa direção, fazendo frente aos seus compromissos com os credores, grupo artístico e fornecedores, e, por isso, não devemos absolutamente nada a ninguém”, frisa. Garantiu ainda que quitou por um ano as responsabilidades mensais com internet, água, luz e aluguel do espaço onde guarda o material do bloco.

 

Destacando o “impacto emocional” além do econômico gerados pelo cancelamento do Carnaval convencional, Pitta conta que o Cortejo está preparado para todos os cenários. “Os blocos afro, que sempre têm dificuldade de fazer o Carnaval, sabem como ninguém como ir para o Carnaval, mesmo com as dificuldades. Partindo dessa premissa, estou querendo dizer que é um impacto muito grande para além do financeiro. Ele se resume a um outro compromisso que nós temos com a nossa comunidade, do trabalho que é realizado junto a crianças e adolescentes nos bairros afastados dessa cidade, através dessas organizações, e que culminam no Carnaval. Ele na verdade é uma culminância de tudo isso, das ações cotidianas”, explica, classificando como “péssimo” não ter a festa, mas também admitindo que não há “a menor condição” dela ser realizada em meio à pandemia.  

 

Alberto Pitta - Foto: Betto Jr/Secom

 

Caso as autoridades venham a dar sinal verde para a folia de rua acontecer no segundo semestre, o dirigente reitera que o bloco prontamente irá trabalhar para captar recursos e desfilar. “Estamos de olho nisso, se acontecer, o Cortejo vai, mas vai bem menor. Vai como uma cerimônia de candomblé num deslocamento estético terreiro - rua, como os antigos afoxés, com o tema Asas da Liberdade”, conta, explicando que o mote se dá pela urgência por liberdade. “É o que precisamos. Estamos em tempos de cárcere, literalmente falando. Cárceres por conta da pandemia e cárceres por conta de um Brasil sombrio no dia D e na hora H”, disse ele, ironizando uma fala do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (relembre). Por outro lado, se permanecerem os decretos que determinam a proibição das aglomerações, a alternativa será partir para o ambiente online. 

 

“O Cortejo está buscando organizar o que nós chamamos de Carnaval virtual, que é o Carnaval em tempos de ‘cárcere’. Estamos organizando, provavelmente no domingo de Carnaval, cada um em sua caverna. E as pessoas vão mandar vídeos com as fantasias do Cortejo Afro de anos anteriores. Mas também estamos trabalhando em cima de um projeto, e isso depende muito de apoio, de captação, onde cada convidado do Cortejo - e aí serão poucos - irá receber um corte do tecido e fazer em casa a sua fantasia e mandar pra nós. Vamos ver uma forma de publicizar isso”, detalha Alberto Pitta, sobre as iniciativas em audiovisual, que não serão ao vivo, mas devem sair no período que aconteceria o evento. 

 

Antes da festa momesca, o Cortejo Afro prepara uma live em homenagem à Revolta dos Malês, no dia 25 de janeiro. Paralelo a isso, o bloco executará um projeto contemplado pelo Prêmio das Artes Jorge Portugal, dentro do programa Aldir Blanc, e também foi selecionado em um edital da Sepromi, através do qual realizará a Feira da Economia do Sagrado. “São atividades online que dão essa capilaridade e garantem que as pessoas estejam atuando, trabalhando e sendo remuneradas por tal”, resume o dirigente.

 

Assim como o Cortejo, o Olodum também vem se reinventando para atravessar as turbulências. O grupo já anunciou a realização de uma live no Carnaval (clique aqui) e vem investindo no online e em parcerias para se manter em funcionamento. 

 

“As organizações [afro-brasileiras da cultura] não tinham estrutura financeira, um capital que permita investir em dois, três anos, sem voltar a ter atividades. Mesmo assim, nós fizemos alternativas de fazer várias lives durante esse período, investimos muito na música digital e estamos aguardando para ver se o Carnaval deste ano pode ser feito em julho, mas tudo indica que talvez não tenha. Então, vamos fazer uma live no Carnaval e vamos continuar brigando para existir com a música digital, com as apresentações para o mundo inteiro na forma de lives”, resume João Jorge Rodrigues, presidente da instituição.

 

João Jorge Rodrigues - Foto: Reprodução/Twitter @joaojorgeAkan

 

Para atrair o interesse do público e de investidores, o Olodum tem explorado seu acervo, oferecendo conteúdo especial sobre temas, como a história do bloco e do Carnaval, a vivência no Pelourinho, além de suas músicas. “Começamos a fazer disso um motivo de lives de debates e musicais. A do aniversário do Olodum foi um sucesso em vários lugares do mundo, depois a gente passou quase que mensalmente fazendo uma live pra contar a história da nossa música e da nossa cultura. E foi bom porque ela substituiu um pouco os shows presenciais. Assim a gente manteve o Olodum funcionando todos os dias, todos os meses, com coisas novas, com invenções de assuntos diferentes”, revela João Jorge, destacando que “vender música digital” foi essencial para o equilíbrio financeiro. 

 

“A gente tem muitos discos, músicas, muitas coisas, e também tem a questão da marca. Nós tivemos um apoio importante do TikTok para a Escola Olodum, que nos ajudou bastante. A gente foi buscando alternativas aqui e acolá, para que pudéssemos chegar agora em janeiro de 2021 com atualidade”, conta o presidente, segundo o qual, o segredo da organização é “um conjunto de coisas”, desde se adaptar ao meio digital, explorar o vasto acervo - como já citado -, até buscar apoio junto à iniciativa privada e governos, através de políticas públicas como a Lei Aldir Blanc. “Não dá pra ficar reclamando, dizendo ‘não tem apoio’, tem que ir à luta, então estamos indo à luta”, declara o gestor, que aguarda o sinal verde para que o som dos tambores e de seu samba-reggae possa voltar a soar livremente - e com segurança - nas ruas de Salvador e do mundo. 

Cineclube Osba debate sobre filme 'As Horas' nesta quarta no Youtube
Foto: Divulgação

O Cineclube Osba realiza mais uma edição, nesta quarta-feira (9), com um debate sobre o filme “As Horas” (2002), que tem direção de Stephen Daldry e trilha musical de Philip Glass. Em sua versão virtual, o bate-papo com os músicos da orquestra será transmitido a partir das 19h no canal da Osba no Youtube (clique aqui).

 

O encontro online terá a presença de Ruthe Pocebon, Arquivista de Partituras da Osba e musicista; Celso Jr., ator, diretor teatro, professor e pesquisador da UFRB); e Wanderley Teixeira, pesquisador do Laboratório de Análise Fílmica e Grupo de Recepção e Crítica da Imagem, ambos da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. 

 

Baseado no livro homônimo de Michael Cunningham, que venceu o prêmio Pulitzer, o filme “As Horas” narra a vida de três mulheres em torno do livro Mrs. Dalloway: a autora Virginia Woolf, que no começo do século 20 lida com a depressão e tenta finalizar o romance; uma dona de casa nos anos 1950 profundamente afetada pela leitura da obra; e uma mulher nos anos 2000, que parece viver os eventos do livro. 

 

Para assistir “As horas”, o  Cineclube OSBA recomenda a consulta ao site Just Watch (www.justwatch.com/br). 

Museu da Misericórdia e MAB recebem exposição virtual sobre diversidade
Foto: Reprodução / Wiki

Será inaugurada na próxima quinta-feira (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos, a exposição Semelhantes, ambientada virtualmente no Museu da Misericórdia e no Museu de Arte da Bahia (MAB). 

 

A mostra fotográfica aborda as semelhanças entre os povos de diferentes etnias, origens, crenças e culturas, com obras de sete fotógrafos brasileiros que compõem uma narrativa visual de valorização da diversidade humana.

 

A exposição será aberta às 18h30, com um debate online entre o cientista social e psicoterapeuta Roberto Gambini, e a museóloga e doutora em sociologia, Heloísa Helena Costa sobre o tema Por que discriminamos? Reflexões sobre os “muros” que nos separam. Durante a live, o presidente do Roerich Brasil, Raimundo Santos, a diretora do MAB, Ana Liberato e a coordenadora museológica do Museu da Misericórdia, Osvaldina Cezar, darão as boas-vindas ao evento. 

 

A transmissão será pelo YouTube (RoerichTV) e páginas do Facebook do MAB(@museudeartedabahia); Misericórdia (@museudamisericordia) e da mostra (@expo_semelhantes).

Festival Boca de Brasa virtual tem início nesta quarta-feira
Foto: Divulgação

O Festival Boca de Brasa deste ano vai ser diferente. A primeira novidade é o formato virtual. A outra é que serão cinco dias de programação aberta ao público. O evento de abertura vai contar com apresentações dos oito Espaços Culturais Boca de Brasa nesta quarta-feira (2), às 17h, pelo canal do YouTube da Fundação Gregório de Mattos (FGM), com a presença do presidente da fundação, Fernando Guerreiro.

 

Com direção-geral de George Vladimir e assistência de direção de Maria Carla, a abertura do festival vai contar com mais de 130 artistas e cerca de 40 produtores, técnicos e demais profissionais da cultura. A programação especial de abertura conta com diversas atrações, de quase todas as linguagens artísticas, com participações especiais de Capinan, Marivaldo dos Santos, Quabales e Dom Chicla.

 

O festival será transmitido a partir do centro de transmissão no Teatro Gregório de Mattos (TGM) a partir da apresentação dos mestres de cerimônia Carol Alves e Ivan Santos. A partir deles, serão feitos os links com cada Espaço Cultural Boca de Brasa, por meio dos mediadores: Alan Miranda, no Subúrbio 360; Tabatha Vermont, no CEU de Valéria; Aline Nepomuceno, na Casa do Sol; Luana Serrat e Nina Porto, no Circo Picolino; José Carlos Capinam, no Muncab; Arilma Pérola, no Quabales; e Edson Souto, no Mercado de Cajazeiras.

 

Representando o segmento dança, as atrações são os grupos Artvidance, Balet Cetro, Balet da Comunidade, Valsa Amor Eterno e Uzarte Dança. A música será tocada e cantada pelos alunos do Boca de Brasa Casa do Sol, Banda Dendê e Brasa, Brenda Cruz, Jamile, Orquestra Sustentável Quabales Infantil e Vitor Dayube.

 

Para fazer o público “cair na risada”, vão representar o standup Aline França, Paulo Papel e Raoni Beta. A capoeira conta com a apresentação da Tribo Capoeira. O circo montou seu picadeiro virtual para que os alunos e professores do Boca de Brasa Picolino façam o show.

 

E como o espetáculo não pode parar, o palco vai até o público, com os alunos do Boca de Brasa Casa do Sol e Cia de Teatro Avisa Lá representando as artes cênicas. As Drag Queens serão representadas pela performance de Anitta Bahls.

 

DEMAIS ATIVIDADES
Na quinta-feira (3), às 19h, será a vez do Boca de Brasa Circo Picolino apresentar a live “Conexões Flutuantes”, em seu canal do YouTube. Dirigido por Luana Serrat, o espetáculo será encenado pelas artistas-alunas do Curso Livre de Tecido Acrobático realizado pela instituição e tem como tema uma proposta de reflexão acerca do momento atual, dos sonhos e das conexões possíveis. O Palco Aberto virtual contará com a participação de convidados especiais e ficará disponível no canal, para aqueles que não puderem ver ao vivo.

 

Já no sábado (4), às 17h, o Boca de Brasa Quabales promove a live em suas redes sociais, com apresentação dos produtos de comunicação resultante das oficinas de vídeo, fotografia e Lab & Orquestra Sustentável Percussiva. O público assistirá curtas-metragens, fotoclipes e um vídeo musical com a Orquestra Sustentável. Além disso, alguns participantes darão depoimentos sobre o processo de criação das oficinas.

 

No domingo (5), às 15h, o Boca de Brasa Casa do Sol apresenta a live “Navegando pelo Mundo Reconhecendo Nossa História”, em seu canal do YouTube. A mostra virtual é resultado das oficinas de teatro, voz-violão, dança e percussão do Projeto Adolescente em Arte-Ação. São jovens entre 12 e 18 anos com vivências de sensibilização estética, práticas das técnicas artísticas, produção artístico-cultural e educação para o desenvolvimento humano.

 

O Palco Aberto Boca de Brasa Casa do Sol apresenta o Ballet Style of Dance, Ballet Centro, Grupo de Capoeira Angola Mourão, Grupo de Samba de Roda, Grupo de Poesia Solstício. Para encerrar, haverá MC’s Cretto, Lila Raio do Sol e Nmares.

 

Encerrando a programação, na segunda-feira (6), às 16h, o Boca de Brasa Muncab apresenta o show "Flor da Memória", no canal do YouTube e Facebook do museu. O Palco Aberto Boca de Brasa – Muncab contará com as apresentações de Ceci Alves, apresentando as narrativas documentais; Adriano Cipriano apresentando as animações; e Nildinha Fonseca e Capinan com o convidado Roberto Mendes.

 

CULTURA NA PANDEMIA
O gerente de Equipamentos Culturais da FGM, Chicco Assis, destaca que, em um ano marcado pelo distanciamento social e por tantas despedidas e ausências, a cultura e a arte têm sido um grande alento. 

 

“Os nossos Espaços Boca de Brasa precisaram se reinventar para não perder o contato com o público e permanecerem cumprindo a missão de serem polos aglutinadores e difusores da produção cultural das comunidades onde estão inseridos. Oficinas, atividades formativas, diálogos, cineclubes e palcos abertos ganharam força no ambiente virtual, transpondo fronteiras geográficas, alcançando públicos ainda maiores e, o que é mais importante, sem perder a essência do que é ser um Boca de Brasa", avalia.

 

“Através da arte e da cultura, a ação leva esperança, empoderamento e alegria à população de Salvador. A pandemia chegou e o projeto resistiu: atividades virtuais aconteceram durante todos esses meses e não poderíamos deixar de festejar essa explosão de criatividade. O Festival Boca de Brasa é isso, uma grande festa cultural, on-line, para comemorar a nossa resistência", ressalta o presidente da FGM, Fernando Guerreiro.

Da Sala do Coro, Marcia Castro faz show 'Axé 90' nesta sexta com exibição online e na TVE
Foto: Divulgação

A cantora baiana Marcia Castro sobe ao palco da Sala do Coro do Teatro Castro Alves nesta sexta-feira (6), com o show “Axé 90”, dentro do projeto “Voltando aos Palcos”. Especialmente preparado para esta ocasião, o espetáculo será transmitido ao vivo, a partir das 20h40, no canal do Youtube do TCA, na TVE Bahia e na Educadora FM Bahia.

 

Acompanhada por Fabricio Mota no contrabaixo, Fabio Alcântara nas guitarras e Ariel Rangel na percussão, Marcia apresenta um “repertório essencial” da axé music, incluindo canções icônicas como “Swing da Cor” (Daniela Mercury), “Marmelada” (Margareth Menezes), “Crença e Fé” (Marcia Short), “Menina, me dá seu amor” (Chiclete com Banana) e “Toneladas de Desejo” (Timbalada).

 

O show é uma prévia do que a artista apresentará em seu quinto álbum, “AXÉ”, com previsão para lançamento em 2021. Produzido pelo maestro Letieres Leite e Lucas Santtana, com direção artística de Marcus Preto, o disco é um trabalho de inéditas, no qual ela se inspira na estética musical da Axé Music. 

 


SERVIÇO
O QUÊ
: Marcia Castro - “Axé 90”
QUANDO: Sexta-feira, 6 de novembro, às 20h40
ONDE: Direto da Sala do Coro, com transmissão no Youtube do TCA, na TVE Bahia e na Educadora FM Bahia
VALOR: Grátis

BTCA e OSBA apresentam 'A História do Soldado' no projeto 'Domingo no TCA'
Foto: Divulgação

O Teatro Castro Alves (TCA) exibe em mais uma edição virtual do projeto "Domingo no TCA", dessa vez com a apresentação do espetáculo “A História do Soldado”, resultado do trabalho conjunto entre o Balé Teatro Castro Alves (BTCA) e a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).

 

Através dela, os dois corpos artísticos da Bahia fazem renascer a obra da composição do russo Igor Stravinsky (1882-1971), a partir de texto do suíço Charles-Ferdinand Ramuz (1878-1947). Com texto e direção de Wanderley Meira, coreografia de Jorge Silva e regência de Eduardo Torres, o registro em vídeo entra no ar no dia 25 de outubro, às 11h, no canal de YouTube do TCA. 

 

A adaptação mantém intacta a versão original da composição musical, mas faz a história do soldado que vende seu violino ao diabo ganhar uma discussão contemporânea sobre o lugar do artista e da arte na atualidade. 

 

Wanderley Meira, diretor artístico do BTCA, conta que o objetivo é dialogar com a ideia de soldados-artistas que podem ser diabos das suas próprias trajetórias: “A obra é sobre a persistência e a resistência dos artistas que mantêm a marcha, apesar dos desvios e obstáculos” – tema ainda mais discutido nas circunstâncias dos dias de hoje. 

 

Para Carlos Prazeres, diretor artístico da OSBA, o coração do TCA é formado pelos seus dois corpos estáveis. “Ver este coração pulsando saudável para correr maratonas deve ser o nosso objetivo. Foi com este intuito que a OSBA fez o convite ao BTCA. ‘A História do Soldado’ veio para reafirmar e solidificar esta união, que deve ser celebrada a cada segundo”, assegura. 

 

DANÇA DE ORIXÁS GUERREIROS E TRILHA HISTÓRICA
Convidado para assinar a coreografia de “A História do Soldado”, Jorge Silva pensa o fazer artístico diário, apresentando os dançarinos como mulheres e homens comuns. Atravessados por traços das culturas afrodescendentes, os movimentos são inspirados nos orixás guerreiros, como Ogun e Iansã, partindo dos gestos cotidianos e da relação dos diversos corpos do BTCA com objetos.  

 

Na trilha, o espetáculo apresenta o trabalho do russo Igor Stravinsky, que explora uma enorme diversidade rítmica, extrapolando características do chamado “período russo”. A composição explora o material popular nacional, contemplando desde a marcha militar até danças mais populares, como tango, valsa e pasodoble espanhol. Mesmo com instrumentação reduzida, a ousadia faz dessa composição mais do que uma peça de câmara. A obra estreou em 1918, na cidade suíça de Lausanne, com formação de sete instrumentistas, número mantido nesta versão baiana.  

 

Para compor o enredo, os atores Daniel Farias e Fernanda Silva participam como narradores convidados. Cenário, figurino e maquiagem foram assinados por Zuarte Júnior e a iluminação é de João Sanches. 

Após choque com pandemia, Márcia Short celebra união e cultura negra em live show
Foto: Ayrson Heráclito / Divulgação

Márcia Short estreou o projeto “Portal Black” em 19 de novembro de 2019, em comemoração ao mês da Consciência Negra (relembre). A ideia era que o show seguisse em temporada, mas os planos foram modificados pela pandemia. “O nosso setor foi duramente afetado, a gente teve que parar tudo, cancelar tudo, shows, projetos, então agora nesse retorno eu volto com o ‘Portal Black’ em formato digital, em formato DVD live”, conta a artista baiana, mencionando a apresentação que faz neste domingo (11), a partir das 20h, com transmissão ao vivo em seu canal no YouTube. De caráter beneficente, o espetáculo que celebra a cultura negra através de releituras de canções de ícones da MPB e da black music abrirá espaço para doações do público, destinadas à Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil (APABB) e Associação Lar Vida”.

 

Depois de fazer uma participação na abertura da Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba (MIMB), este é o seu primeiro show virtual e ela revela que a experiência é algo muito inusitado em sua vida, já que tinha pouco ou quase nenhum contato com o ambiente tecnológico antes da pandemia. “Eu fiquei paralisada num primeiro momento, porque eu nunca fui uma pessoa ligada a rede social, eu não sabia nem como era que funcionava direito, das assessorias e essas coisas todas que acontecem. E eu sou cantora, mas sou mãe, sou aquela criatura que faz, sou eu por mim mesmo, então eu acabo chutando e pegando no gol”, diz Márcia, destacando que só agora conseguiu retomar o trabalho, a partir do convite da MIMB e das parcerias para o projeto. “As coisas começaram a fluir, tanto no meu interior, quanto no meu entorno. Porque ali eu achei pronto e vi que tem chance, que eu posso fazer. Porque é um show dentro de um estúdio com custos adicionais inesperados e totalmente fora da realidade de um artista no meu porte, no porte de um artista independente, que tem poucas oportunidades e o chachê passeia por um valor que não contempla pra gente fazer reserva e entrar na pandemia fazendo live”, explica a cantora.

 

Assim como a maioria da população, Márcia conta que depois da paralisia que lhe pegou em cheio precisou reagir e “graças a Deus e aos Orixás” começou a se reinserir, apesar da aflição. “Eu fiquei muito impactada, tive que lançar mão de reservas que tinham objetivo, enfim, eu e o mundo inteiro, tive que parar e pensar: ‘então, peraí, vamos arrumar o negócio, porque assim não cabe’. A gente foi pra dentro de casa, tudo que a gente tinha a gente pegou e trouxe pra dentro de casa”, lembra a artista, detalhando que para realizar o primeiro live show conta com uma rede de colaboradores, a exemplo de Ayrson Heráclito, Pola Ribeiro, a equipe do estúdio e seus meus músicos. “Eu sou nova nesse mundo digital, tô chegando agora de mansinho, mas eu sei que eu conto com uma rede, e os meus fãs vão fazer a sua parte, com certeza”, garante. 

 

A ideia do espetáculo, segundo Márcia Short, tem tudo a ver com todo esse processo de introspecção e reação a partir da ajuda mútua. “E é isso, o ‘Portal Black’ é essa rede do bem, de solidariedade, de apoio coletivo mesmo, então ele celebra a música black do Brasil, a música preta, a nossa ancestralidade, e o fortalecimento da nossa filosofia de nós por nós, um apoiando o outro. Sobretudo agora, nesse momento tão delicado pra todo mundo. É fundamental que a gente se ajude, então faço questão de agradecer publicamente e dizer às pessoas que essa rede tem que continuar, esse elo tem que se formar em outros lugares pra que essa corrente se forme e a gente inicie o processo fundamental de reparação histórica com o artista independente, o artista preto desse país”, declara, reiterando a felicidade em fazer seu primeiro show virtual com o conceito de ajudar o outro e “devolver”. “A gente precisa praticar isso, a gente não pode ser fruto de uma árvore que a gente não nutre, não rega, só extrai e só tira. Tem que querer tudo da gente, inclusive a gente. Nossa, música, nossa dança, nossos ritmos e a gente”, argumenta a artista, segundo a qual a apropriação cultural não seria um problema tão grande, caso fossem respeitados e recompensados, de verdade, os criadores. “Eu acho que quando lança no mundo é para todos. Só precisa reconhecer as matrizes, fomentar e trazer a devolutiva também para o campo financeiro, e não ficar de tapinha nas costas, porque dá meio dia na casa de todo mundo. É ter essa consciência, sentar e falar abertamente sobre o assunto pra resolver”, avalia.

 

O repertório da live “Portal Black”, por sua vez, terá como espinha dorsal o projeto original, lançado em novembro do ano passado, mas com alguns ajustes. “A base é a mesma, porque é um show lindo e a gente fez apenas uma apresentação. Agora no formato live a gente teve que encurtar, o presencial é bem mais longo. Então a gente tem música inédita no repertório, composição de Moa do Katendê, de Moá Bonfim, de Jorge Bafafé, que são agitadores culturais, fazedores de cultura da comunidade do Engenho Velho de Brotas, de onde eu venho, onde eu me formo enquanto artista, onde tenho as minhas primeiras vivências rítmicas que dão origem a esse canto visceral que eu ganhei”, conta a cantora. “Então eu volto de onde eu parti, em forma de canção, porque é um momento muito especial poder homenagear os nossos”, pontua, acrescentando a isto uma outra novidade, que é o fato de que a apresentação ficará registrada em seu canal no Youtube para posteridade. 

 


SERVIÇO
O QUÊ:
Márcia Short - “Portal Black”
QUANDO: Domingo, 11 de outubro, às 20h
ONDE: Canal do YouTube de Márcia Short (clique aqui)
VALOR: Gratuito

FGM realiza evento virtual esclarece sobre cadastro para Lei Aldir Blanc
Foto: Jefferson Peixoto / Secom

A Fundação Gregório de Mattos (FGM) realiza, nesta quinta-feira (8), às 19h, a edição especial “Diálogos FGM” no canal do órgão no YouTube. A intenção é falar sobre a Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc e esclarecer dúvidas em relação ao cadastro dos órgãos culturais no Mapa Cultural de Salvador. 

 

Na ocasião, será possível saber com mais detalhes as especificidades do Mapa Cultural, bem como tirar as dúvidas sobre o preenchimento do cadastro. O encontro virtual terá a participação do presidente da FGM, Fernando Guerreiro; do gerente de Equipamentos Culturais do órgão, Chicco Assis; e do presidente do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), Tony Teófilo. 

 

A chamada pública promovida pela FGM está aberta para inscrições até o próximo dia 14. Para ter acesso ao subsídio é necessário se cadastrar na plataforma do Mapa Cultural de Salvador, por meio do site disponibilizado (clique aqui). Haverá análise de perfil, histórico, proposta de contrapartida, documentação, dentre outros itens, antes das etapas de habilitação e homologação para os pagamentos. 

 

De acordo com Chicco Assis, um orçamento da ordem de R$9,5 milhões da Lei Aldir Blanc será distribuído a 759 espaços, instituições e empresas culturais em parcelas de R$5 mil ou R$10 mil. “Esse orçamento vai ajudar na manutenção das atividades interrompidas pela pandemia. Será uma grande contribuição para o setor cultural, um dos mais prejudicados pelo coronavírus”, pontua.

Cia. Cuca abre inscrições para 13º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana
Foto: Reprodução / Facebook

A Cia. Cuca de Teatro abriu as inscrições para a 13ª edição do Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana (Fenatifs), que este ano será realizado em formato virtual, entre os dias 2 e 12 de dezembro.

 

Os interessados em participar devem se inscrever exclusivamente pela internet até o dia 16 de outubro, mediante preenchimento de formulário disponível no site oficial do evento, onde também podem encontrar o regulamento (clique aqui).

 

Assim como nas edições anteriores, o 13º Fenatifs, não terá caráter competitivo. O festival contará com apresentações de espetáculos selecionados para compor a Mostra Nacional, Mostra Interior do Nordeste e Mostra Jovens Talentos; apresentações de espetáculos convidados; além de atividades paralelas como debates, rodas de conversa, oficinas e workshops.

Caetano fará show virtual em apoio às campanhas de Manuela D'Ávila e Boulos
Foto: Reprodução / Instagram

Atendendo aos protocolos contra a Covid-19 e à legislação eleitoral, que proíbe showmícios gratuitos, Caetano Veloso fará uma apresentação virtual, apenas para pagantes, com objetivo de arrecadar recursos para as campanhas de Manuela D’Ávila e Guilherme Boulos. Eles concorrem à prefeitura de Porto Alegre e São Paulo, respectivamente.

 

De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o cantor e compositor baiano se apresenta no dia 7 de novembro, através da plataforma de lives www.ShowIn.tv. Ainda segundo a publicação, o acesso ao show será mediante a compra de ingressos que serão vendidos pelas campanhas de Manuela e Boulos. 

Orquestra 2 de Julho faz concerto virtual com regência de maestro da Sinfônica Jovem de SP
Concerto terá regência de Cláudio Cruz | Foto: Divulgação

Os músicos do naipe de cordas da Orquestra 2 de Julho, do Neojiba, realizam um concerto virtual nesta quinta-feira (1º), às 19h30, com transmissão ao vivo no Youtube. Na ocasião, os artistas volta à sede do programa no Parque do Queimado, para se apresentar pela primeira vez ao vivo, desde a suspensão das atividades presenciais, em março.

 

Sob regência de Cláudio Cruz, maestro da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, o programa conta com o Quarteto de Cordas nº1 (adaptado para orquestra de cordas), de Heitor Villa-Lobos, e o Quarteto de Cordas n.11 em fá menor op. 95, Serioso (adaptado para orquestra de cordas), de Beethoven, em homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor.

 

Em adaptação aos protocolos para a prevenção da Covid-19, o concerto terá a orquestra reduzida, apenas com os instrumentos de cordas.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
Concerto de cordas da Orquestra 2 de Julho, com regência de Cláudio Cruz
QUANDO: Quinta-feira, 1º de outubro, às 19h30
ONDE:  youtube.com/neojiba1

Com baianos, Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga faz 27ª edição
Peça baiana 'Entrelinhas', do Coletivo Pico Preto |Foto: Reprodução / Youtube

Realizado este ano de forma mista, virtual e presencial, o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga faz sua 27ª em quatro “Estações”, de 26 de setembro até dezembro, tendo como tema “É. Foi. Será. Teatro”.

 

A primeira etapa acontece de 26 a 30 de setembro, com a Mostra Nordeste, totalmente transmitida online em diversas plataformas digitais, como Instagram, YouTube, Spotify e WhatsApp. Para a mostra foram selecionados 10 trabalhos, entre 99 inscritos. Dois deles são baianos: “Entrelinhas”, do Coletivo Pico Preto e “Fragmentos de um Teatro Decomposto”, da Companhia Teatro dos Novos.

 

A segunda e terceira etapa acontecem em outubro e novembro, também de forma virtual e voltada para a formação e música. Nesta fase haverá debate sobre “Os desafios sustentáveis para o Século XXI”, a Mostra Música no FNT, a Mostra de Dramaturgia e um Programa de Formação.

 

Já a quarta e última estação será de forma presencial, em dezembro, na  cidade de Guaramiranga, no Ceará. Na ocasião, serão realizadas duas mostras: Mostra FNT para Crianças, com espetáculos e contação de histórias para o público infantil e a Mostra Palco Ceará, voltada para a produção teatral local.

Festival Internacional de Filmes Ambientais celebra 10 anos com edição online 
Foto: Reprodução / Filmambiente

O Festival Internacional de Filmes Ambientais (Filmambiente) vai celebrar seus dez anos com uma edição totalmente online. De 24 a 30 de setembro, o público poderá conferir pela internet uma mostra com produções audiovisuais nacionais e internacionais sobre questões relacionadas ao meio ambiente. 

 

O objetivo do evento é levantar debates e gerar conscientização, de modo a contribuir na preservação da vida no planeta. Nesta edição de aniversário, o festival fará uma retrospectiva de filmes premiados em edições anteriores. 

 

A programação contará com nove longas metragem e 11 filmes curtos, aclamados pelo público e pelo júri. Além disso, três curtas inéditos serão exibidos, sendo dois sobre a Covid-19 e um sobre as queimadas na Amazônia. Os filmes ficarão disponíveis por 24 horas, exclusivamente para o Brasil. O Filmambiente terá ainda painéis temáticos.  


SERVIÇO: 
O QUÊ: Filmambiente 2020 (10ª edição) 
QUANDO: 24 a 30 de setembro
ONDE: Site do Filmambiente
QUANTO: Gratuito

Edição virtual de festival traz Gilberto Gil com Gilsons, Novos Baianos e outros
Foto: Divulgação

O Coala.VRTL, que acontece neste sábado (12), é a primeira edição virtual do Coala Festival. A festa precisou fazer mudanças por causa da pandemia de coronavírus e, pela primeira vez desde 2014, ano em que estreou, não acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo.

 

Segundo a produção, o evento se refugiou em meio à natureza "em local sigiloso", de acordo com o G1.

 

"Quando decidimos fazer uma edição virtual, quisemos refugiar o Coala numa locação afastada, mas que pudesse passar uma sensação de acolhimento e segurança. É uma maneira de levar a música brasileira para todos, sem a necessidade de estar junto fisicamente", diz Fernanda Pereira, diretora do Coala Festival. O evento será transmitido à partir das 14h gratuitamente no canal do YouTube do Festival e contará com alguns encontros especiais.

 

Mariana Aydar e Mestrinho abrem a tarde de show, seguidos do encontro entre MC Tha e Rico Dalasam. Gilberto Gil encerra o festival candando com o trio Gilsons. O show ainda terá participação especial de Bem Gil.

 

O evento também traz apresentações dos Novos Baianos e de Nego Bala. DJs vão comandar os intervalos das atrações.

 

Veja abaixo lista com programação completa:

14h: Abertura Coala
14h05: Show 1 – Mariana Aydar e Mestrinho
14h50: DJ Set 1 – Mary G
15h30: Show 2 – MC Tha e Rico Dalasam
16h15: DJ Set 2 – Shaka x EB
16h55: Show 3 – Novos Baianos
18h15: DJ Set 3 – Cinara
18h55: Show 4 – Nego Bala
19h40: DJ Set 4 – Ubuntu
20h20: Show 5 – Gilberto Gil + Gilsons

Conselho Estadual de Cultura da Bahia empossa novos membros em plenária online
Foto: Divulgação

O Conselho Estadual de Cultura da Bahia empossou, na tarde desta quinta-feira (10), seus novos membros - titulares e suplentes -, eleitos pela sociedade civil e nomeados pelo Governador Rui Costa. O ato de posse foi realizado durante a 4ª sessão plenária virtual do CEC, transmitida pelo Facebook.

 

“Gostaria de pedir a todos que chegam a este Conselho, trazendo suas experiências e trajetórias de vida no fazer cultural, que seus olhares tenham a perspectiva de que essa casa compreende a cultura como um lugar de dignidade, de respeito à diversidade e, fundamentalmente, um lugar de democracia”, comentou a secretária estadual de Cultura, Arany Santana, na abertura da plenária.

 

Na ocasião foram empossados os titulares Evanice Lopes (Piemonte da Diamantina – 278 votos), Armando Gerry de Andrade (Irecê – 198 votos), Fábio Mendes da Silva (Vale do Jiquiriçá – 124 votos), Rosildo Moreira do Rosário (Recôncavo – 109 votos) e Aristanan Pinto Nery da Silva (Portal do Sertão – 95 votos); e os suplentes Junieques Batista dos Santos (Extremo Sul – 64 votos), Robson Vieira dos Anjos (Bacia do Rio Corrente – 51 votos), Carlos Fabiano Calheiro Teixeira (Velho Chico – 42 votos), Eldon Luís Batista das Neves (Metropolitano de Salvador – 41 votos) e Marina Silva Fraga (Chapada Diamantina – 36 votos).

 

Dentre as deliberações da sessão, foram realizadas algumas moções de pesar pela morte de nomes como o ex-secretário de cultura Jorge Portugal e a atriz Chica Xavier; moções de aplauso; e a aprovação da titularidade do conselheiro Tata Ricardo como membro da Câmara de Patrimônio Cultural do Conselho Estadual de Cultura.

Com tema 'Cultura é Vida', XVI Enecult realiza versão virtual entre 15 e 18 de setembro
Tiganá Santana é um dos destaques | Foto: José de Holanda / Divulgação

Em adaptação aos protocolos como medida de combate à pandemia da Covid-19, o Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) realiza sua 16ª edição em formato virtual, entre os dias 15 e 18 de setembro, com o tema "Cultura é Vida".

 

As transmissões das mesas e atrações culturais serão ao vivo, abertas ao público, através do site do evento, onde também está disponível toda programação (clique aqui) e no canal oficial no YouTube (clique aqui). Dentre os destaques do evento está a aula-show “Transtemporalidade, tecnologias e arte-feitiço negras”, ministrada pelo filósofo e cantor Tiganá Santana, no dia 16, a partir das 19h. 

 

O Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) é promovido pelo Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Espetáculo 'O Último Capítulo' entra em cartaz virtual na próxima semana
Foto: Divulgação

Estreia no dia 9 de setembro o espetáculo "O Último Capítulo". Encenado no meio virtual, no YouTube, a peça, que segundo o criador, o ator Danilo Cairo, é tem uma "linguagem híbrida", mistura o audiovisual com elementos cênicos do teatro. Junto com o espetáculo também haverá a estreia da segunda edição do projeto "Tem Psicoterapeuta na Plateia". As apresentações seguem pelos dias 14, 21 e 28 de setembro, sempre às 20h.

 

Na obra, o jovem Matias Deodato, um bacharel em Direito, que se afirma como um grande azarado no mundo e acumulador de infortúnios, decide colocar um ponto final na sua história, transmitindo tudo através de uma live dentro da casa da família em que foi criado desde criança, com o objetivo de realizar uma encenação do seu possível último dia de vida.

 

A Casa Preta, espaço cultural no bairro do Dois de Julho, será palco para encenação e o compartilhamento das memórias da vida de Matias, a partir de cada cômodo e objetos espalhados em sua casa, bem como pensamentos sobre o sentido da existência, a metáfora da morte, as contradições do amor, as heranças da família e questionando o que vem a ser a felicidade e quais são os motivos que nós temos pra se manter vivos nos dias de hoje.

 

A partir desse enredo de passagens autobiográficas e de questões que abordam esperança, amizade, contradições, realização, sonho, vida e morte, o ator vai assumindo diversas subjetividades, interpretando na narrativa não só o Mathias, mas também outros personagens da vida do protagonista. 

 

Em sua live a morte, Matias vai tecendo com muito humor e emoção a relação direta com cada parte desta casa, seus objetos, memórias e com a própria plateia digital; entrelaçando ficção e realidade até a grande revelação que acontece no final desta espécie de espetáculo live.

 

"Em seu último capítulo, Matias Deodato transforma sua vida em uma espetacularização da realidade. O seu caso não é o único, nas últimas duas décadas temos visto o aumento de transmissão de suicídio em plataformas digitais", ressalta Cairo, que aponta que a transposição do espetáculo para o meio virtual é foi desafio.

 

Pensando na temática do suicídio e outros assuntos relacionados a campanha nacional do Setembro Amarelo, Danilo Cairo e Toca de Teatro realizam o projeto "Tem Psicoterapia na Plateia", desta vez em formato digital. O público assistirá ao espetáculo O Último Capítulo – inspirado em conto escrito em 1833 por Machado de Assis – e, em seguida, ocorrerá um bate-papo virtual com psicoterapeutas convidados 

 

Os ingressos custam entre R$ 10 e R$ 50 e estão disponíveis na plataforma Sympla.

 

SERVIÇO
O QUÊ: O Último Capítulo - projeto Tem Psicoterapeuta na Plateia
QUANDO: 09 de setembro (quarta) e 14, 21 e 28 de setembro (segundas)
ONDE: YouTube - link de acesso será encaminhado via email
QUANTO: Entre R$ 10 e R$ 50

Festa do Cinema Italiano exibe 20 filmes em edição online de 28 de agosto a 10 de setembro
'Martin Eden' é um dos destaques da programação | Foto: Divulgação

Este ano realizado de forma virtual por causa da pandemia do novo coronavírus, a Festa do Cinema Italiano realiza a edição 2020 entre os dias 28 de agosto e 10 de setembro, com a exibição de 20 obras, através da plataforma Looke. 

 

Os longa-metragens “Martin Eden”, de Pietro Marcello, que deu a Luca Marinelli a Copa Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza 2019, e “O Sonho de uma Família”, de Ginevra Elkann, são os grandes destaques da programação deste ano.

 

Além disso, o público poderá conferir ainda nove produções inéditas nos cinemas brasileiros. Dentre as estreias nacionais estão “Normal”, de Adele Tulli, destaque no Festival de Berlim 2019;  “Os Mosqueteiros do Rei”, dirigido por Giovanni Veronesi e estrelado por Pierfrancesco Favino, Valerio Mastandrea, Rocco Papaleo e Sergio Rubini;  além das comédias “Como um Peixe Fora D’Água”, de Riccardo Milani e “Bendita Loucura”, de Carlo Verdone.

 

A programação completa pode ser consultada no site oficial da Festa do Cinema Italiano (clique aqui).

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

ACM Neto

ACM Neto
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".

 

Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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