Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
violencia nos estados
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, se reuniu com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, na noite da última quinta-feira (6) para discutir medidas de cooperação. O encontro definiu diretrizes para dois protocolos que serão assinados em breve: um voltado ao combate à manipulação de resultados e outro para prevenção da violência nos estádios.
"Foi uma reunião muito produtiva. O diretor-geral da Polícia Federal é um grande parceiro e tem muita experiência no futebol. Ele demonstrou interesse em cooperar com a CBF nos desafios que teremos pela frente", destacou Ednaldo.
Outro tema discutido foi a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Andrei é especialista em segurança de grandes eventos esportivos e já atuou como secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, sendo responsável pela organização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
A CBF tem reforçado o compromisso com a integridade esportiva. Um relatório da Sportradar, empresa de tecnologia esportiva, divulgado em janeiro, apontou uma redução de 73% nos casos suspeitos de manipulação de resultados no futebol brasileiro. Em 2023, apenas quatro partidas organizadas pela CBF foram consideradas suspeitas, representando 0,18% do total de jogos.
Para intensificar o controle, a entidade ampliou o monitoramento de partidas. Se antes eram analisados cerca de 2 mil jogos, agora mais de 10 mil partidas das competições organizadas pela CBF e pelas 27 federações estaduais estão sob vigilância.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.