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violencia contra animais
A Justiça determinou que um policial militar denunciado por atirar contra uma vizinha e os cães dela seja submetido a júri popular em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul. A decisão foi tomada quase 11 anos após o crime e ainda cabe recurso.
Conforme as investigações, o então tenente da Polícia Militar Wilson Pedro dos Santos Júnior teria se irritado após os animais urinarem no gramado da residência dele, localizada em um condomínio da cidade. O episódio ocorreu no dia 13 de junho de 2015. Um dos cães atingidos pelos disparos não resistiu e morreu.
VÍDEO: PM que matou cachorro durante discussão com vizinha na Bahia vai a júri popular
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) January 27, 2026
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Conforme o G1, na decisão, publicada na última sexta-feira (23), o juiz Gustavo Vargas Quinamo entendeu que há elementos suficientes para levar o réu a julgamento pelo Tribunal do Júri, classificando o caso como tentativa de homicídio contra a tutora dos animais.
Em relação ao crime praticado contra o cão, o magistrado reconheceu a prescrição. A data da sessão do júri ainda será definida. O policial militar responde ao processo em liberdade.
CRIME REGISTRADO POR CÂMERAS
Imagens de câmeras de segurança instaladas no condomínio registraram o momento do ataque. Nas gravações, a mulher aparece passeando com dois cachorros quando ocorre a ação. Um dos animais foi atingido por diversos disparos, enquanto o outro conseguiu ser salvo.
Após perceber que o cachorro havia urinado no gramado da casa dele, o policial teria ido atrás da mulher e efetuado os disparos.
Depois do ocorrido, a tutora do animal morto, a advogada tributarista Bruna Holtz, e o marido dela, o fisioterapeuta Bruno Medeiros, deixaram o imóvel onde residiam por receio de represálias. O policial foi afastado das funções após o episódio, mas não há informações sobre a situação funcional na corporação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).