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viola
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o ex-atacante Paulo Sérgio Rosa, conhecido como Viola, a três anos de prisão em regime inicialmente aberto pelo crime de porte ilegal de arma de fogo. A pena foi substituída por sanções restritivas de direitos.
A decisão se refere a um episódio ocorrido em 2012, quando o ex-jogador foi detido por cinco dias após a ex-esposa comunicar à polícia que ele teria se trancado em casa com o filho do casal, depois de perder a guarda da criança. No local, policiais apreenderam uma espingarda, um revólver e munições.
Embora a ação penal tenha sido instaurada há 14 anos, o julgamento foi concluído apenas em 2026. Além da prestação de serviços comunitários, a sentença prevê o pagamento de multa equivalente a um salário mínimo vigente à época dos fatos. A condenação foi proferida pelo juiz Gustavo Nardi, do foro de Santana de Parnaíba.
Viola, de 57 anos, foi campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994. Revelado pelo Corinthians, acumulou passagens por Vasco, Santos, Palmeiras e Bahia, além de experiências no futebol europeu. Entre os principais títulos estão a Copa do Mundo de 1994, a Copa do Brasil de 1995 e o Campeonato Brasileiro de 2000.
Debilitado por causa da esclerose lateral amiotrófica, que enfrenta há quatro anos, o ex-comandante do Exército general Eduardo Villas Bôas revelou ao jornalista José Hamilton Ribeiro que uma das limitações que mais lamenta “é, de vez em quando, não poder tocar um pouco” de violão e viola.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o relato do militar foi feito através de mensagem no WhatsApp, na qual ele disse estar emocionado ao receber o livro “Música Caipira: As 270 Maiores Modas de Todos os Tempos”, de autoria do jornalista.
Para Villas Bôas a publicação “trata-se de uma obra prima, uma verdadeira joia rara”, destacando que “muita coisa da música sertaneja de raiz está se perdendo na fumaça do tempo”. O general da reserva contou ainda sobre sua relação com a música. “Sou de família de agricultores do RS, talvez por isso me identifiquei com tudo que vem do campo. Sempre toquei um pouco de violão e, depois de velho, com os dedos duros, me arrisquei na viola. Eu era o ‘violeiro embrulhão’ do pagode em Brasília”, contou.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.