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Segunda Olimpíada que mais distribuiu camisinhas na Vila Olímpica na história, a organização de Paris 2024 disponibilizou 300 mil preservativos aos cerca de 14.250 atletas que estiveram na disputa do evento esportivo ao longo das últimas três semanas. O número resultou em uma média de 21 camisinha para cada atleta. Desde que a prática foi adotada, em Seul 1988, somente a Rio 2016 superou a marca, com um total de 450 mil preservativos distribuídos para homens e mulheres há oito anos.
Apesar da grande quantidade de preservativos distribuídos, a animação dos atletas parece ter sido outra. A brasileira Ana Caroline da Silva, integrante da delegação de atletismo, que disputou a prova de arremesso de peso, comentou em seu perfil no X: "A Vila Olímpica estava parada. Os atletas pegaram as camisinhas para fazer coleção em casa, só pode!". Em tom de brincadeira, a atleta sugeriu que os preservativos estariam sendo guardados como coleção.
A edição anterior, em Tóquio 2020, foi marcada pelo distanciamento social por conta da pandemia da Covid-19, e teve apenas 150 mil camisinhas distribuídas, mesma marca de Londres 2012.
Confira as edições de Olimpíadas com mais camisinhas distribuídas:
- Rio-2016: 450 mil
- Paris-2024: 300 mil
- Tóquio-2020 e Londres-2012: 150 mil
- Atenas-2004: 130 mil
- Pequim-2008: 100 mil
- Sydney-2000 e Barcelona-1992: 90 mil
- Atlanta-1996: 15 mil
- Seul-1988: 8.500
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.