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vigilante morto
Um porteiro de uma escola foi morto a tiros na noite desta quinta-feira (17) em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste baiano. Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu por volta das 19h, na frente do Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza, no bairro Santa Cruz.
A vítima, identificada como Alef Moura, de 29 anos, trabalhava quando foi abordado por um homem, ainda não identificado. Os dois chegam a conversar por alguns segundos, quando o acusado saca uma arma e dispara contra o vigilante. Depois, o homem fugiu a pé.
Até o final da tarde desta sexta-feira (18) não havia informações sobre o paradeiro do atirador. Conforme o Blog do Braga, parceiro do Bahia Notícias, o porteiro chegou a ser socorrido pelo Samu e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
O corpo do vigilante foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras, na mesma região, para a realização da necropsia. A delegacia de Luís Eduardo Magalhães apura a autoria e a motivação do homicídio.
Um vigilante de 36 anos morreu, nesta quinta-feira (14), no bairro da Sete Portas, em Salvador, após ser baleado durante um assalto. A vítima, identificada como Leandro Santos do Carmo, se dirigia ao trabalho quando foi abordado por uma dupla por volta das 7h.
Na ocasião, os criminosos dispararam contra o segurança que foi atingido nas costas e também foi encontrado com ferimentos na boca pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (Samu 192).
Ele chegou a ser levado ainda com vida para uma unidade de saúde da capital baiana. No entanto, Leandro não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.