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O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, comentou, durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, na tarde desta segunda-feira (14), sua relação com os irmãos Geddel e Lúcio Lima Vieira Lima e com o MDB, antigo PMDB. Fábio esclareceu que não tem mais contato. “Não tenho mais relação e não tenho filiação partidária.”
Durante sua trajetória política, Mota passou pelo PMDB, atual MDB, e foi afilhado político dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima na Bahia. O líder rubro-negro já atuou como secretário municipal de Salvador da Cultura e Turismo, Transporte, Mobilidade e Serviços Públicos, durante as gestões de João Henrique, ACM Neto e Bruno Reis. Além de contribuir com a campanha de Neto ao governo do estado.
Sobre a sua saída da política, o presidente do clube declarou que saiu tranquilo e de “cabeça erguida".
“Graças a Deus sai de cabeça erguida, o que não é fácil. Não respondo a nenhum processo, nem ação, mas sinto saudades da convivência e da relação e de estar ali podendo ajudar na vida das pessoas é muito bom, é muito gratificante, mas do cargo em si, eu nunca fui preso a cargo”, disse, acrescentando que agora o seu foco é totalmente o Vitória.
Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.