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O empresário e apresentador Roberto Justus, de 70 anos, saiu em defesa da filha, Vicky, de 5 anos, após a garota ser alvo de críticas por posar com uma bolsa de grife avaliada em mais de R$ 10 mil.
Na ocasião, a pequena posou em uma foto ao lado da mãe, Ana Paula Siebert, de 37 anos, segurando uma mini bolsa da grife Fendi, que chega a custar R$ 14 mil.
Em vídeo, o casal afirmou que estão tomando medidas jurídicas após os ataques a garota. "Ela [Vicky] apareceu com uma bolsinha que, inclusive, nós nem compramos. Ainda que tivéssemos comprado, não cabe julgar. O julgamento extrapolou o bom senso", afirma o casal.
Um dos comentários citados por Justus foi feito por um rapaz que se identificava como professor, que chegou a afirmar que só a "guilhotina" resolveria o caso.

"Falaram que 'só guilhotina resolve'. A pessoa escreveu isso! Depois de algumas horas começou a ser denunciado e apagou, mas nós temos o print. É instigar a morte, o ódio, é inaceitável! Por isso que estamos falando, porque é inaceitável. Se a gente começa a assinar embaixo de que a internet é a terra de ninguém, que todo mundo pode falar o que quiser e escrever o que quiser... não é assim que funciona."
Justus garantiu que irá tomar medidas judiciais sobre o caso. "Já acionei todo o corpo jurídico. Não vou aceitar ameaças à minha família que é ridícula e não tem o menor cabimento. [...] Eu tenho muita pena dessa gente que tem um amargor deste tamanho no coração. [...] Nós vamos tomar as providências".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.