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vereadores de porto seguro
Dois vereadores do PSD em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, foram cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida foi tomada em sessão da noite desta terça-feira (2) e atinge os vereadores Ronildo Vinhas Alves, conhecido como Nido; e Evanildo Lage, o Van Van do Arraial. O partido foi punido por fraude à cota de gênero nas eleições para vereador em 2020.
Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, devem ser empossados no lugar dos dois afastados Rodrigo Borges (PSC) e Priscila Cardoso Nascimento (PT). A decisão foi tomada por unanimidade pelos ministros, que acompanharam o voto da relatora, Cármen Lúcia.
Ainda segundo informações, Van Van do Arraial foi eleito vereador pela primeira vez em 2016 com 2.250 votos, sendo o primeiro a superar os 2 mil votos em Porto Seguro. Reeleito em 2020 pelo partido PSD, novamente foi o mais votado, com 1.939 votos.
Já Nido estava no terceiro mandato em Porto Seguro. Os novos vereadores deverão ser empossados no prazo de 30 dias. Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), os dois novos vereadores argumentaram que o PSD de Porto Seguro indicou a candidata Eliene Pereira do Carmo, a Eliene do Táxi, para concorrer ao pleito de 2020 com o único intuito de preenchimento da cota de gênero.
No entanto, Eliene não teria realizado propaganda eleitoral, não declarou gastos de campanha, nem recebeu voto, além de ter feito campanha para Nido. Antes, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-BA) julgou a ação improcedente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.