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venus williams
Ex-número 1 do mundo, Venus Williams foi confirmada no Australian Open e voltará a disputar um Grand Slam aos 45 anos. Convidada pela organização do torneio, a americana se tornará a tenista mais velha a competir na chave principal do evento, superando a marca da japonesa Kimiko Date, que jogou a competição aos 44 anos, em 2015. O torneio começa no dia 18 de janeiro, em Melbourne.
Sete vezes campeã de Grand Slam, Venus não participava do Australian Open desde 2021, quando foi eliminada na segunda rodada pela italiana Sara Errani. Atual número 148 do ranking da WTA, a americana foi vice-campeã do torneio em 2003 e 2017, ambas as vezes derrotada pela irmã Serena Williams. Ao todo, soma 22 participações na competição australiana.
“Estou animada por estar de volta à Austrália e ansiosa para competir durante o verão australiano. Tenho tantas lembranças incríveis de lá e sou grata pela oportunidade de retornar a um lugar que significou tanto para a minha carreira”, afirmou a tenista.
Antes de entrar em quadra no Australian Open, Venus disputará o Torneio Internacional de Hobart, também na Austrália, por meio de convite, e o WTA 250 de Auckland, na Nova Zelândia, que começa nesta segunda-feira (5).
Nos últimos anos, a atleta enfrentou problemas físicos e de saúde que a afastaram das competições por mais de um ano. Em 2024, passou por uma cirurgia para retirada de miomas uterinos e retornou ao circuito em julho, no WTA 500 de Washington. Na ocasião, estabeleceu outra marca histórica ao derrotar Peyton Stearns, então número 35 do mundo, tornando-se a tenista mais velha a vencer uma partida desse nível desde Martina Navratilova, em 2004, aos 47 anos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.