Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
venus williams
Ex-número 1 do mundo, Venus Williams foi confirmada no Australian Open e voltará a disputar um Grand Slam aos 45 anos. Convidada pela organização do torneio, a americana se tornará a tenista mais velha a competir na chave principal do evento, superando a marca da japonesa Kimiko Date, que jogou a competição aos 44 anos, em 2015. O torneio começa no dia 18 de janeiro, em Melbourne.
Sete vezes campeã de Grand Slam, Venus não participava do Australian Open desde 2021, quando foi eliminada na segunda rodada pela italiana Sara Errani. Atual número 148 do ranking da WTA, a americana foi vice-campeã do torneio em 2003 e 2017, ambas as vezes derrotada pela irmã Serena Williams. Ao todo, soma 22 participações na competição australiana.
“Estou animada por estar de volta à Austrália e ansiosa para competir durante o verão australiano. Tenho tantas lembranças incríveis de lá e sou grata pela oportunidade de retornar a um lugar que significou tanto para a minha carreira”, afirmou a tenista.
Antes de entrar em quadra no Australian Open, Venus disputará o Torneio Internacional de Hobart, também na Austrália, por meio de convite, e o WTA 250 de Auckland, na Nova Zelândia, que começa nesta segunda-feira (5).
Nos últimos anos, a atleta enfrentou problemas físicos e de saúde que a afastaram das competições por mais de um ano. Em 2024, passou por uma cirurgia para retirada de miomas uterinos e retornou ao circuito em julho, no WTA 500 de Washington. Na ocasião, estabeleceu outra marca histórica ao derrotar Peyton Stearns, então número 35 do mundo, tornando-se a tenista mais velha a vencer uma partida desse nível desde Martina Navratilova, em 2004, aos 47 anos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.