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venda ilegal de armas
A Polícia Federal (PF) em Juazeiro, no Sertão do São Francisco, deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a operação Fogo Amigo 2 para desarticular uma organização criminosa especializada na comercialização ilegal de armas e munições em Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
Três dos mandados de busca e apreensão são cumpridos em Petrolina, cidade pernambucana vizinha a Juazeiro. Os outros mandados ocorrem em Arapiraca (AL) 2, Maceió (AL) 1, Marechal Deodoro (AL) 1, São Cristóvão (SE), 1 e Araripina (PE) 1.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Nesta segunda fase da operação, que é um desdobramento da Fogo Amigo 1, cerca de 80 policiais participam do cumprimento dos nove mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o sequestro de bens e o bloqueio de valores de até R$ 10 milhões pertencentes aos investigados.
Além disso, foram impostas medidas cautelares como a suspensão da atividade econômica de duas lojas suspeitas de comercializar material bélico de forma irregular, o afastamento cautelar de funções públicas e outras medidas alternativas à prisão.
Ainda segundo a PF, a ação é realizada de forma integrada com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público da Bahia (MP-BA), com apoio da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Caatinga, do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI) de Pernambuco, das Corregedorias Gerais da Polícia Militar da Bahia e de Pernambuco, além do Exército Brasileiro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, comércio ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Somadas, as penas previstas para os crimes investigados podem chegar a até 35 anos de reclusão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.