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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

veja

Michel Temer diz à Veja que eleitor está cansado da disputa Lula x Bolsonaro e defende que país saia da polarização
Foto: Reprodução Youtube

“Ou superamos o passado ou não teremos futuro”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Michel Temer, em entrevista à edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (23) às bancas. A frase de Temer se refere à polarização que domina a política brasileira. 

 

“No meu tempo havia oposição, mas não havia essa radicalização de posições”, colocou o ex-presidente. Superar o passado, segundo ele, é a única receita para o Brasil sair do “atoleiro político” em que se encontra hoje.

 

À revista, o ex-presidente defendeu a construção de um pacto político contra a polarização. Michel Temer afirma que o eleitor brasileiro está cansado da disputa entre Lula e Bolsonaro, e diz acreditar que a alternativa aos dois passa pela moderação. 

 

“É um momento em que os candidatos podem lançar projetos para o país. Se isso acontecesse, ao invés da disputa Lula e Bolsonaro, teríamos uma disputa de projetos para chegar ao poder. Essa pregação parece de certa ingenuidade, eu sei, mas não é. O ideal seria o centro e a centro-direita terem um programa para o país para se opor a outro programa, e daí nós melhoramos as relações políticoeleitorais-administrativas no país”, explica o ex-presidente.

 

Michel Temer diz à Veja que já foi procurado pelos governadores que pretendem disputar a Presidência, e teria dado a eles essa sugestão. Há pelo menos quatro atuais governadores que demonstram intenção de se candidatar em outubro: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (Paraná).

 

“Qualquer um deles que vier a ser candidato representa muito adequadamente o meu pensamento. O eleitorado está cansado dessa disputa de nome contra nome”, concluiu Temer.

 

O ex-presidente também foi questionado se a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia ser um fato de união da centro-direita. Para Temer, se Fávio chegar a um segundo turno, o nome dele acabará sendo uma opção natural do centro, da centro-direita e da “direita radical”. 

 

A revista Veja perguntou ainda ao ex-presidente Michel Temer se ele se incomoda com declarações do presidente Lula o chamando de “golpista”. Temer disse que Lula faz isso para agradar a militância, mas mostrou não gostar do tratamento que lhe é dispensado.

 

“Conheço bem o presidente Lula. Sempre me dei muito bem com ele e ele comigo. Mas ele faz isso para agradar a uma ala do PT. Não deveria fazê-lo. Muita gente diz que, como fizemos grandes reformas, como recuperamos as estatais, como reduzimos juros, como recuperamos o PIB, como reduzimos inflação — se foi golpe, foi golpe de sorte. Não me incomodo minimamente mais com isso. Compreendo essas coisas e, com toda a franqueza, fico acima dessas palavras inteiramente inadequadas”, disse Michel Temer.
 

Revista afirma que PGR arquivou pedido de investigação sobre uso de sósias de Lula pela Presidência
Foto: Reprodução site Money Report

A coluna “Radar” da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (9) às bancas afirma que no final do ano passado, a Procuradoria-Geral da República arquivou um pedido de investigação sobre a existência de sósias do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República. A coluna é liderada pelo jornalista Robson Bonin. 

 

De acordo com a revista, a PGR recebeu uma denúncia anônima de que os sósias estariam se passando pelo presidente Lula no comando do governo. O denunciante afirmou que “quatro ou cinco atores de diversas aparências” se passariam por Lula para cometer crimes de corrupção na Presidência. O MPF descartou a possibilidade. 

 

Existem diversos canais em redes sociais que divulgam fotos e vídeos que comprovariam a tese de que o governo utiliza sósias do Lula em determinados eventos públicos. A tese do uso de sósias cresceu principalmente após o acidente que o presidente Lula sofreu no banheiro do Palácio da Alvorada, quando escorregou e bateu a cabeça.

 

Há teorias da conspiração na internet e redes sociais que afirmam que Lula teria inclusive morrido naquele acidente, e desde então o governo estaria se utilizando dos tais sósias para preencher o lugar do presidente.

 

Outra investigação que teria sido arquivada pela Procuradoria, segundo a coluna “Radar”, foi o inquérito aberto para investigar a sonegação, pela Presidência da República, de informações sobre gastos de Lula e da primeira-dama Janja. No mesmo inquérito havia o pedido de investigação sobre visitas dos filhos de Lula ao Palácio da Alvorada. 

 

A revista afirma que o inquérito sobre os gastos foi arquivado monocraticamente pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

Ministra quebra o silêncio e fala pela primeira vez sobre assédio que sofreu de Silvio Almeida: "eu só queria que parasse"
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A revista Veja deste fim de semana, que já está chegando nas bancas nesta sexta-feira (4), traz em sua edição a primeira entrevista da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, desde a demissão de seu colega dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. O ministro foi demitido no começo do mês de setembro após se tornarem públicas acusações de que ele teria assediado sexualmente a ministra Anielle e outras mulheres.

 

Nesta semana, na última quarta (2), a ministra da Igualdade Racial prestou depoimento à Polícia Federal, e confirmou ter sofrido importunação sexual por parte do ex-ministro Silvio Almeida. Anielle Franco, em depoimento que durou uma hora, alegou que as ações inapropriadas de Almeida começaram na transição do governo, antes da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Desde a demissão de Silvio Almeida, a ministra Anielle Franco ainda não havia falado publicamente a respeito da importunação que sofreu. A revista Veja traz em sua capa uma foto da ministra com uma frase dela dita na entrevista: "eu só queria que parasse". 

 

Segundo contou a ministra da Igualdade Racial, no período de transição de governo, ela já começou a ouvir insinuações veladas de Silvio Almeida. Mais tarde, já como ministra, vieram as frases embaraçosas, os comentários sexistas e os convites impertinentes. Por fim, surgiram os gestos grosseiros e os toques indesejados e não consentidos por parte do então ministro. 

 

Por não saber exatamente como reagir, Anielle Franco acabou agindo de forma contrária ao que ela mesma aconselharia às mulheres que passam pela mesma situação: a princípio, por medo e vergonha, a ministra se calou. "Ficamos com medo do descrédito, dos julgamentos, como se o que aconteceu fosse culpa nossa", reconhece Anielle na entrevista exclusiva. 

 

"É importante deixar claro que o que aconteceu comigo foi um crime de importunação sexual", disse a ministra, ao quebrar o silêncio que se autoimpôs. Ao mesmo tempo, ela adverte que ainda é muito difícil tratar publicamente do assunto. 

 

"A gente está falando de um conjunto de atos inadequados e violentos sem consentimento e reciprocidade, que, infelizmente, mulheres do mundo inteiro vivenciam diariamente", justifica.

 

 

A entrevista da ministra da Igualdade Racial a Veja foi concedida logo após ela prestar depoimento à Polícia Federal. Ao ser questionada pela revista sobre o que teria exatamente acontecido entre ela e o ministro dos Direitos Humanos, Anielle Franco preferiu não entrar em detalhes. 

 

"Apesar da dor, da violência e da decepção, falei todo o necessário nas instâncias devidas, conforme me comprometi a fazer. Publicamente não quero entrar em detalhes, para preservar as investigações em em curso e também porque não quero repetir, repetir e repetir a violência. Traumas não são entretenimento", afirmou. 

 

Na resposta à pergunta da Veja se ela teria de arrependido de não ter feito alguma coisa em relação ao episódio, ela disse ter se culpado pela falta de reação. 

 

"Fico me perguntando o tempo todo por que não reagi na hora, por que não denunciei imediatamente, por que fiquei paralisada. Me culpei muito pela falta de reação imediata, e essas dúvidas ficaram me assombrando. Me lembrava de todas as mulheres que já tinha acolhido em situação de violência.  Mas o fato é que não estamos preparadas o suficiente para enfrentar uma situação assim nem quando é com a gente. Eu me senti vulnerável", disse a ministra.

 

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra no site da revista Veja. 
 

Veja divulga áudios em que Cid critica PF e Alexandre Moraes, diz que suas falas foram distorcidas e que Bolsonaro ficou rico
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A revista Veja antecipou na noite desta quinta-feira (21) a sua reportagem de capa, e o tema é bombástico: a publicação obteve com exclusividade uma série de áudios em que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do governo Jair Bolsonaro, durante conversa com uma amiga que não foi identificada, faz diversas revelações e críticas à Polícia Federal, ao Ministério Público e também ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. 

 

Cid, em um extenso desabafo, disse que as suas declarações no acordo de delação premiada teriam sido distorcidas, assim como informações foram tiradas de contexto e outras omitidas pela Polícia Federal. O tenente-coronel, que voltou a depor na Polícia Federal na última segunda-feira, 11, faz diversas críticas à conduta dos agentes da PF, assim como à investigação sobre a tentativa de um golpe de estado pelo governo Bolsonaro. 

 

.“Eles (os policiais) queriam que eu falasse coisa que eu não sei, que não aconteceu. Você pode falar o que quiser. Eles não aceitavam e discutiam. E discutiam que a minha versão não era a verdadeira, que não podia ter sido assim, que eu estava mentindo”, afirmou Mauro Cid.

 

Segundo o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsnaro, a Polícia Federal, ao tomar o seu depoimento, já estaria com uma “narrativa” pronta, e teria tentado encaixar a versão de Cid a fatos pré-determinados. 

 

“Eles estão com a narrativa pronta. Eles não queriam saber a verdade, eles queriam só que eu confirmasse a narrativa deles. Entendeu? É isso que eles queriam. E todas as vezes eles falavam: ‘Ó, mas a sua colaboração. Ó, a sua colaboração está muito boa’. Ele (o delegado) até falou: ‘Vacina, por exemplo, você vai ser indiciado por nove negócios de vacina, nove tentativas de falsificação de vacina. Vai ser indiciado por associação criminosa e mais um termo lá’. Ele falou assim: ‘Só essa brincadeira são trinta anos para você’.”

 

Sobre Alexandre de Moraes, o tenente-coronel Mauro Cid faz duras críticas ao ministro do STF. Moraes é o responsável pelas investigações sobre a tentativa de golpe de Estado no final do governo Bolsonaro, assim como sobre a venda de joias e registros de vacina falsificados. 

 

“O Alexandre de Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser. Com Ministério Público, sem Ministério Público, com acusação, sem acusação”, disse.

 

Mauro Cid também faz uma revelação que não consta em nenhum de seus depoimentos à Polícia Federal: a de que o ministro Alexandre de Moraes teria mantido um suposto encontro com o ex-presidente Bolsonaro. 

 

“Eu falei daquele encontro do Alexandre de Moraes com o presidente, eles ficaram desconcertados, desconcertados. Eu falei: ‘Quer que eu fale?’.”

 

Em outro trecho, o tenente-coronel volta a criticar o ministro do STF: “O Alexandre de Moraes já tem a sentença dele pronta, acho que essa é que é a grande verdade. Ele já tem a sentença dele pronta. Só tá esperando passar um tempo. O momento que ele achar conveniente, denuncia todo mundo, o PGR acata, aceita e ele prende todo mundo”. 

 

Os áudios obtidos pela revista Veja também mostram um Mauro Cid ressentido com ex-companheiros de governo, pelos prejuízos que sofreu com os processos a que responde. Em dado momento, o tenente-coronel faz críticas também ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

“Quem mais se f... fui eu. Quem mais perdeu coisa fui eu. O único que teve pai, filha, esposa envolvido, o único que perdeu a carreira, o único que perdeu a vida financeira fui eu. Ninguém perdeu carreira, ninguém perdeu vida financeira como eu perdi. Todo mundo já era quatro estrelas, já tinha atingido o topo, né? O presidente teve Pix de milhões, ficou milionário, né?", disse.

 

Há ainda nos áudios uma tentativa de Mauro Cid de justificar os motivos que o levaram a colaborar com a Polícia Federal e fechar um acordo de delação premiada. 

 

“Se eu não colaborar, vou pegar trinta, quarenta anos. Porque eu estou em vacina, eu estou em joia… Vai entrar todo mundo em tudo. Vai somar as penas lá, vai dar mais de 100 anos para todo mundo. Entendeu?. A cama está toda armada. E vou dizer: 'os bagrinhos estão pegando dezessete anos'. Teoricamente, os mais altos vão pegar quantos?”, questionou Mauro Cid. 

 

“Ouvindo a conversa, a impressão que se tem é que há dois Cids diferentes na mesma pessoa — o colaborador, cujas informações têm sido fundamentais para desnudar a tentativa de golpe, e o injustiçado, cujas palavras estão sendo modificadas por policiais enviesados. Um deles, evidentemente, não diz a verdade”, diz a revista Veja em sua reportagem de capa. 
 

Pesquisa mostra forte apoio a Bolsonaro e Michelle, e o ex-presidente diz ter certeza que será candidato em 2026
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Apesar de ver o cerco se fechar ao seu redor e de seus aliados em diversas investigações, como na operação mais recente da Polícia Federal sobre uma tentativa de golpe após as eleições de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro mantém quase inalterada a sua popularidade entre seus eleitores. Pesquisa divulgada na edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (9) às bancas, realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, mostra a capacidade de resistência do ex-presidente e sua força para eleger um herdeiro (ou herdeira) político. 

 

No levantamento realizado entre os dias 24 e 28 de janeiro, o Paraná Pesquisas perguntou a eleitores em todos os estados quem eles votariam para presidente se a eleição fosse hoje. O resultado revelou o presidente Lula ainda na frente, com 36,9% de intenções de votos, mas com pouca diferença à frente de Jair Bolsonaro, que aparece com 33,8%. 

 

Despontam ainda na pesquisa os nomes de Ciro Gomes, com 7,8%, o governador do Paraná, Ratinho Jr., com 3,9%, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, com 3,9%, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 1,2%, e por fim, o governador do Pará, Helder Barbalho, com 0,8%. Na simulação de segundo turno, Lula ganha apertado, com 43,9% contra 41,9% de Jair Bolsonaro. 

 

O Instituto Paraná Pesquisas apresentou aos mais de dois mil entrevistados um segundo cenário, desta vez com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no lugar do seu marido. O presidente Lula continua na frente, com 37,6%, mas a ex-primeira-dama mostrou ser competitiva, já que conseguiu atingir 23% das intenções de voto. 

 

O segundo cenário ainda teve Ciro Gomes com 9,3%, Romeu Zema com 6,5%, Ratinho Jr. com 5,1%, Ronaldo Caiado com 1,9% e Helder Barbalho com 0,9%. Na simulação de segundo turno em disputa entre Lula e Michelle, o presidente recebeu 45,4% das intenções de voto contra 38,7% da esposa de Jair Bolsonaro. 

 

Os entrevistados também foram questionados sobre o impacto do apoio do presidente Lula e do ex-presidente Bolsonaro a um eventual candidato a prefeito nas eleições municipais deste ano. A pesquisa mostrou que a maior quantidade de respostas foi dada no sentido de que o apoio dos dois personagens da política não altera a decisão de escolha de um candidato.

 

No caso do presidente Lula, 35,4% dizem que o apoio dele a um eventual candidato não altera a sua escolha. Outros 31,6% dizem que o apoio de Lula aumenta a chance de escolha de um nome, enquanto 31,3% afirmaram que o fato de o presidente apoiar o candidato faz diminuir a chance de escolha do futuro prefeito de sua cidade. 

 

Em relação a Jair Bolsonaro, 42,6% afirmaram que o apoio dele a um eventual candidato não altera a sua escolha. Outros 29,2% dizem que o apoio do ex-presidente aumenta a chance de escolha de um nome, enquanto 25,3% responderam que o fato de Bolsonaro indicar algum candidato leva à diminuição da chance de escolha de um futuro prefeito. 

 

Na mesma matéria da revista Veja em que foi apresentada a pesquisa há uma entrevista com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que diz pretender ser candidato a presidente em 2026. Bolsonaro afirma ter confiança de que o Supremo Tribunal Federal irá reverter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que declarou a sua inelegibilidade eleitoral. 

 

“Pretendo sim (ser candidato), tá? Não posso acreditar que chegando ao Supremo, seis ou mais ministros confirmem a sanção imposta pelo TSE”, afirma o ex-presidente à Veja.
 

Selena Gomez será atração do Z Festival em São Paulo, diz revista
Foto: Reprodução / Instagram Selena Gomez
A passagem de Selena Gomez pelo Brasil em 2016 já é praticamente certa. Em março, a cantora confirmou a um fã que viria "em breve" ao país (lembre aqui) e, em maio, a Vogue Brasil revelou que os shows serão em dezembro (e aqui). Agora, a revista Veja anuncia que a cantora vai se apresentar em São Paulo como atração do Z Festival. Além disso, a publicação afirma que a “Revival Tour” vai passar por mais três cidades brasileiras, porém as datas e locais ainda não foram anunciados. Já o festival terá ainda shows de Anitta, Projota e Larissa Manoela, cantora e atriz das novelas do SBT.
Marcelo Nova rebate matéria da Veja e questiona profissionalismo da revista
Foto: Divulgação
Após publicação de uma suposta entrevista com Marcelo Nova, sobre o retorno do grupo Camisa de Vênus, na Veja desta semana, o músico baiano se manifestou no Facebook para desmentir a revista. “Fiquei surpreso quando li na revista Veja desta semana (13 de maio 2015), uma matéria sobre a volta da minha banda Camisa de Vênus Oficial, na seção CONVERSA. Algumas das perguntas que lá estão nem sequer me foram feitas e as respostas ficaram a cargo de vai se saber quem”, escreveu Nova na rede social. O cantor rebateu ainda declarações polêmicas atribuídas a ele, a respeito de Raul Seixas. “Como se não bastasse essa abordagem amadora, há uma suposta frase minha sobre Raul Seixas: 'Ele bebia muito e não aparecia para as apresentações'. Eu e Raul fizemos juntos 50 shows e ele compareceu em absolutamente todos. Foi muito mais profissional do que quem publicou este absurdo. Deixo uma pergunta: A quem interessa esse tipo de mentira barata?", indagou. 

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Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende
O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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