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veio da havan
Em representação protocolada na Procuradoria-Geral da República, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) pediu a abertura de investigação criminal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Cleitinho (Republicanos-MG), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o empresário Luciano Hang, por publicações envolvendo os produtos da marca Ypê e desmerecendo os alertas sanitários emitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Vimos isso acontecer na época da pandemia e vemos agora com essa história do lote contaminado dos produtos Ypê. Parece brincadeira, mas é coisa séria! Eles se aproveitam de situações como essa para polarizar a população e criar cortina de fumaça. O debate político passa a girar em torno da compra de detergente, em vez de pautas realmente importantes, como o fim da escala 6x1 e os desdobramentos do escândalo de corrupção do Banco Master”, disse o deputado petista.
Em sua representação, Rogério Correia afirma que os quatro citados podem ter cometido crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem. Além disso, o deputado acusa Nikolas, Cleitinho, Michelle e o “Véio da Havan” de incitação ao crime e infração de medida sanitária preventiva, por terem estimulado o uso e a compra de produtos atingidos por medidas sanitárias da Anvisa.
“O problema é que, para isso, eles colocam vidas em risco. Espalham desinformação e incentivam situações absurdas e perigosas, como essas que temos visto de pessoas tomando banho ou até escovando os dentes com detergente”, diz o parlamentar.
Segundo o documento, os envolvidos utilizaram redes sociais para desacreditar a atuação da agência sanitária, sugerir perseguição política contra a empresa e incentivar consumidores a continuarem utilizando os produtos mesmo após o alerta técnico.
“A campanha política dos representados caminhou em sentido oposto: transformou a cautela em fraqueza, a fiscalização em perseguição e o consumo do produto em prova de identidade política”, afirma a representação.
A peça apresentada à PGR afirma que a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de lotes de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê após identificar falhas graves no processo produtivo.
Em postagem nesta semana nas redes sociais, a deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) anunciou a apresentação de um projeto de lei para proibir a venda em todo o Brasil da chamada “fita cola-rato”. A deputada condenou o uso dessa fita que é uma armadilha que prende o rato e que, segundo ela, causa sofrimento prolongado a esse animal e pode “gerar problemas sanitários”.
O vídeo foi postado na conta da parlamentar no Instagram na última terça-feira (14), com um alerta de “conteúdo sensível”, já que a deputada exibia imagens de ratos sendo capturados pela armadilha. Depois da repercussão nas redes sociais, Duda Salabert apagou o vídeo.
Segundo a deputada, o método da “fita cola-rato” usado para capturar roedores causa sofrimento prolongado aos animais e pode gerar problemas sanitários. Ela afirma que a armadilha prende o rato por longos períodos, o que pode resultar em morte por exaustão, fome ou infecção.
“Você conhece a fita cola rato? Essa fita é uma armadilha que prende o rato e deixa ele agonizando por horas, às vezes dias. O rato tenta fugir, se debate e acaba arrancando a própria pele até morrer de exaustão ou fome. Enquanto não morre, o rato continua urinando e defecando no lugar porque está preso nessa fita. Ou seja, além da crueldade, vira também um foco de contaminação de doenças”, disse Duda Salabert.
A parlamentar também afirmou que o equipamento pode prender outros animais, como aves e filhotes de gatos. Segundo ela, isso aumenta os riscos sanitários e reforça a necessidade de discutir o controle de pragas com outras medidas.
“Essas armadilhas que são vendidas no supermercado não escolhem a espécie. Prendem aves, filhotes de gato e é muito comum, pasmem, para matar pombos”, afirmou.
Apesar do anúncio da apresentação do projeto, no sistema da Câmara ainda não há uma proposta com esse objetivo protocolada no sistema. A ideia da proposta recebeu diversas críticas nas redes sociais, entre elas do empresário Luciano Hang.
Em resposta às falas da deputada Duda Salabert, Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, questionou o que a população deveria fazer com os ratos: “Deixar tomar conta das casas? Resolver com abraço? Levar para a casa da deputada?”, perguntou.
“Enquanto isso, o país afunda em problemas reais: impostos altos, dívida pública disparando, poder de compra despencando, combustível caro… e essa é a prioridade?”, questionou o empreendedor, conhecido como Véio da Havan.
Com auxílio de Inteligência Artificial, golpista tem utilizado a imagem do empresário Luciano Hang, o “véio da Havan”, para enganar clientes com uma promoção que na verdade não existe.
Clientes têm ido a lojas de todo o Brasil em busca da promoção anunciada no vídeo, todavia, por se tratar de uma fraude, não a encontram.
Em nota, a equipe da Havan declarou que já está trabalhando para encontrar os responsáveis. “A equipe de segurança digital da varejista tem atuado para derrubar os diversos perfis que são criados nas redes sociais para divulgar o material. Além disso, o setor jurídico atua para responsabilizar os criminosos”.
VÍDEO: Com Inteligência Artificial, golpista usam vídeo de Luciano Hang, o“Véio da Havan”, para enganar clientes pic.twitter.com/8M8qdXeasf
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 4, 2023
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.