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vasco x criciuma
Um drible atípico de Yannick Bolasie, do Criciúma, na goleada sobre o Vasco por 4 a 0, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, deu no que falar nas últimas semanas. Inspirado pela boa atuação em São Januário após marcar o seu primeiro gol pelo clube e dar uma assistência, o congolês deu um "giro" sem a bola que irritou parte dos jogadores vascainos. Relembre o lance:
Vasco 0x3 Criciúma
— Fernandinho do Cavaco (@FDucavaco) April 27, 2024
Q golaço
Bolasie acabando com o Vasco
1 gol
1 assistência
1 drible maluco#Brasileirao2024 pic.twitter.com/PtqQhwSt3t
Semanas depois da partida que também foi responsável pela demissão do técnico Ramón Diaz, do Cruzmaltino, Bolasie foi questionado sobre o motivo do drible. O atleta revelou, em um tom bem humorado, que teve uma conversa com o juíz logo após o fim do jogo.
O Bolasie falando que o árbitro do jogo entre Vasco e Criciúma pediu pra ele não “driblar muito” e que após o jogo, o juíz disse que jogava com ele no FIFA
— DataFut (@DataFutebol) May 2, 2024
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
pic.twitter.com/t22B5LiKV9
"O árbitro me disse para eu não fazer mais aquilo (o drible) na partida. Foi algo muito estranho, eu nunca passei por isso antes, mas depois o árbitro me chamou após o fim da partida e disse que jogava comigo no FIFA e foi muito engraçado", comentou o jogador.
O Tigrão, que perdeu por 1 a 0 para o Bahia, na última partida válida pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, terá seu próximo compromisso contra o Palmeiras, no Estádio Heriberto Hulse, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na próxima semana, enfrenta novamente o Tricolor de Aço, dessa vez com o seu mando de campo, para tentar reverter o revés sofrido no jogo de ida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.