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varejao autopecas
A gestora Vinci Investimentos está comprando 55% da rede baiana O Varejão Autopeças em negociação que chega na casa dos R$ 110 milhões. A informação foi publicada nas redes sociais da varejista nesta sexta-feira (20). O investimento ainda aguarda aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Conforme publicação do BP Money, a compra não deve mudar o cotidiano da varejista, visto que o atual CEO do O Varejão, Hugo Santiago, também irá se tornar sócio, continuando no comando da companhia.
“O investimento tem o intuito de acelerar nosso crescimento, permitindo a expansão do negócio e o aperfeiçoamento do serviço que prestamos aos nossos clientes“, afirmou a companhia, em nota.
Contatado pelo BP Money, o CEO do Varejão Autopeças, Hugo Santiago, preferiu não se manifestar, uma vez que a transação ainda não foi aprovada pelo Cade.
O Varejão Autopeças atua no mercado de acessórios automotivos e revisão de veículos na Bahia. A companhia está recebendo investimentos do fundo Vinci Impacto e Retorno IV e outros veículos da gestora, segundo o “Pipeline”.
Com os investimentos, a empresa, com 16 lojas na Bahia, está avaliada em R$ 200 milhões. Seu faturamento atual é de R$ 200 milhões por ano.
A aquisição soma-se aos outros oito investimentos do Vinci Impacto e Retorno IV. Este é o primeiro aporte do fundo no comércio automotivo. O mercado tem atraído outros fundos de private equity por ter demanda resiliente e baixa concorrência com o e-commerce.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.