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vagabunda
O atacante Vitor Roque, do Palmeiras, voltou a ser citado em um episódio extracampo nesta terça-feira (16). Áudios divulgados pelo portal LeoDias mostram uma discussão acalorada entre o jogador e sua mãe, Hercília, com troca de acusações e ofensas.
Segundo a publicação, as gravações fazem parte de um processo movido pelo atleta contra a ex-esposa, a influenciadora Dayana Lins. A conversa teria ocorrido no período em que o atacante defendia o Real Betis, da Espanha, entre agosto de 2024 e janeiro de 2025.
Pessoas próximas relataram ao portal que, durante os dias de folga, Vitor costumava sair sem informar os familiares, o que teria motivado o questionamento da mãe. A reação do jogador foi ríspida:
“Problema é seu. Quer saber, pergunta para mim. Deixa de ser fofoqueira. Para de falar merda. Por que você está perguntando da minha vida para os outros?”, disse em um dos trechos.
Em meio à discussão, Hercília tentou repreender o filho e demonstrou emoção: “Eu declaro que Satanás não tem poder sobre a sua vida”. Vitor rebateu: “Nem da sua”.
O jogador também afirmou que passaria a noite fora. Em outro momento, elevou o tom:
“A senhora que é arrogante, sua prepotente! Sua arrogante. Vagabunda é a senhora, prepotente. Vai com suas amigas, filha da put\* todo mundo. Interesseira”. A mãe respondeu: “Você é outra pessoa. Eu não sou arrogante não, meu filho. Sou humilde até demais. Pergunta a Deus sobre mim”.
O atacante ainda acusou Hercília de falar dele pelas costas: “A senhora fala de mim pelas costas, menina. Não é mulher para falar na minha cara. É a segunda vez que eu pego falando mal de mim”. Na sequência, completou afirmando que os pais não o procuravam.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.