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vaga para branca
Um post de cunho racista de uma loja de Caetité, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano, chamou a atenção nas redes sociais. O fato ficou conhecido após o estabelecimento, denominado SD Presentes, compartilhar uma mensagem de vaga de emprego em que exigia critérios, como ser “mulher, solteira, sem filhos, expressiva, gentil, dócil e Branca, além de ter mínimo de 18 anos e ensino médio completo”, escreveu.
Depois da repercussão, a mensagem foi apagada. Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, o Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial emitiu uma nota de repúdio, identificando o fato como um caso de racismo, misoginia e machismo.
Um dos filhos do proprietário da loja se pronunciou. Alan Vinícius Ribeiro disse ser contra a atitude do pai, que teria sido o autor da mensagem. Segundo ele, o irmão e a mãe também discordam do posicionamento de cunho racista. “Não temos nada a ver com a conduta do meu genitor. Nos responsabilizamos tão somente por nossos atos e rogamos para que as medidas cabíveis sejam tomadas a fim de que práticas como essa não se repitam”, escreveu.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.