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vaga copa do brasil
Na tarde desta quarta-feira (8), a Federação Bahiana de Futebol (FBF), comunicou, por meio de nota oficial, o cancelamento da Copa Governador, que teve o anúncio de seu retorno no evento do conselho técnico do Baianão 2025, em novembro de 2024. Com a decisão tomada, a vaga da Copa do Brasil que seria concedida ao campeão do torneio estadual, vai ser destinada ao terceiro colocado da primeira fase do Campeonato Baiano, como assim prevê o art. 15 do regulamento oficial do Baianão 2025.
A Copa Governador tinha previsão de acontecer em até 20 dias após o término do Campeonato Baiano, mas a competição que retornaria ao calendário dos times do estado não vai mais acontecer neste ano pela baixa adesão do clubes.
Para ocorrer a Copa Governador deveria contar com a participação de no mínimo seis equipes, sendo quatro da Série A do estadual, mas apenas três clubes da elite e dois da Série B se inscreveram, não atingindo o número base de competidores.
Segundo o artigo 15 do regulamento do Campeonato Baiano, a vaga agora será dada ao 3° colocado do Baianão. Confira abaixo o que diz o art. 15 da competição:
Art. 15 – Considerando que a FBF possui 03 (três) vagas para a COPA DO
BRASIL – EDIÇÃO 2026, a terceira vaga será destinada à equipe campeã da COPA
GOVERNADOR DO ESTADO – EDIÇÃO 2025. Caso a mesma não seja realizada por alguma
razão, a vaga será destinada à equipe 3ª Colocada do CAMPEONATO BAIANO DE
FUTEBOL PROFISSIONAL SÉRIE “A” – EDIÇÃO 2025
Em 2025, a Série A do Baianão, que começa neste sábado (11), contará com a participação de Atlético de Alagoinhas, Bahia, Barcelona de Ilhéus, Colo-Colo, Jacobina, Jacuipense, Jequié, Juazeirense, Porto Sport Club e Vitória.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.