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vacinacao em massa
A União Europeia não recomendou o controle de fronteiras ou a vacinação da população em geral como medida de contenção do surto de mpox (varíola dos macacos), que tem se espalhado por toda a África. As indicações foram firmadas em uma reunião do Comitê de Segurança da Saúde, na última segunda-feira (19). As orientações são semelhantes às que foram sugeridas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Centro Europeu de Controle de Doenças (ECDC).
Segundo publicação do O GLOBO, as iniciativas são baseadas principalmente nas ações de vigilância epidemiológica e nas recomendações à população e aos viajantes que forem à República Democrática do Congo (RDC) e a países vizinhos, dado o “baixo risco” que a doença representa para a Europa, conforme Ministério da Saúde da Espanha.
O titular da pasta, Javier Padilla, explicou que o seu departamento estará atuando com as companhias aéreas para comunicar aos funcionários e viajantes que transitam para estes países, e solicitar às pessoas que pretendem viajar para essas regiões que marquem consulta para um “aconselhamento individualizado”, quando for se vacinar.
Entre os sintomas da doença estão febre, dores musculares, fadiga, lesões cutâneas e Linfadenopatia.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.