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vacina contra mpox
A vacina LC16m8 contra a mpox (varíola dos macacos) foi aprovada para ser incluída na lista de insumos de uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a Agência Brasil, o imunizante é o segundo aprovado pela entidade para combater a disseminação da enfermidade, que foi declarada emergência global em agosto.
A nova vacina chega após dados da entidade mostrarem que só neste ano foram registrados casos da mpox em cerca de 80 países, incluindo 19 nações africanas. A República Democrática do Congo, foi o país mais atingido pela enfermidade, tendo a maioria das notificações suspeitas.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ressaltou que a vacina LC16m8 é a primeira aprovada para uso em crianças menores de 1 ano que vivem em localidades onde se registra surtos de mpox.
“Este é um passo vital para proteger populações vulneráveis, principalmente crianças, à medida em que a mpox continua a se espalhar”, explicou em uma publicação nas redes sociais.
O porta-voz explicou que metade dos casos suspeitos contabilizados na República Democrática do Congo foram identificados entre menores de 12 anos, durante os 2 últimos meses.
“O número total de casos suspeitos ultrapassou 40 mil este ano, com 1,2 mil mortes reportadas”.
Nesta sexta-feira (22) acontecerá uma reunião do comitê de emergência para analisar o atual cenário de mpox no mundo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou, nesta segunda-feira (14), o uso da vacina contra mpox (varíola dos macacos) da farmacêutica Bavarian Nordic em adolescentes de 12 a 17 anos. O ato conhecido como pré-qualificação foi concedido na última terça-feira (8).
A medida tem o intuito de facilitar o acesso às vacinas em situações de emergência. A decisão da organização chega após a Agência Europeia de Medicamentos ter aprovado no mês passado o uso do imunizante em pessoas desta faixa etária.
Segundo o Metrópoles, uma outra aprovação similar a da OMS foi realizada para imunizante em adultos. A vacina da Bavarian Nordic é distribuída com o nome Jynneos.
O Ministério da Saúde negocia a aquisição emergencial de 25 mil doses de vacina contra a mpox (varíola dos macacos). A informação foi divulgada pela pasta, nesta quinta-feira (15). O órgão tenta a compra com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A medida seria para auxiliar na prevenção da doença, que foi declarada emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No ano passado, durante a primeira emergência global pela variante, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permitiu o uso emergencial da vacina Jynneos para combater a enfermidade, já que o imunizante não era licenciado no país na época. Depois da liberação, a autorização foi renovada em fevereiro de 2024 e venceria novamente este mês, onde o ministério já solicitou um novo pedido de renovação.
A Anvisa explicou que o imunizante é para adultos com idade igual ou superior a 18 anos e tem prazo de até 60 meses de validade, sendo conservado entre - 60 graus Celsius (ºC) e -40º C. A prorrogação da dispensa temporária e excepcional é válida por seis meses sendo restrita ao Ministério da Saúde.
A enfermidade infecciosa é causada pelo mpox, vírus que afeta seres humanos e também animais. Entre os sintomas da doença estão febre, dores musculares, fadiga, lesões cutâneas e Linfadenopatia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.