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uso de sinais
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comentou, nesta terça-feira (7), sobre o uso de gestos e sinais por facções criminosas na Bahia. A declaração do governador chega após o estado registrar mortes de jovens que foram confundidos com membros de grupos criminosos ao utilizarem determinados gestos ao posarem para fotos nas redes sociais.
Em entrevista a imprensa, o governador desconversou sobre a existência de uma recomendação dos órgãos de segurança pública para turistas a respeito da proibição de usar gestos e sinais em fotografias. O gestor estadual revelou que o governo e as forças de segurança não darão “visibilidade” para que essas organizações façam “marketing” sob a intervenção policial.
“Nesse aspecto de apresentação de sinais e símbolos não. Temos que ver em que medida essa programação, essa divulgação, não fortalece essas corporações criminosas. Então, nós não daremos visibilidade em qualquer tipo de oportunidade para que eles possam fazer marketing em cima da ação, da intervenção policial. O que nós damos é reforço da polícia, câmaras para agora, nesse momento, prendê-los de forma rigorosa e entregar à Justiça”, afirmou Rodrigues no Centro de Operações e Inteligência da Segurança Pública (COI), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
Antes, Jerônimo elencou as ações que estão sendo feitas pelas forças policiais durante o verão na Bahia.
“Olha, nós fizemos uma operação, quando nós lançamos a operação, tanto aqui em Salvador quanto no interior da Bahia, nós fizemos uma operação conjugada. Envolvemos todas as forças policiais, buscamos envolver as prefeituras municipais com a guarda, porque acaba sendo uma parceria muito forte. Secretaria de Turismo, Secretaria de Cultura, todo mundo envolvido, porque eles têm informações que ajudam a Secretaria de Segurança Pública a facilitar naturalmente a sua atuação […]”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.