Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
usa
Um navio de guerra lançador de mísseis dos Estados Unidos (EUA) chegou, neste domingo (26), a Trinidad e Tobago, um pequeno arquipélago situado em frente à Venezuela. A chegada do USS Gravely havia sido anunciada na última quinta-feira (23) pelo governo do arquipélago de 1,4 milhão de habitantes, cuja ponta ocidental está a cerca de dez quilômetros da Venezuela.
O destróier permanecerá atracado em Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, até quinta-feira da próxima semana, 30 de outubro. Nesse período, a expectativa é que uma unidade de fuzileiros navais norte-americanos realize um treinamento conjunto com as forças de defesa do pequeno país caribenho.
A ação ocorre em meio à crescente pressão do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. A primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, é uma fervorosa apoiadora de Trump e adotou, desde sua posse em maio de 2025, um discurso virulento contra a imigração e a criminalidade venezuelana em seu país.
O governo de Maduro, por sua vez, acusa o novo governo trinitário de servir aos interesses de Washington. E em resposta, a Venezuela realizou, no sábado (25), exercícios militares com o objetivo de proteger seu litoral de eventuais "operações encobertas" aprovadas pelo governo dos EUA. A informação foi anunciada pelo ministro da defesa do país, Vladimir Padrino.
"Estamos desenvolvendo um exercício que começou há 72 horas, um exercício de defesa costeira, para nos protegermos não apenas das ameaças militares em larga escala, mas também do narcotráfico, das ameaças terroristas, das operações encobertas que procuram desestabilizar o interior do país", afirmou Padrino na véspera.
A série “Colony” exibirá, na próxima quarta-feira (25), nos Estados Unidos, seu último episódio. No ar há três temporadas, o seriado foi cancelado pelo canal USA, por causa da queda na audiência em seu último ano. Criada por Carlton Cuse e Ryan J. Condal e estrelada por Josh Holloway e Sarah Wayne Callies, “Colony” é uma série de ficção científica que narra a trajetória de uma família que tenta sobreviver, após uma invasão alienígena.
“Sexo é muito importante para mim, assim como para toda a minha geração”, disse Gaga. “Eu espero que as jovens saibam que sexo é um grande passo e que elas não precisam começar tão cedo. Os homens respeitam muito mais as mulheres que não cedem logo de cara e eu sou uma delas”.
Porta-voz de campanha que alerta sobre o risco do vírus HIV, Lady Gaga revelou ainda que não dá a mínima para quem não aprecia seu trabalho. “A coisa mais importante na vida é fazer suas próprias escolhas. Eu não me importo com as pessoas que não gostam do que eu faço ou falo, o importante é que eu mando no meu próprio nariz”, argumentou.
Caso o projeto seja aceito, o canal deve ainda demorar alguns anos para entrar no ar, já que, segundo o site /Film, a Fox precisaria ter de esperar que os contratos dos funcionários expirassem para criarem um novo acordo. De acordo com cálculos feitos pelo /Film, se o canal 'Os Simpsons’ entrasse hoje no ar, ele teria 11 dias de conteúdo sem repetição. As informações são do G1.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.