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uruguai x colombia
Após o fim da semifinal da Copa América, na partida entre Uruguai e Colômbia, uma grande confusão tomou conta do Bank of America Stadium. Jogadores protagonizaram uma briga em campo e também nas arquibancadas do estádio. Após o término da briga, o zagueiro e capitão do Uruguai, Giménez, explicou o ocorrido e teceu críticas à Conmebol.
????? "NUESTRA FAMILIA CORRIÓ PELIGRO"
— DSPORTS (@DSports) July 11, 2024
?? José María Giménez, post partido, habló sobre los incidentes tras la derrota de Uruguay ante Colombia por la CONMEBOL #CopaAméricaEnDSPORTS. pic.twitter.com/iXnBFyNeol
"Por favor, tenham cuidado, porque as famílias [dos jogadores] estão nas arquibancadas. Isso [a confusão por falta de segurança] é um desastre, as nossas famílias correm perigo, tivemos que subir nas arquibancadas para tirá-los de lá, crianças pequenas, não tinha nenhum policial no local. Nós defendemos os nossos", afirmou.
O uruguaio cobrou da Conmebol uma resolução para o problema de segurança.
"Tomara que os organizadores tenham um pouco mais de cuidado com as famílias e com o entorno dos estádios. Porque em todos os jogos está acontecendo a mesma coisa, nossas famílias sofrendo porque as pessoas que bebem e se comportam como crianças não têm noção. Tomara que tenham cuidado e não aconteça isso nos próximos jogos", completou.
Em campo, a Colômbia bateu o Uruguai por 1 a 0 e classificou-se à dinal da Copa América. A grande decisão será disputada no próximo domingo (14), às 21h, diante da Argentina, no Hard Rock Stadium, em Miami.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.