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Um ex-oficial da inteligência da União Soviética afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recrutado pela KGB EM 1987, no final da Guerra Fria, e recebendo o codinome de “Krasnov”. A alegação ocorreu em publicação de Alnur Mussayev , de 71 anos, no Facebook. No texto, o homem, que é ex-chefe da inteligência do Cazaquistão, diz que serviu a 6ª Diretoria da KGB em Moscou, sendo responsável pelo suporte de contrainteligência dentro da economia.
Na publicação, no entanto, Mussayev não incluiu evidências para apoiar sua alegação. Em outra postagem, ele afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, o qual também integrou a KGB, teria removido o arquivo “Krasnov” do sistema de segurança russo, o FSB.
“Hoje, o arquivo pessoal do residente 'Krasnov' foi removido do FSB. Ele está sendo administrado privadamente por um dos associados próximos de Putin”, ele alegou.
As alegações vêm em meio a anos de especulação sobre os laços de Trump com a Rússia, que remontam à sua primeira visita a Moscou em 1987.
Na época, Trump, então uma estrela em ascensão no mercado imobiliário de Nova York, viajou para a União Soviética para explorar a possibilidade de construir um hotel na capital. Autoridades soviéticas teriam facilitado a viagem, levantando questões entre analistas de inteligência sobre se era uma oportunidade de negócios de rotina ou algo mais escandaloso.
Vários anos atrás, um relatório destacou como, em 1985, a KGB havia atualizado um questionário secreto de personalidade distribuído entre seus oficiais, detalhando como identificar e recrutar figuras ocidentais.
O documento, de acordo com fontes de inteligência, instruía os agentes a mirar em “figuras proeminentes no Ocidente” com o objetivo de “atraí-las para alguma forma de colaboração conosco… como um agente, ou contato confidencial, ou especial, ou não oficial”.
A alegação de Mussayev parece sugerir que Trump pode ter sido um desses alvos. Apesar de anos de escrutínio, Trump negou veementemente ter quaisquer laços impróprios com a Rússia ou conluio com o presidente Vladimir Putin. As informações foram publicadas primeiramente pelo jornal "The Mirror".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.