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Quem vai votar neste segundo turno das eleições precisa ficar atento às mudanças em locais de votação. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode haver mudanças em endereços de seções entre os dois turnos.
Por isso, a orientação é que os eleitores confiram, com antecedência, os locais de votação nos canais oficiais.
APLICATIVO E-TÍTULO
O aplicativo e-título pode ser baixado de forma gratuita em celulares Android e iOS nas lojas oficiais. Para consultar o local de votação é só abrir o aplicativo, digitar os dados solicitados e selecionar a opção “onde votar”. Vai aparecer a zona e a seção eleitoral com o endereço. É possível inclusive traçar a rota de como chegar ao local.
AUTOATENDIMENTO ELEITORAL
O Autoatendimento Eleitoral está acessível nos postos do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs) de cada estado. Alí é possível consultar o local de votação em “onde votar”, além de outros serviços, como regularização de pendências, atualização de dados e emissão de documentos de forma remota, sem precisar comparecer a um cartório eleitoral.
CHATVOTE
O ChatVote é o assistente virtual da Justiça Eleitoral. Ele usa inteligência artificial para responder dúvidas e orientar sobre os serviços disponíveis. Também pode ser acessado na página do TSE. O ChatVote fica no lado esquerdo da página, na parte inferior. É um desenho de uma urna com olhinhos. É só clicar nela e fazer a pergunta.
A votação do segundo turno ocorre no próximo dia 25 de outubro. As seções ficam abertas de 8h às 17h. O eleitor vai votar desta vez apenas para presidente da República e, em alguns estados, para governador. A disputa local ocorre no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou que mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas neste domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país. Para esses eleitores, o prazo para a justificativa eleitoral vai até 3 de dezembro.
De acordo com a Corte Eleitoral, cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular. As informações são da Agência Brasil.
Os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados a regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.
A justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.
Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.
Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.
Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.
O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.
Chega ao fim a partir das 17h deste domingo (4), em horário de Brasília, a votação dos cidadãos brasileiros para o 1º turno das eleições gerais de 2026. A partir deste horário, os portões dos colégios e sessões eleitorais são fechados e os agentes públicos dão início à apuração dos votos em cada urna.
A regra está prevista na Resolução-TSE nº 23.751/2026, que estabelece normas para os atos gerais do processo eleitoral deste ano. A norma define procedimentos para votação, apuração, totalização e diplomação das pessoas eleitas, além dos horários de início e término da votação, que são padronizados em todo o território nacional.
Ainda segundo a legislação, os eleitores que já estiverem dentro dos colégios eleitorais no horário das 17h têm o direito de votar garantido.
Eleitoras e eleitores poderão acompanhar a totalização em tempo real pelo Sistema Resultados, disponível para celulares Android e iOS. A plataforma também pode ser acessada por computadores.
A divulgação dos resultados para governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital será feita conforme cada unidade da Federação, incluindo-se os votos brancos, os nulos e as abstenções. Já a eleição para presidente da República, a divulgação começa às 17h, no horário de Brasília, para todo o país e também para eleitores no exterior.
Os dados serão atualizados à medida que os Boletins de Urna (BUs) forem recebidos e processados pela Justiça Eleitoral.
APURAÇÃO E TOTALIZAÇÃO
Conforme boletim oficial do TSE, a apuração é feita individualmente por cada urna eletrônica. Encerrada a votação, cada equipamento contabiliza os votos registrados naquela seção eleitoral e gera o respectivo Boletim de Urna (BU).
A totalização é a etapa seguinte. Nela, as apurações geradas pelas urnas de todo o país e do exterior são reunidas e somadas, gerando as totalizações, que são os resultados da eleição.
Por isso, após as 17h, com o encerramento da votação, os dados apurados dos Boletins de Urna começam a ser transmitidos para os centros de processamento de dados da Justiça Eleitoral. Essas apurações são divulgadas à medida que esses boletins são recebidos pela Justiça Eleitoral.
As mais recentes pesquisas dos principais institutos divulgadas até esta sexta-feira (2) ampliaram ainda mais a possibilidade de recorde de mulheres eleitas para um mandato de oito anos no Senado Federal. Com base no resultado dos dois primeiros lugares indicados pelas pesquisas, 16 mulheres têm fortes chances de conquistar a vitória nas urnas no próximo domingo (4).
Somente este resultado já representaria um número 100% superior ao recorde de mulheres eleitas para o Senado em um único pleito. Esse recorde até o momento aconteceu em 2022, quando oito senadoras conquistaram seus mandatos na urna.
As pesquisas indicam ainda a possibilidade de reviravoltas de última hora, a depender da direção do segundo voto dos eleitores, que sempre é um dos últimos a serem decididos. Há a possibilidade da eleição de até 18 senadoras neste domingo, caso também obtenham a vitórias as candidatas Simone Tebet (PSB) e Gleisi Hoffmann (PT), que estão na terceira ou quarta colocações, mas empatadas na margem de erro com outros nomes.
Caso as pesquisas se confirmem e as 16 senadoras se elejam, as novas parlamentares se juntarão a possivelmente outras sete que possuem mandato até o ano de 2031. Se este cenário se confirmar, o Senado que iniciará os trabalhos em 1º de fevereiro de 2027 contará com 23 senadoras titulares, praticamente 30% do total de parlamentares da Casa.
Confira abaixo as senadoras que possuem mais chance de sair com a vitória no próximo domingo:
Alagoas - Marina JHC (PSDB)
Amapá - Rayssa Furlan (Podemos)
Distrito Federal - Michelle Bolsonaro (PL) e Leila do Vôlei (PDT)
Goiás - Gracinha Caiado (União)
Maranhão - Roseana Sarney (MDB)
Mato Grosso - Janaína Riva (MDB)
Minas Gerais - Marília Campos (PT)
Pernambuco - Marília Arraes (PDT)
Rio de Janeiro - Benedita da Silva (PT)
Rio Grande do Norte - Zenaide Maia (PSD)
Rio Grande do Sul - Manuela D´Ávila (Psol)
Rondônia - Silvia Cristina (PP)
Roraima - Teresa Surita (MDB)
Santa Catarina - Carol De Toni (PL)
São Paulo - Marina Silva (Rede)
Veja abaixo as senadoras que possivelmente seguirão no mandato até 2031:
Amazonas - Se Omar Aziz (PSD) vencer a disputa para o governo, sua suplente será Cheila Moreira (PT)
Distrito Federal - Damares Alves (Republicanos) tem mandato até 2031
Maranhão - Lourdinha Pereira (PSB) tem mandato até 2031
Mato Grosso do Sul - Tereza Cristina (PP) tem mandato até 2031
Pernambuco - Teresa Leitão (PT) tem mandato até 2031
Piauí - Jussara Lima (PSD) tem mandato até 2031
Tocantins - Dorinha Seabra (União) disputa o governo do estado, e se ganhar, assume a suplente Lucineide Parizi Freitas (União)
Faltando poucos dias para o primeiro turno das eleições 2026, que acontecerá no próximo domingo (4), muitos dos candidatos ao Senado que tentam se reeleger ainda encontram dificuldades para conquistar mais oito anos de mandato. No total, apenas 32 senadores buscam a reeleição, dos 54 que possuem mandato até 31 de janeiro de 2027.
Levantamento do Bahia Notícias realizado com as pesquisas mais recentes divulgadas pelos principais institutos revela que apenas cinco dos 32 senadores que buscam a reeleição estão com a vitória praticamente garantida. Esses cinco aparecem na primeira ou na segunda colocação com número de intenções de voto muito superior aos demais postulantes.
Outros nove senadores despontam nas pesquisas na posição de segundo colocado e em situação de empate técnico com candidatos que aparecem com o mesmo percentual ou logo abaixo. Esses nove ainda não têm a sua eleição garantida, como é o caso do senador Jaques Wagner (PT).
Um grupo de oito senadores surge nas pesquisas na terceira ou na quarta colocação, em situação de empate técnico com o os que despontam nas duas melhores colocações. Esse grupo ainda tem chances de vitória, por estarem com percentuais dentro da margem de erro.
Há também um último contingente de dez senadores detentores de mandato que estão no momento, de acordo com as pesquisas, com chances muito reduzidas de vitória nas urnas. Neste grupo está o baiano Angelo Coronel (Republicanos).
Nas eleições de 2018, apenas oito dos 32 senadores que tentavam a reeleição conseguiram permanecer na Casa. Em 2010, também com 54 vagas em disputa, 17 dos 27 senadores que buscaram novo mandato foram reeleitos.
Confira abaixo quais senadores, dos 32 que disputam a reeleição, estão nos grupos de prováveis vencedores, de que ainda disputam e os que possuem poucas chances de vitórias, de acordo com as pesquisas dos principais institutos.
Colocado em 1º ou 2º disparado
Amazonas
Eduardo Braga (MDB) - 27%
(Quaest - 24/9)
Ceará
Cid Gomes (PSB) - 26%
(Real Time Big Data - 26/9)
Paraíba
Veneziano Vital do Rêgo (MDB) - 18%
(Quaest - 22/9)
Rio Grande do Norte
Styvenson Valentim (Podemos) - 19%
(Quaest - 25/9)
Tocantins
Eduardo Gomes (PL) - 25%
(Real Time Big Data - 26/9)
Colocado em 1º ou 2º, em situação de empate técnico:
Acre
Márcio Bittar (PL) - com 14%, está na segunda colocação, em empate técnico com Mara Rocha (Republicanos), que tem 13%, e Jorge Viana (PT), que aparece com 12%.
(Quaest - 25/9)
Amapá
Randolfe Rodrigues (PT) - tem 36,7%, em empate técnico com o segundo colocado, que tem 36,1%
(Paraná Pesquisas - 28/9)
Bahia
Jaques Wagner (PT) - Tem 20% e está na segunda colocação, em empate técnico com João Roma (PL), que aparece em terceiro, com 17%.
(Real Time Big Data - 28/9)
Distrito Federal
Leila Barros (PDT) - tem 18% e está na segunda colocação, empatada com Bia Kicis (PL), que também marca 18%.
(Real Time Big Data - 29/9)
Minas Gerais
Carlos Viana (PSD) - tem 11% e está na segunda colocação, junto com Aécio Neves (PSB), e em situação de empate técnico com a primeira colocada, Marília Campos (PT), quem possui 13%.
(Datafolha - 24/9)
Pernambuco
Humberto Costa (PT) - Tem 20% e está empatado na segunda colocação com o deputado Mendonça Filho (PL).
(Real Time Big Data - 28/9)
Piauí
Marcelo Castro (MDB) - Tem 17% e está empatado no primeiro lugar com Ciro Nogueira (PP)
(Datafolha - 17/9)
Ciro Nogueira (PP) - Tem 17% e está empatado no primeiro lugar com Marcelo Castro (MDB).
(Datafolha - 17/9)
Rio Grande do Norte
Zenaide Maia (PSD) - Tem 12% e está na segunda colocação, em empate técnico com Coronel Hélio (PL) e Samanda de Lula (PT), ambos com 9%.
(Quaest - 25/9)
Colocado em 3º ou 4º, em situação de empate técnico
Alagoas
Renan Calheiros (MDB) - tem 17% e está na terceira colocação, em empate técnico com os dois primeiro, Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB), que possuem 20%.
(Quaest - 25/9)
Amazonas
Plínio Valério (PSDB) - com 14%, está na terceira colocação, em empate técnico com o segundo, Capitão Alberto Neto (PL)< que tem 17%.
(Quaest - 24/9)
Amapá
Lucas Furtado (PSD) - Com 36,1%, está em terceiro, em empate técnico com Randolfe Rodrigues, que tem 36,7%.
(Paraná Pesquisas - 28/9)
Espírito Santo
Fabiano Contarato (PT) - tem 9% e está na terceira colocação, em empate técnico com o segundo colocado, Sergio Meneguelli (PSD), que tem 11%.
(Quaest - 25/9)
Rio de Janeiro
Carlos Portinho (PL) - Tem 16,2% e está na quinta colocação, mas empatado na margem de erro com o segundo colocado, Marcelo Crivella (Republicanos), que tem 19,5%.
(Paraná Pesquisas - 23/9)
Santa Catarina
Esperidião Amin (PP) - Tem 15%, o que o coloca na terceira posição mas empatado na margem de erro com a primeira colocada, Carol de Toni (PL), que tem 17%, e com Carlos Bolsonaro (PL), que marca 16%.
(Quaest - 24/9)
Sergipe
Alessandro Vieira (MDB) - Tem 10% e está na terceira colocação, mas em empate técnico com o primeiro colocado, André Moura (União Brasil), que está com 12%, e com o segundo, Delegado André David (Republicanos), que marca 11%.
(Quaest - 24/9)
Rogério Carvalho (PT) - Tem 10% e está na terceira colocação, mas em empate técnico com o primeiro colocado, André Moura (União Brasil), que está com 12%, e com o segundo, Delegado André David (Republicanos), que marca 11%.
(Quaest - 24/9)
Senadores que estão fora da margem de vitória:
Acre
Sérgio Petecão (PSD) - Tem 8% e está na quinta colocação.
(Quaest - 25/9)
Bahia
Angelo Coronel (PSD) - Tem 15% e está na quarta colocação.
(Real Time Big Data - 28/9)
Espírito Santo
Marcos do Val (Avante) - Tem 4% e está apenas na sétima colocação.
(Quaest - 25/9)
Goiás
Vanderlan Cardoso (PSD) - Tem 8% e está na quarta colocação.
(Quaest - 24/9)
Maranhão
Weverton Rocha (PDT) - Com 10%, está na quarta colocação.
(Quaest - 25/9)
Eliziane Gama (PSD) - Com 8%, está na quinta colocação.
(Quaest - 25/9)
Mato Grosso
Carlos Fávaro (PSD) - Com 8%, está apenas na quinta colocação.
(Quaest - 25/9)
Mato Grosso do Sul
Soraya Thronicke (PSB) - Com 10%, está na terceira colocação.
(Quaest - 28/9)
Pará
Zequinha Marinho (Podemos) - Com 10%, está na quarta colocação
(Quaest - 26/9)
Roraima
Chico Rodrigues (PSB) - Com 14%, está na quarta colocação.
(Quaest - 25/9)
Dos 22 senadores que não disputam a reeleição em 2026, um grupo de dez deles tentam se eleger para outros cargos ou participam de chapas como suplentes. São eles:
Daniella Ribeiro (PP-PB) — candidata a primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado;
Dra. Eudocia (PSDB-AL) — candidata a primeira suplente de Marina JHC na disputa pelo Senado;
Eduardo Girão (Novo-CE) - candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema;
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — candidato a presidente da República;
Izalci Lucas (PL-DF) — candidato a deputado federal;
Jader Barbalho (MDB-PA) — candidato a primeiro suplente de Helder Barbalho na disputa pelo Senado;
Mara Gabrilli (PSD-SP) — candidata a deputada estadual;
Marcos Rogério (PL-RO) — candidato a governador de Rondônia;
Nelsinho Trad (PSD-MS) — candidato a primeiro suplente de Reinaldo Azambuja na disputa pelo Senado;
Roberta Acioly (Republicanos-RR) — candidata a deputada federal.
Outros 12 senadores com mandato até janeiro de 2027 não concorrem a nenhum cargo nas eleições deste ano e, independentemente do resultado das urnas, não permanecem no Senado a partir de 2027. São eles:
Confúcio Moura (MDB-RO)
Fernando Dueire (PSD-PE)
Flávio Arns (PSB-PR)
Giordano (Podemos-SP)
Irajá (PSD-TO)
Ivete da Silveira (MDB-SC)
Jayme Campos (União Brasil-MT)
Jorge Kajuru (PSB-GO)
Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
Paulo Paim (PT-RS)
Rodrigo Pacheco (PSB-MG)
Para fins de segurança, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) testa, entre os dias 7 e 15 de julho, o funcionamento das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições Gerais de 2026. A ação será realizada na sede do órgão, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e vai analisar 1.089 equipamentos de votação.
A iniciativa consiste em uma votação simulada nas urnas modelos 2013, 2015, 2020 e 2022 a serem usadas no pleito deste ano. Este procedimento avaliará o desempenho, a estabilidade e a conformidade técnica dos equipamentos e sistemas de votação para garantir a eficácia do processo eleitoral.
O simulado acontece de forma simultânea em todos os TREs do país e integra as medidas de segurança e transparência da Justiça Eleitoral para as Eleições Gerais de 2026, fazendo parte do 18º Simulado Nacional de Hardware.
Soldado Prisco (PL), Coronel França (PL) e Coronel Sturaro (PSDB) possuem duas coisas em comum, além de terem seus nomes de urna vinculados às forças de segurança, eles também não conseguiram se eleger nas eleições de 2024. Na realidade, no geral, candidatos que associaram suas campanhas a policiais, militares, bombeiros, entre outros, não tiveram muito sucesso nas urnas no pleito deste ano.
Em levantamento realizado pelo Bahia Notícias, foram localizados 149 candidatos com seus nomes vinculados às forças de segurança, destes, apenas 15 (10,06%) lograram êxito na campanha eleitoral. Dos vitoriosos, 14 foram para o cargo de vereador e um para o posto de vice-prefeito, mais especificamente do município de Caravelas.
Para o recorte foi considerado os candidatos com os nomes de Sargento, Capitão, Soldado, Bombeiro, Tenente, Delegado, Policial, Coronel, Major, Cabo, Subtenente, Comandante, Tenente-Coronel e General.
Veja como ficou o levantamento dos candidatos com seus nomes de urna:
- Sargento: 43 - 3 eleitos
- Capitão: 13 - 1 eleito
- Soldado: 12 - 4 eleitos
- Coronel: 12 - Nenhum eleito
- Bombeiro: 11 - 1 eleito
- Tenente: 11 - 2 eleitos
- Delegado: 11 - 1 eleito
- Policial: 10 - 1 eleito
- Cabo: 9 - 1 eleito
- Major: 9 - Nenhum eleito
- Subtenente: 3 - 1 eleito
- Comandante: 2 - Nenhum eleito
- Tenente-Coronel: 2 - Nenhum eleito
- General: 1 - Nenhum eleito
Apesar de nas urnas declararem ser vinculados às forças de segurança, 76 desses candidatos afirmaram ter ocupação no setor. Entre eles estão bombeiros civis e militares, policiais civis e militares e militares reformados.
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Há os candidatos também que, apesar de terem formação no campo de segurança, não declararam o setor como sua principal área de ocupação e não colocaram o segmento em seus nomes de urna. Em sua maioria, estes candidatos declararam serem servidores públicos estaduais, o que acaba se misturando com outras funções.
É o caso do candidato a prefeito de Salvador, Kleber Rosa (Psol) e do postulante a vereador da capital baiana Alexandre Tchaca (PSDB). Ambos também não conseguiram se eleger.
OS QUE DECLARARAM A PROFISSÃO
Tendo como recorte agora apenas aqueles que declararam a profissão na área de segurança, sem necessariamente adicionar isso em seu nome de urna, a quantidade proporcional de eleitos é ainda menor. Dos 270 agentes da segurança, apenas 21 se elegeram nas eleições de 2022, dando cerca de 7,7%.
Nessa lista aparecem, por exemplo, nomes como a ex-secretária de Segurança Pública da Bahia, Kátia Alves (União), que tentou retornar à Câmara de Salvador e ficou fora da lista de eleitos.
Dentre as profissões estão: bombeiros civis e militares, policiais civis e militares e militares reformados.
Veja como ficou o levantamento:
- 150 Policiais militares - 13 eleitos
- 54 Policiais civis - 5 eleitos
- 44 Militares reformados - 2 eleitos
- 15 Bombeiros Civis - Nenhum eleito
- 7 Bombeiros Militares - 1 eleito
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gilberto Gil
"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.