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Ainda sem data certa para deixar o cargo de ministro da Fazenda, o titular da pasta, Fernando Haddad, teria sido convencido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a disputar as eleições para o governo de São Paulo. O próprio Lula teria convencido Haddad a aceitar ser candidato durante a viagem recente que fizeram para a Índia e a Coreia do Sul.
A informação foi divulgada nesta quinta-feira (26) pela colunista Thais Bilenky, do site Uol. Segundo a jornalista, Haddad ainda estava indeciso até mesmo se iria concorrer ao Senado, que era o plano inicial, mas foi convencido pelo presidente Lula a reforçar o palanque do PT em São Paulo nas eleições de outubro.
Até o momento, o favoritismo da disputa está nas mãos do atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vem dando declarações sobre sua intenção de concorrer à reeleição. Em entrevista para uma rádio nesta quinta (26), o governador afirmou que está pensando no estado a longo prazo e com interesse de deixar um legado.
Segundo Tarcísio, sua gestão ainda tem muita coisa para entregar para a população. O governador também falou sobre o encontro que terá nesta sexta (27) com o senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
“Amanhã, por exemplo, eu tenho uma conversa com o Flávio Bolsonaro. Um dos pontos é o seguinte: a gente precisa apresentar um projeto para o Brasil, importante do que qualquer nome ou qualquer candidatura, um bom projeto”, afirmou Tarcísio.
Caso Fernando Haddad confirme que atenderá o pedido de Lula e se candidatará ao governo de São Paulo, o atual ministro terá uma dura disputa com o atual dono do cargo. De acordo com a última sondagem da Paraná Pesquisas, divulgada em 11 de fevereiro, o governador Tarcísio apareceu liderando todos os cenários do levantamento.
No cenário de primeiro turno, Tarcísio chegou a 51%, contra 27,7% de Haddad, 5,2% de Kim Kataguiri (União) e 4,2% de Paulo Serra (PSDB). Na disputa de segundo turno entre os dois, o governador alcançou 58,7% contra 32,4% de Fernando Haddad.
Se Fábio Luís da Silva, o Lulinha, tiver algum envolvimento com o escândalo e as fraudes no INSS, “vai pagar o preço”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exclusiva ao site Uol, nesta quinta-feira (5).
Lula foi perguntado sobre eventual relação do filho dela, o Lulinha com o Careca do INSS. Parlamentares da CPMI tentam convocar o filho do presidente para dar explicações e esclarecer denúncias de que ele recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca.
Na entrevista, Lula revelou ter tido uma conversa com o filho, após o nome dele ser mencionado nas investigações. Lula afirmou que teria dito ao filho que ele “vai pagar o preço” se tiver envolvimento.
“Quando saiu o nome do meu filho, eu chamei meu filho aqui. Olhei no olho do meu filho e disse: 'Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda'”, afirmou.
Em outro questionamento da entrevista, o presidente Lula foi questionado sobre as irregularidades cometidas pelo Banco Master, que levaram à sua liquidação. Lula recordou que quando soube dous problemas do banco, teria convocado o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, para saber o que achavam do banqueiro Daniel Vorcaro.
Ao Uol, Lula disse que os envolvidos nas fraudes precisam “pagar” pelas irregularidades que podem resultar no maior escândalo financeiro da história do país. “Nós vamos investigar até as últimas consequências”, garantiu o presidente, lembrando que parlamentares podem estar por trás do esquema que levou à liquidação do Master.
"Vamos a fundo nesse negócio [o escândalo do Banco Master]. Queremos saber por que o governo do Rio de Janeiro, do estado do Amapá, colocaram dinheiro do fundo dos trabalhadores nesse banco. Qual é a falcatrua que existe entre o Master e o BRB? Quem está envolvido?", disse o petista.
Ainda sobre o banco, o presidente Lula defendeu a atuação do seu ex-ministro Ricardo Lewandowski, e disse não ter visto problema na revelação de que o escritório de advocacia da família foi contratado pelo Master.
“O Lewandowski é um dos maiores juristas que esse país já produziu. Todo e qualquer bom jurista é contratado por qualquer grande empresa que esteja em dificuldade. Quando eu convidei pra vir (para o ministério), ele saiu do banco. Não tem problema nenhum”, colocou Lula.
Em entrevista transmitida pelo site Uol, na manhã desta quarta-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o que chamou de “nervosismo do mercado” em relação ao arcabouço fiscal e à meta de déficit público, e criticou a manutenção da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e dos municípios. Lula concedeu a entrevista no Palácio do Planalto aos repórteres do Uol.
Ao ser questionado sobre a necessidade do corte de gastos no Orçamento da União, o presidente Lula disse que esse tema é mais recorrente no Brasil do que nos países da Europa ou nos Estados Unidos. Lula afirmou que antes de se falar em corte, é preciso saber se o gasto dos recursos públicos está sendo bem feito, ou se o dinheiro está sendo utilizado em algo que vá melhorar o futuro do país.
“Se você pegar a média dos países da OCDE, eles gastam sempre 113% do PIB. Se você pegar os Estados Unidos é 123% do PIB, a China, 183%, o Japão, é 237%, a França é 112% e a Itália 137%. E o Brasil é, efetivamente, 74%, 76%. Hoje está em 76%. Ou seja, estamos muito aquém dos gastos que os outros países fazem. O Orçamento da União é um bolo de arrecadação, você tem que distribuir. Nós queremos fazer política de inclusão social que permita que as pessoas tenham oportunidade de crescer”, afirmou.
Lula disse também que a área econômica do governo está verificando se há algum setor com gasto exagerado. Para o presidente, o problema não é ter que cortar, mas saber se é precisa cortar ou aumentar a arrecadação do Estado.
“Recentemente, perguntei aos jornalistas: quando o patrão dá aumento para vocês, é custo ou investimento? Eu acho que é investimento, esse é o dado. Quando o patrão dá um aumento a você, é porque ele acha que você merece, está investindo em você. Ele quer você mais feliz no trabalho. Então como a gente pode falar em gasto se a gente está abrindo mão de receber uma quantidade enorme de recursos que os empresários têm que pagar?”, questionou Lula.
Para o presidente, a arrecadação, necessária para que não seja preciso cortar investimentos do governo, vem sendo prejudicada pelas políticas de desoneração, como a que foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional. Lula disse que é preciso ter cuidado com esse tipo de benefício, para que ele não fique apenas “no bolso” do empresário.
“Quando eu vou desonerar uma empresa, eu quero saber o seguinte: essa empresa vai manter a estabilidade do emprego? Vai manter por quanto tempo? Porque senão o benefício é só para o empresário e não é pro trabalhador, não é para a sociedade brasileira. Eu fico me perguntando, que direito o estado tem de abrir mão de uma determinada quantia de arrecadação para favorecer o bolso do empresário?”, questionou o presidente.
Lula também criticou a prorrogação das políticas de desoneração. “Se a economia estiver em crise, e um setor está mais machucado, você pode utilizar a desoneração como se fosse uma comporta de uma hidrelétrica. Você desonera e fecha, você desonera e fecha. Mas aqui no Brasil, quando a gente aprova desoneração de cinco anos, quando chega nos cinco anos, tem um projeto para desonerar mais dez, e quando chega dez tem outro projeto para desonerar mais dez, aí fica uma política perene”, afirmou.
Questionado pela reportagem do Uol se era possível consertar a questão das desonerações e da perda de arrecadação do Estado, o presidente Lula defendeu a aprovação, pelo Congresso Nacional, dos projetos de regulamentação da reforma tributária.
“Dá sim pra consertar. Nós temos que ter em conta que vamos ter uma nova política tributária ainda neste ano, se Deus quiser, pra gente poder resolver o problema do pagamento de imposto, o problema da arrecadação, e isso vai ser muito importante para o Brasil. O Brasil mudará de padrão na hora em que estiver aprovada a reforma tributária. E sempre temos que ter o cuidado que não podemos gastar mais do que arrecadamos. Isso vale para a minha família, isso vale para vocês, jornalistas, e vale para todo mundo que tem responsabilidade”, concluiu o presidente Lula.
A atriz Francia Raisa que doou seu rim, em outubro deste ano, para a cantora Selena Gomez – ajudando no tratamento de lúpus da mesma, segundo informações do UOL, apareceu pela primeira vez em um tapete vermelho após a cirurgia. A amiga de Selena, que se mostrou confortável com a cicatriz que acompanha os doadores desse tipo de procedimento, utilizou uma blusa transparente por baixo do blazer para o evento "Ones to Watch", da revista americana "People".
Diante da notícia, Ronald Rios não perdeu a piada, confira:
Abriu o UOL e foi demitido http://t.co/3LY39p0iTU
— Ronald Rios (@ronaldrios) 7 novembro 2014
“@brunasenos: @ronaldrios oi? cê ficou sabendo pelo uol?” Sim! Não é assim nas melhores empresas? A sua demissão chega online!
— Ronald Rios (@ronaldrios) 7 novembro 2014
Caíram na notícia fake da morte do Lou Ferrigno: UOL e Terra. Quem mais?
— Rafael Silva (@rafacst) 28 maio 2014
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.