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Estudantes de medicina da Universidade Santo Amaro realizaram um ato de masturbação coletiva durante uma partida de vôlei feminino válida por um torneio universitário, em São Carlos, no interior de São Paulo. O episódio, apelidado pelos alunos de “punhetaço”, ocorreu em maio deste ano, durante a Copa Calo, mas os vídeos viralizaram só no último final de semana, provocando revolta nas redes sociais.
Nas imagens, é possível ver um grupo de alunos na plateia com calções abaixados, com o pênis de fora, se masturbando enquanto jovens da Universidade São Camilo estão em quadra. Todas as informações foram publicadas pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18).
No domingo (17), o vídeo foi compartilhado nas redes sociais pelo influenciador Felipe Neto. Ele cobrou um posicionamento da Universidade Santo Amaro, que ainda não se manifestou.
“Olá @UnisaOficial – o Brasil está esperando o posicionamento de vcs quanto aos alunos de medicina q se masturbaram publicamente nos jogos universitários, cometendo crimes. A faculdade não vai se pronunciar? Não vai fazer nada?”, questionou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.