Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
uliana semenova
A letã Uliana Semenova, um dos nomes mais emblemáticos da história do basquete feminino mundial, morreu aos 73 anos. A morte foi confirmada nesta sexta-feira (9) pela Federação Letã de Basquete, por meio de comunicado oficial publicado em seu site.
Dona de uma presença física marcante, com 2,10 metros de altura, Semenova consolidou uma trajetória que atravessou décadas e fronteiras, tornando-se referência técnica e histórica da modalidade. A ex-pivô foi incluída no Hall da Fama do Basquete em 1993 e, posteriormente, passou a integrar o Hall da Fama da Fiba, em 2007.
Defendendo a seleção da então União Soviética, Semenova acumulou conquistas expressivas. Ela foi bicampeã olímpica, com medalhas de ouro nos Jogos de Montreal, em 1976, e Moscou, em 1980. Além dos títulos olímpicos, venceu três Campeonatos Mundiais e dez edições do Campeonato Europeu, participando de uma das gerações mais dominantes do basquete feminino internacional.
No cenário de clubes, a maior parte da carreira foi dedicada ao TTT Riga, equipe pela qual atuou entre 1967 e 1987, período em que ajudou a consolidar o time como uma potência continental. Nos anos finais como atleta profissional, Semenova também defendeu clubes da Espanha e da França, ampliando sua influência no basquete europeu.
A morte da ex-jogadora repercutiu fora da Letônia. Em publicação nas redes sociais, a Federação Espanhola de Basquete lamentou a perda e destacou a relevância da atleta para o esporte mundial.
"O basquete mundial está de luto. A FEB expressa suas condolências pelo falecimento de Uliana Semenova, membro do Hall da Fama do nosso basquete", escreveu a entidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.