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ueslei
Durante entrevista ao Bargunça Podcast, na noite desta terça-feira (7), o empresário e ex-jogador da dupla Ba-Vi, Uéslei, falou sobre quando foi contratado pelo Vitória.
"Quando Paulo Carneiro me contratou eu falei logo pra ele: 'olhe, eu não gosto de polêmica'. Falei logo, pois sabia que gostam de ficar de provocação. Na coletiva, falei novamente: 'não gosto de polêmicas, não vão me ver aqui falando mal de clube nenhum, até porque eu sou Bahia. Sou Bahia, mas o Vitória me contratou e sou profissional. Graças a Deus fui muito bem por lá", disse.
Durante entrevista ao Bargunça Podcast, na noite desta terça-feira (7), o empresário e ex-jogador da dupla Ba-Vi, Uéslei, falou sobre as dificuldades enfrentadas nas formações de jogadores no Brasil. O baiano citou que os clubes "não possuem mais paciência de formar jogadores e querem apenas atletas prontos".
"Eu acho assim, hoje em dia, os trabalhadores dos clubes precisam ter mais paciência. Trabalhar mais a técnica, a parte física também. Hoje em dia só é trabalhado a tática. Os clubes só pensam em ganhar. A partir das categorias que envolvem os meninos de 9 e 10 anos, eles só pensam em ganhar", disse.
"Não existe paciência em formar os jogadores, infelizmente eu tenho que falar isso pois é o que eu vejo. Me falam 'ah, eu quero um jogador pronto', mas como um menino de 12 anos vai estar pronto? É preciso trabalhar os meninos tecnicamente principalmente", finalizou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.