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ueslei
Durante entrevista ao Bargunça Podcast, na noite desta terça-feira (7), o empresário e ex-jogador da dupla Ba-Vi, Uéslei, falou sobre quando foi contratado pelo Vitória.
"Quando Paulo Carneiro me contratou eu falei logo pra ele: 'olhe, eu não gosto de polêmica'. Falei logo, pois sabia que gostam de ficar de provocação. Na coletiva, falei novamente: 'não gosto de polêmicas, não vão me ver aqui falando mal de clube nenhum, até porque eu sou Bahia. Sou Bahia, mas o Vitória me contratou e sou profissional. Graças a Deus fui muito bem por lá", disse.
Durante entrevista ao Bargunça Podcast, na noite desta terça-feira (7), o empresário e ex-jogador da dupla Ba-Vi, Uéslei, falou sobre as dificuldades enfrentadas nas formações de jogadores no Brasil. O baiano citou que os clubes "não possuem mais paciência de formar jogadores e querem apenas atletas prontos".
"Eu acho assim, hoje em dia, os trabalhadores dos clubes precisam ter mais paciência. Trabalhar mais a técnica, a parte física também. Hoje em dia só é trabalhado a tática. Os clubes só pensam em ganhar. A partir das categorias que envolvem os meninos de 9 e 10 anos, eles só pensam em ganhar", disse.
"Não existe paciência em formar os jogadores, infelizmente eu tenho que falar isso pois é o que eu vejo. Me falam 'ah, eu quero um jogador pronto', mas como um menino de 12 anos vai estar pronto? É preciso trabalhar os meninos tecnicamente principalmente", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.