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A região do subúrbio ferroviário de Salvador ganhou, nesta segunda-feira (30), duas novas Unidades de Acolhimento Institucional (UAIs) para crianças e adolescentes entre 8 a 17 anos. As UAIs, localizadas na Rua Almeida Brandão no bairro de Itacaranha, possuem capacidade para abrigar até 40 crianças e adolescentes.
As UAIs Itacaranha 1 e 2 funcionarão de forma independente, contando com uma equipe técnica especializada composta por assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, coordenadores, merendeiras, educadores sociais e serviços gerais. As estruturas foram implantadas pela Fundação Cidade Mãe (FCM), vinculada à Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ).
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Foto: Octavio Santos / Secom PMS
Os jovens acolhidos são encaminhados para as unidades por meio de determinação judicial, em situações de vulnerabilidade social e/ou violência de direitos por parte das famílias.
Isabela Argolo, presidente da FCM, detalha que as novas unidades reforçam a rede de proteção socioassistencial em Salvador. "Essas duas unidades de acolhimento são voltadas para crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade na cidade. São crianças que, infelizmente, por conta de algum tipo de violação, negligência ou abuso, precisaram ser submetidas a uma medida de proteção expedida por um juiz. A rede de proteção entra em ação para garantir o cuidado e a segurança dessas crianças", explicou.
Durante a permanência nas unidades, os adolescentes participam de atividades pedagógicas e de lazer, além de cursos voltados ao desenvolvimento pessoal e social.
Além das entregas em Itacaranha, Salvador conta com outras UAIs geridas pela Fundação Cidade Mãe, localizadas no Jardim Baiano, Bonocô e Boca do Rio, além de casas-lares que oferecem um ambiente diferenciado, com até 10 vagas por unidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.