Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
twitter apoia massacres
A hashtag "Twitter apoia massacres" ganhou força e chegou a ser o segundo mais utilizado na plataforma, com cerca de 4500 publicações, durante reunião entre representantes das maiores redes sociais e o Ministério da Justiça nesta terça-feira (11), após o Twitter se recusar a tirar posts que faziam apologia à violência em escolas.
Ao chegar aos trending topics do site, a campanha desapareceu misteriosamente, após apenas algumas horas apesar do crescimento.
De acordo com uma análise da Núcleo dos dados do Twitter (enquanto a API ainda nos permite coletar dados), a partir das 16h havia cerca de 28.000 tweets com mais de 4,7 milhões de visualizações.
Usuários que levantaram a frase com fortes críticas a Elon Musk acusam a empresa de censura.
O Twitter não respondeu aos questionamentos enviados pela imprensa.

Foto: Reprodução
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.