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tup invade campo
O presidente da Torcida Uniformizada Palmeiras (TUP), Marcelo Lima, ameaçou invadir o campo do duelo contra o São Paulo caso algum jogador rival comemorasse um gol chutando a bandeirinha do escanteio. O vídeo da fala foi publicado na última terça-feira (04), e o diretor ainda convocou os torcedores para o ato, caso acontecesse. A partida será na próxima segunda-feira (10), às 21h35 (de Brasília), no Allianz Parque.
Durante a gravação, Marcelo afirmou que o gesto deveria ser proibido pela Federação Paulista de Futebol por ser um “desrespeito” com os torcedores. Além disso, também disse que com a comemoração, os jogadores estariam incitando violência.
“Muitas pessoas ficam: 'Ah, mas pode perder o mando de campo'. Dane-se. Pior é alguém chutar o nosso símbolo… Convoco o torcedor palmeirense. Chutou a bandeira de escanteio, nós vamos invadir o campo e ficaremos sentados. À Federação Paulista de Futebol, ao poder público, comuniquem os jogadores que esse gesto incentiva a violência. Porque, ao chutar a bandeira, eles estão chutando a minha cara, a minha alma, o meu espírito. Então, fica o alerta, chutou a bandeira, vamos invadir o campo sim. Isso é vergonhoso”, comunicou.
Na temporada 2024, o atacante Luciano, do São Paulo, e Yuri Alberto, do Corinthians, chutaram a bandeira do Palmeiras em comemoração de gols, durante os clássicos. Após os gestes, ambos os jogadores foram advertidos com um cartão amarelo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.