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A África chegará à Copa do Mundo de 2026 com um marco histórico. Pela primeira vez, o continente terá dez seleções classificadas, número recorde impulsionado pela ampliação do torneio para 48 equipes. Senegal, Marrocos, Egito, Gana, Argélia, Tunísia, África do Sul, Costa do Marfim, Cabo Verde e República Democrática do Congo representarão a Confederação Africana de Futebol (CAF) no Mundial que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Durante décadas, o continente contou com apenas cinco vagas, o que limitava a presença africana na competição. A nova configuração não apenas dobrou o número de participantes, como também abriu espaço para seleções emergentes, alterando o perfil competitivo africano no cenário global.
Apesar de tradicionalmente sub-representada em número de vagas, a África construiu uma trajetória de crescimento constante nas Copas do Mundo. Desde a primeira participação, com o Egito em 1934, o continente acumulou campanhas progressivamente mais relevantes.
O maior feito histórico veio com o Marrocos, que, na Copa de 2022, se tornou a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Mundial, terminando na quarta colocação. Antes disso, outras equipes haviam chegado às quartas de final, como Camarões em 1990, Senegal em 2002 e Gana em 2010 — esta última eliminada nas penalidades após empate com o Uruguai, em um dos jogos mais marcantes da história recente do torneio.
Foto: Seleção Marroquina / Redes Sociais.
OS CLASSIFICADOS
Entre os classificados para 2026, há uma combinação de seleções consolidadas e outras que representam ascensão recente.
O Senegal, atual campeão africano, chega como uma das principais forças do continente. A equipe já alcançou as quartas de final em 2002 e mantém um elenco competitivo no cenário internacional.
O Marrocos carrega o peso da melhor campanha africana em Copas e se consolida como projeto esportivo estruturado, com forte investimento em scouting global e integração de atletas formados na Europa.
Egito, Argélia e Tunísia representam a tradição do norte africano, com participações frequentes em Mundiais, embora ainda busquem campanhas mais profundas em fases eliminatórias.
Gana, por sua vez, retorna com histórico relevante, especialmente pela campanha de 2010, quando esteve a um pênalti de se tornar a primeira seleção africana semifinalista.
A Costa do Marfim, bicampeã da Copa Africana de Nações, também volta ao cenário mundial, reforçando a presença de seleções com histórico recente competitivo.
Entre os destaques menos tradicionais, Cabo Verde e República Democrática do Congo surgem como surpresas, refletindo a ampliação das vagas e o crescimento de seleções fora do eixo tradicional.
A África do Sul completa a lista e retorna a uma Copa após três edições ausente. A última participação havia sido em 2010, quando sediou o torneio.
Samuel Eto'o comemora gol contra o Brasil na Copa das Confederações de 2003. | Foto: Reprodução / FIFA.
AUSÊNCIAS RELEVANTES
Mesmo com o aumento de vagas, a lista de classificados não inclui algumas das seleções mais tradicionais do continente.
Camarões, por exemplo, maior participante africano em Copas do Mundo, com oito aparições, ficou fora do torneio. A equipe foi responsável por um dos maiores feitos do continente ao chegar às quartas de final em 1990.
A Nigéria, outra potência africana, também não se classificou. Presente em seis Copas e conhecida por campanhas consistentes na fase de grupos, a seleção ficou ausente mesmo com a ampliação do número de vagas.
Brahim Díaz, que hoje defende Marrocos, já atuou pelas equipes de base da Espanha. Foto: Redes sociais / Brahim.
NOVA FORMA DE MONTAR SELEÇÕES?
A diversidade do futebol africano se reflete não apenas em campo, mas também na formação de seus elencos. Muitas seleções contam com jogadores nascidos ou formados fora do continente, especialmente na Europa.
O Marrocos se tornou um dos principais exemplos desse movimento. A federação marroquina intensificou, nos últimos anos, um processo estruturado de recrutamento de atletas com dupla nacionalidade, buscando talentos em ligas europeias. Casos como o de Brahim Díaz, que optou por defender o país africano ao invés da Espanha, ilustram essa estratégia.
Apesar da evolução, nenhuma seleção africana conquistou a Copa do Mundo até hoje. O melhor desempenho segue sendo o quarto lugar do Marrocos em 2022.

Foto: Reprodução / Federação Senegalesa de Futebol.
Outras campanhas de destaque incluem:
- Camarões (quartas de final, 1990)
- Senegal (quartas de final, 2002)
- Gana (quartas de final, 2010)
No cenário continental, diversas seleções classificadas possuem títulos relevantes da Copa Africana de Nações, como:
- Egito (maior campeão, com 7 títulos)
- Camarões (5 títulos)
- Gana (4 títulos)
- Nigéria (3 títulos)
- Costa do Marfim (3 títulos)
- Argélia (2 títulos)
- Marrocos (1 título recente)
Entre os classificados para 2026, Egito, Gana, Argélia, Tunísia, Marrocos e Costa do Marfim carregam tradição em títulos continentais.
Quatro jogos, dois do Grupo C e outros dois do Grupo D, fecharam o terceiro dia da primeira rodada da fase de grupos da Copa Africana de Nações nesta terça-feira (23). Pela tarde, Senegal contou com um dia iluminado de Nicolas Jackson para vencer Botsuana por 3 a 0, enquanto a Nigéria venceu a Tanzânia por 2 a 1 no segundo tempo.
No Stade Ibn-Batouta, em Tanger, no Marrocos, Nicolas Jackson abriu o placar para os senegaleses aos 40’ do primeiro tempo. Na segunda etapa, aos 13’, Ismaila Sarr deu o passe para Jackson ampliar para Senegal. No último minuto de jogo, Cherif Ndiaye marcou o terceiro e fechou a conta para os Leões de Teranga.
No Complexo Esportivo de Fès, em Fès, no Marrocos, Semi Ajayi recebeu o cruzamento de Alex Iwobi e subiu mais alto que todo mundo e cabeceou para o fundo das redes aos 36’ do primeiro tempo. Na segunda etapa, Charles M’Mombwa empatou para a Tanzânia, mas um minuto depois Ademola Lookman chutou cruzado de fora da área para colocar as Águias Verdes na frente até o fim.
Confira outros resultados da primeira rodada da Copa Africana de Nações:
RD Congo 1 X 0 Benim
Senegal 3 X 0 Botsuana
Nigéria 2 X 1 Tanzânia
Tunísia 3 X 0 Uganda
A Seleção Brasileira fará seu último jogo de 2025 contra a Tunísia, poucos dias após vencer Senegal por 2 a 0 em amistoso realizado em 15 de novembro, na última Data Fifa do ano. O confronto marca o fechamento do calendário da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
A Tunísia, adversária desta vez, já está classificada para a Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre 11 de junho e 19 de julho no Canadá, Estados Unidos e México.
No cargo desde maio, Ancelotti tem utilizado os últimos testes para observar jogadores e ajustar a equipe com foco no Mundial. A atuação contra Senegal foi considerada positiva, principalmente no primeiro tempo. Um dos destaques foi Estevão, ex-Palmeiras e atualmente no Chelsea, que assumiu papel decisivo no ataque.
Casemiro, com boa atuação no meio-campo, e Éder Militão, improvisado na lateral, também foram apontados internamente como pontos de confiança para os próximos compromissos da seleção. Embora tenha feito bom jogo pela lateral, Militão deve voltar ao papel de defensor central.

Provável escalação da Seleção Brasileira| Arte: Bahia Notícias
FICHA TÉCNICA
Brasil x Tunísia
Amistosos Internacionais
Local: Decathlon Stadium, em Lille, na França
Data: 18/11/2025
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Não divulgado
Assistentes: Não divulgado
VAR: Não divulgado
Transmissão: Globo, SporTV e GeTV (YouTube)
Brasil: Ederson; Wesley, Marquinhos, Éder Militão e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Matheus Cunha; Estêvão, Vini Jr. e Rodrygo. Técnico: Carlo Ancelotti
Tunísia: Dahmen; Valery, Talbi, Bronn e Abdi; Skhiri; Layouni, Gharbi, Mejbri e Saad; Mastouri Técnico: Sami Trabelsi.
Gabriel Magalhães não atuará mais pela Seleção Brasileira em 2025. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, na manhã deste domingo (16), que o zagueiro foi cortado após ser diagnosticado com uma lesão muscular na coxa direita.
O defensor deixou o campo no segundo tempo do amistoso entre Brasil e Senegal, após cair no gramado e sentir dores na região. Com a saída do camisa 6, Wesley, da Roma, entrou em campo para atuar na lateral direita, enquanto Éder Militão assumiu a função de Gabriel.
No Emirates Stadium, a Seleção Canarinho bateu os Senegaleses no placar de 2 a 0. Os gols foram marcados por Estêvão e Casemiro, ainda na primeira etapa.
A lesão acende um alerta também no Arsenal, onde Gabriel é titular absoluto e peça fundamental do sistema defensivo. Os Gunners lideram a Premier League com 26 pontos atualmente.
Com o corte confirmado, o zagueiro não seguirá com a delegação para o amistoso contra a Tunísia, nesta terça-feira (18), em Lille, na França. A CBF decidiu ainda não convocar nenhum substituto.
A partida encerra o calendário da Seleção Brasileira em 2025. A próxima Data Fifa da equipe comandada por Carlo Ancelotti deve ocorrer em março de 2026, com amistosos previstos contra França e Croácia.
Antes do clássico entre Fluminense e Vasco, nesta segunda-feira (20), no Maracanã, o goleiro Fábio viveu uma noite especial. Ídolo tricolor e referência de longevidade no futebol brasileiro, o camisa 1 foi homenageado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por alcançar um feito inédito: tornar-se o jogador com mais partidas disputadas na história do futebol mundial.
O presidente da entidade, Samir Xaud, esteve presente no gramado e entregou ao goleiro um troféu em reconhecimento à marca.
"É muito importante para a CBF prestar essa homenagem, ainda mais vendo o Fábio, aos 45 anos, atuando em alto nível. Ele é um dos grandes jogadores do futebol brasileiro e merece esse reconhecimento. É mais do que justo celebrar um representante tão importante da nossa história", disse Xaud.
Aos 45 anos, Fábio soma agora 1.405 partidas oficiais, superando o inglês Peter Shilton (1.390) e mantendo-se no topo do ranking mundial há dois meses. Desde que chegou ao Fluminense, em 2022, o goleiro reafirma sua relevância dentro e fora de campo, atingindo 249 jogos pelo clube — o segundo com mais atuações em sua carreira.
Com quatro temporadas nas Laranjeiras, Fábio foi protagonista nas conquistas recentes do Tricolor: Libertadores (2023), Recopa Sul-Americana (2024) e os Campeonatos Cariocas de 2022 e 2023. A trajetória do goleiro é marcada por regularidade, liderança e uma longevidade que o transformou em símbolo do futebol brasileiro moderno.
A Seleção Brasileira fechará a temporada de 2025 com dois amistosos na Europa, em novembro. No dia 15, o time comandado por Carlo Ancelotti enfrentará o Senegal, no Emirates Stadium, em Londres (Inglaterra), às 13h (de Brasília). Três dias depois, no dia 18, o Brasil encara a Tunísia, no Decathlon Stadium, em Lille (França), às 16h30 (de Brasília).
No anúncio, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), informou que 'a escolha dos adversários africanos faz parte do planejamento do Departamento de Seleções e da comissão técnica de Ancelotti', que buscam ampliar o repertório tático da equipe antes da Copa do Mundo de 2026.
A ideia da comissão e da entidade é testar o elenco contra diferentes estilos de jogo e características físicas, semelhantes às encontradas em Seleções que o Brasil poderá enfrentar no Mundial.
Os amistosos de novembro marcam a sequência do novo ciclo da Seleção após o encerramento das Eliminatórias Sul-Americanas. Em outubro, o Brasil enfrentou Coreia do Sul e Japão, ambos da Ásia. Já em março de 2026, o objetivo da comissão técnica é que os adversários sejam seleções europeias, reforçando a preparação para o torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.
Uma embarcação que integrava a frota Global Sumud Flotilla (GSF), responsável por ações em apoio à Palestina, foi atacada por um drone nesta segunda-feira (8), em alto-mar, próximo à Tunísia. Entre os ativistas que participam da Flotilha estão a sueca Greta Thunberg e o brasiliense Thiago Ávila.
Em comunicado oficial, a GSF confirmou o ataque e informou que a frota retornava de Gaza quando a embarcação Family foi atingida.
Um vídeo divulgado pelos organizadores mostra o momento do ataque. Nas imagens, o narrador afirma: “Acabaram de explodir um dos nossos barcos aqui. Eu estava aqui dormindo e acabei de ver uma explosão aqui nos barcos”.
Ainda conforme as informações, não houve feridos no ataque.
Com gols de Marcos Leonardo, Andrey Santos (duas vezes) e Matheus Martins, o Brasil venceu a Tunísia pelo placar de 4 a 1 e garantiu vaga nas quartas de final do Mundial Sub-20. O gol de honra tunisiano foi marcado por Ghorbel. Agora, a equipe comandada por Ramon Menezes encara Israel, sábado, às 14h30, no Estádio San Juan, na Argentina.
O Brasil entrou em campo com Kaíque; Arthur, Jean Pedroso, Robert Renan, Kaiki (Douglas Santos); Andrey Santos, Marlon Gomes, Marquinhos (Giovane); Sávio (André Dhominique), Biro (Ronald) e Marcos Leonardo (Matheus Martins).
Para a partida contra Israel, Ramon Menezes não irá poder contar com o zagueiro Robert Renan, expulso contra a Tunísia, e o lateral-direito Arthur, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos. Dessa forma, André Dhominique, do Bahia, deve ser titular na lateral direita brasileira.
Além de Brasil e Israel, os Estados Unidos e a Colômbia já estão garantidos nas quartas de final. Hoje, Inglaterra x Itália e Argentina x Nigéria se enfrentam. Na quinta, Gâmbia x Uruguai e Equador x Coreia do Sul definem os dois últimos classificados para as quartas de final do Mundial Sub-20.
Na próxima quarta-feira (31), o Brasil entra em campo, às 14h30, no Estádio Ciudad de La Plata, para enfrentar a Tunísia, pelas oitavas de final do Mundial Sub-20.
Após vencer a Nigéria por 2 a 0 e se classificar na liderança do Grupo D, a Seleção Brasileira retornou aos treinamentos nesta segunda e começou a preparação para o duelo das oitavas de final. Campeão Sul-Americano Sub-20, o lateral-direito André Dhominique projetou a partida contra os tunisianos.
“Foi muito bom (o dia de folga) para relaxar e esfriar a cabeça. Agora é foco total no próximo jogo contra a Tunísia. Eles têm uma equipe muito boa, muito qualidade. Vamos dar o nosso máximo para poder sair com o triunfo”, disse o lateral-direito do Bahia.
Com dez gols marcados, o Brasil de Ramon Menezes tem o melhor ataque da competição junto com a Argentina. O time perdeu na estreia para a Itália por 3 a 2 e depois aplicou 6 a 0 e 2 a 0 diante da República Dominicana e Nigéria, respectivamente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.