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Morreu aos 44 anos na manhã desta sexta-feira (19) o ex-jogador Ivan Fiel da Silva, conhecido como Brasão. Ele foi morto a tiros em um estabelecimento no bairro Vila Esperança, em Tubarão, no Sul de Santa Catarina. A Polícia Civil ainda segue investigando o caso.
Conforme informações da delegacia regional, Brasão foi uma das vítimas de um ataque em um bar. João Roberto Pereira de Oliveira, de 20 anos, também morreu no local.
Brasão é natural de São Paulo e construiu a maior parte da carreira no futebol catarinense, com passagens por clubes como Tubarão, Inter de Lages, Camboriú, Atlético de Ibirama, Concórdia, Navegantes, Guarani de Palhoça e Almirante Barroso.
Fora de Santa Catarina, o atacante também teve trajetória em equipes tradicionais do futebol brasileiro. Entre elas estão Athletico-PR, Atlético Goianiense, Santa Cruz, Treze, Brasil de Pelotas.
No futebol baiano, Brazão soma três passagens pelo Fluminense de Feira: uma em 2009, outra em 2012 e a última em 2015. Ao todo, foram 23 partidas oficiais, com doze gols marcados.
Além do Touro, o jogador também atuou pela equipe do Vitória da Conquista, em 2014, onde atuou em apenas quatro partidas oficiais, mas passou em branco em todas elas.
No exterior, Brasão soma passagens pelo Fransa-Pax e Salgaocar, na Índia, além do Vitória de Setúbal, em Portugal.
Ao longo da trajetória, Brasão conquistou títulos importantes em nível estadual. Entre eles, o Campeonato Goiano de 2010 pelo Atlético Goianiense e a Série B do Campeonato Catarinense em 2014, pelo Inter de Lages.
De forma oficial, o Fluminense de Feira emitiu uma nota de pesar, lamentando a perda do seu ex-jogador, responsável pelo gol que garantiu o último acesso do Fluminense de Feira à Primeira Divisão do Campeonato Baiano. Leia na íntegra:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Mantém absoluta confiança em mim".
Disse o senador Jaques Wagner (PT) ao afirmar nesta quinta-feira (18) que recebeu um telefonema do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo manifestou solidariedade e reafirmou confiança em sua conduta.