Artigos
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
tres jogos
O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ampliou, nesta sexta-feira (11), de dois para três jogos a suspensão de Abel Ferreira. O julgamento ocorreu após recurso apresentado pelo Palmeiras, que havia mantido o treinador à disposição enquanto o caso era analisado.
Com a decisão, Abel não comandará o Palmeiras contra São Paulo, Grêmio e Bahia, pelo Campeonato Brasileiro. O retorno do técnico está previsto para o clássico diante do Corinthians, em outubro, no Nubank Parque.
A punição foi aplicada em razão do chute dado por Abel em um equipamento de áudio localizado à beira do campo durante o empate com o Mirassol. A Procuradoria considerou a atitude voluntária e antidesportiva e enquadrou o treinador no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que estabelece suspensão de um a seis jogos.
Durante o julgamento, o advogado André Sica, que defendeu o Palmeiras, argumentou que a arbitragem teve conhecimento do episódio ainda durante a partida e optou por não punir Abel.
"Não houve equívoco disciplinar algum. O árbitro, muito bem postado, viu e foi informado. Conversou com o VAR e tomou sua decisão. Ele simplesmente não viu gravidade. Ele entendeu que, naquele momento, não cabia punir. Assim como não existe nesse Tribunal", afirmou André Sica.
A decisão do Pleno é definitiva, e o Palmeiras não pode mais recorrer da suspensão no âmbito do STJD.
A quarta comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou nesta quinta-feira (28) os incidentes registrados na vitória do Palmeiras por 3 a 0 sobre o Flamengo, no último sábado (23). O meia Carrascal foi suspenso por três partidas após a expulsão na partida, enquanto o auxiliar Fernando Munhoz recebeu suspensão de 30 dias e multa de R$10 mil. O Flamengo também foi penalizado com multa de R$ 45 mil em razão de objetos arremessados no gramado e da confusão ao término do confronto. Já o técnico Leonardo Jardim foi absolvido.
Com a decisão, Carrascal desfalca o Flamengo no duelo contra o Coritiba, neste sábado. As outras duas partidas de suspensão serão cumpridas após a Copa do Mundo, nos jogos diante de Chapecoense e São Paulo. O clube carioca informou que irá recorrer da punição.
O jogador colombiano foi denunciado com base no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de conduta violenta, após atingir o rosto do zagueiro Murilo no lance que resultou em sua expulsão. A previsão de pena variava entre um e seis jogos de suspensão.
Durante o julgamento, a defesa do Flamengo pediu absolvição ou aplicação da pena mínima de uma partida. Os advogados argumentaram que o lance foi acidental e citaram uma punição anterior envolvendo o Fla-Flu, quando Carrascal recebeu suspensão de dois jogos.
Relator do processo, Gustavo Vaughn avaliou que não houve intenção do atleta em cometer a infração, mas destacou a imprudência no lance e o histórico recente de expulsões. Inicialmente, ele votou por suspensão de dois jogos, porém os demais auditores decidiram ampliar a pena para três partidas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.