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treinador bahia feminino
O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (11) foi Felipe Freitas, treinador do Bahia feminino. Durante a conversa com Thiago Tolentino e Bia Jesus, o técnico destacou que a característica de contratação do Grupo City é muito abrangente, demonstrando um padrão que pode ser identificado em diversas categorias do clube.
“Eu não consigo falar se é um padrão do Grupo City. O que vejo como padrão do grupo é a característica dos profissionais que eles contratam, isso é muito claro. Você vê por característica de modelo de jogo, de como é visto futebol. Posso falar por mim, eu tento ver o futebol como um sistema, de uma maneira mais abrangente do que apenas um aspecto tático ou físico. O futebol engloba muitas coisas e eu vejo muitos profissionais dentro do Bahia com este olhar”, analisou o treinador.
Felipe acredita que esse direcionamento pode criar uma identidade ao Bahia, independentemente das categorias. Para ele, a forma que a SAF trabalha auxilia nas tomadas de decisões dos técnicos, dando mais sentido ao plano mercadológico do City Football Group.
“Você entende mais porque esses estímulos surgem, é uma necessidade de mercado.Você entende cada vez mais essa polivalência em termos de posições e funções, porque ela contribui com que os treinadores consigam tomar decisões melhores sem que precise fazer substituições de acordo com as estratégias necessárias. Então acredito que une as características dos profissionais que eles procuram e essas necessidades mercadológicas fazem com que consigamos criar um padrão muito similar entre as categorias”, concluiu Felipe Freitas.
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O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (11) foi Felipe Freitas, treinador do Bahia feminino. Durante a conversa com Thiago Tolentino e Bia Jesus, Felipe ressaltou a importância da adição de mais datas no calendário do futebol feminino, e que ainda pode ser feito mais.
“Isso é bem importante. É importante que tenhamos calendário, e é um passo, temos que comemorar todos os passos que nós conquistamos e eles podem ser cada vez melhores. Por exemplo, amanhã, às 15h30, vai ter o sorteio da Supercopa do Brasil, essa informação poderia chegar antes. Nós estamos há 32 sessões treinando, claro que treinamos o ano todo, mas sabendo qual vai ser o próximo adversário, podendo estudar mais, tudo facilita. É importante planejar um pouco mais isso ”, disse Felipe.
O técnico enxerga a Supercopa do Brasil como um torneio importante para a evolução do futebol feminino em diversas regiões do país.
“A Supercopa do Brasil é uma competição curta, sendo que ela tem clubes com nível muito bom e isso é muito importante para a gente, porque faz com que a modalidade evolua.Traz times de várias regiões e isso faz com que o futebol seja trabalhado em muitos estados”, acrescentou.
Para Felipe, mais um passo importante para o desenvolvimento da modalidade é a introdução da Copa do Brasil Feminina no calendário a partir de 2025, e que isso pode dar espaço para novas melhorias na estrutura do futebol feminino, como um Campeonato Brasileiro com dois turnos.
“A Copa do Brasil voltando é muito bom. O retorno é num modelo parecido com o do futebol masculino, é importante e eu ainda vejo que precisamos de mais passos. Na Copa do Brasil, um clube que for eliminado na primeira fase, ele só vai ter um jogo. Então precisamos ainda sim de mais calendário, e talvez o próximo passo seja um Brasileirão com turno e returno, por exemplo. Isso aumentaria bastante a solidez da competição, aumentaria muito o grau de competitividade e daria um calendário mais fixo”, declarou o treinador do Bahia.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.