Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
transtornos no transito
As fortes chuvas que atingem a Região Metropolitana de Salvador (RMS) nesta quinta-feira (21) provocou inundações em pontos cruciais do município de Lauro de Freitas. Os locais mais afetados são a entrada da faculdade Unime e as proximidades da unidade de Pronto Atendimento (UPA) Nelson Barros no Centro, localizada na Avenida Luís Tarquínio Pontes.
Segundo relatos de moradores e vídeos compartilhados ao Bahia Notícias (BN), o volume de água acumulado nas vias públicas — especialmente na região do Centro, próxima ao shopping local — foi suficiente para alagar o acesso principal da universidade, bem como a área próxima à UPA.
Confira em vídeo enviado ao BN:
Tanto Lauro de Freitas quanto a capital baiana seguem sob alerta de chuvas intensas emitido por órgãos de meteorologia. O volume de precipitação tem sido elevado, causando diversos pontos de alagamento e transtornos no trânsito na maioria da RMS.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alertou para a possibilidade de volumes que podem chegar a 100 mm por dia. Os riscos associados incluem corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos pontuais em áreas vulneráveis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.