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A Secretária de Educação da cidade de Jacobina gerou grande repercussão negativa ao classificar autismo, TDAH e dislexia como “modismos” em um programa de rádio local na última quinta-feira (09). O caso foi denunciado como desrespeitoso a estudantes com necessidades educacionais inclusivas.
Em uma denúncia anônima ao Bahia Notícias, a fala é classificada como “desrespeitosa”, demonstrando total desconhecimento sobre as necessidades especiais de crianças e adolescentes com essas condições. A mesma foi nomeada em dia 2 de janeiro e abre a pasta em uma declaração infeliz.
Imagens do trecho da recente nomeação da pasta | Foto: Reprodução / Diário Oficial de Jacobina
Quando questionada no programa Jornal do Dia, da Rádio Jacobina FM, sobre a possibilidade de um psicopedagogo em cada escola do município, ela soltou a declaração que foi registrada e denunciada.
“A gente vive de modismo, de tempos em tempos se enfatiza uma situação. Já se foi a dislexia, foi o TDAH, e agora o autismo. Esse recorte para educação especial é um braço da pasta da educação especial. A demanda é institucional e não clinica”, afirma a secretaria.
Confira fala da Secretária:
? VÍDEO: Secretária de Educação de Jacobina gera polêmica ao chamar autismo, TDAH e dislexia de "modismos"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) January 13, 2025
Saiba mais ?https://t.co/32vVU28l7H
Confira o vídeo ? pic.twitter.com/HdTUyU5J0H
A declaração da secretária gerou revolta e indignação nas redes sociais e entre profissionais da educação. A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) de Jacobina ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. O Bahia Notícias entrou em contato com a pasta, mas não obteve resposta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.