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Artigos

Fernanda Carvalho 
Biblio, o quê?
Foto: Wilson Militão

Biblio, o quê?

Biblioterapia, repito. É alguma atividade relacionada à Bíblia?, perguntam frequentemente. Não, mas para mim tem um significado quase sagrado. De celebração da essência humana. Biblio, o quê mesmo? Bi-bli -o- te- ra-pia! Respondo sem perder a paciência porque entendo a importância de tornar a prática conhecida por mais pessoas. 

Multimídia

Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"

Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
O deputado federal Elmar Nascimento (União) criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) com o que classificou como uma "presunção de culpa" adotada pelo judiciário e pela opinião pública contra a classe política brasileira.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

transportes

Metrô de Salvador terá 10 novos trens após investimento de R$ 490 milhões
Foto: Reprodução

As Linhas 1 e 2 do metrô de Salvador e Lauro de Freitas terão a frota ampliada com a aquisição de 10 novos trens, cada um composto por quatro carros. O investimento de R$ 490,4 milhões foi autorizado pelo Governo da Bahia.

 

A compra foi oficializada após a homologação da licitação nº 25.004, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (7).

 

O certame foi vencido pelo Consórcio CRRC Changchun, formado pela CRRC Changchun do Brasil Railway Equipamentos e Serviços Ltda. e pela fabricante chinesa CRRC Changchun Railway Vehicles Co. Ltd.

 

Com a homologação pela Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), a licitação foi concluída, permitindo ao governo formalizar o contrato para a fabricação e o fornecimento dos novos trens.

 

O DOE não informa, porém, o prazo de entrega das composições nem a previsão para o início da operação.


DESCLASSIFICAÇÃO

Embora tenha vencido a licitação, o Consórcio CRRC Changchun chegou a ser desclassificado durante o processo por não atender a exigências técnicas e documentais previstas no item 12.2 do edital.

 

Entre os requisitos estava a comprovação de habilitação para fornecer equipamentos aptos a receber financiamento por meio de linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

Com a desclassificação do grupo chinês, a expectativa era de que a segunda colocada, o consórcio francês do Grupo Alstom, assumisse a disputa. A empresa havia apresentado proposta de R$ 614,4 milhões. No entanto, essa convocação não foi publicada no Diário Oficial.

 

A homologação publicada nesta terça-feira não esclarece se o consórcio chinês voltou a ser habilitado após recurso administrativo aceito pela CTB ou por decisão judicial. A redação do Bahia Notícias procurou a companhia para esclarecer o trâmite que resultou na homologação do certame e aguarda resposta.

Prévia da inflação mostra desaceleração, apesar de preços na alimentação; Salvador tem melhor resultado entre capitais
Foto: Arquivo Agro em Campo

Pelo segundo mês consecutivo, o indicador que registra a prévia da inflação oficial apresentou queda, com os preços dos grupos de Alimentação e Bebidas e Habitação contribuindo para o segundo melhor resultado em 2026. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta quinta-feira (25) pelo IBGE, a prévia da inflação de junho foi de 0,41%, uma redução de 0,21% em relação à taxa de 0,62% verificada em maio.

 

Em abril, o IPCA-15 havia chegado a 0,89%; em dois meses, o indicador acumulou uma queda de 0,48 ponto percentual. No ano, o índice acumula alta de 3,45% e, em 12 meses, 4,80%, acima dos 4,64% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

 

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para a composição do IPCA-15, destacaram-se Alimentação e Bebidas, com a maior variação (0,74%), e Habitação (0,72%). Juntos, os dois grupos responderam por cerca de 66% do resultado do mês. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,03% em Transportes e a alta de 0,47% em Saúde e Cuidados Pessoais.

 

A alimentação no domicílio passou de 1,73% em maio para 0,87% em junho. Contribuíram para esse resultado as altas da batata-inglesa (29,42%), do tomate (17,27%), do feijão-carioca (14,29%) e da cebola (9,54%). Os subitens tomate, cenoura e batata-inglesa mais que dobraram de preço no 1º semestre, com acumulados de, respectivamente, 103,84%, 103,10% e 100,20%. Entre as quedas, destacaram-se o café moído (-3,69%) e as frutas (-0,96%).

 

Os preços do grupo Habitação desaceleraram de 1,03% em maio para 0,72% em junho. A energia elétrica residencial subiu 2,04%, configurando-se como o principal impacto individual no resultado de junho (0,08%), com a vigência da bandeira tarifária amarela.

 

No grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,47%), os destaques foram para os artigos de higiene pessoal (1,03%) e o plano de saúde, cuja variação de 0,35% refletiu a incorporação de reajuste de 5,11% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vigente a partir de maio de 2026.

 

No grupo Transportes (-0,03%), registraram-se aumentos na passagem aérea (7,24%), no ônibus urbano (1,18%) e no automóvel novo (0,42%). Entre os recuos, destacaram-se os combustíveis (-1,22%).

 

Quanto aos índices regionais, a maior variação foi registrada em Brasília (0,93%), devido às altas da passagem aérea (11,05%) e da gasolina (3,62%). Já o menor resultado (0,28%) ocorreu no Rio de Janeiro, em Curitiba e em Salvador.

 

A capital baiana, assim como Rio de Janeiro e Curitiba, registrou alta geral de preços de 0,28%, abaixo da média nacional de 0,41%. Os fatores que contribuíram para um resultado menor que o nacional foram as quedas verificadas no café moído (-5,00%) e na gasolina (-1,53%).

 

De acordo com o IPCA-15, houve uma forte queda entre maio (0,69%) e junho (0,28%). No trimestre, a variação acumulada na capital baiana foi de 2,17%; em todo o ano de 2026, de 4,50%, abaixo da média nacional, que foi de 4,80%.

TCM condena ex-prefeito de Canarana a ressarcir mais de R$ 1 milhão por superfaturamento  de transporte escolar
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Conselheiros da 2ª Câmara de Julgamentos do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia condenaram o ex-prefeito de Canarana, Ezenivaldo Alves Dourado (PL), a ex-secretária de Educação, Sandra Teles Pereira de Souza, e a empresa Marabá Locadora de Veículos a devolver o valor de R$1.389.602,33 aos cofres municipais. Os nomes eram investigados por irregularidades na execução de contrato de transporte escolar firmado durante a gestão de Ezenivaldo, entre os anos de 2021 e 2023.

 

 

Além do ressarcimento solidário, o relator do processo aplicou uma multa de R$ 3 mil ao ex-prefeito. Fica também determinada a formulação de representação ao Ministério Público para apuração de eventual prática de improbidade administrativa e outros ilícitos penais relacionados aos fatos apurados no processo administrativo.

 

 

O processo teve início a partir da denúncia apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), que apontou irregularidades na execução do contrato administrativo destinado à prestação de serviços de transporte escolar no município. O valor original presente no edital constava o valor de R$ 359.430,60, número muito inferior ao valor total e que representava fortes indícios de superfaturamento.

 

 

Segundo relatório do próprio Tribunal de Contas, o denunciante apontou que ocorreram pagamentos por rotas já contempladas por ônibus da frota municipal, inclusive pelo programa de transporte escolar a estudantes da zona rural, o "Caminho da Escola", e por rotas inexistentes. A fiscalização também identificou uma cobrança de quilometragens superiores às efetivamente percorridas, chegando a registrar valores 5 vezes maiores que a quilometragem da rota original.

 

 

. Somados e quantificados, os danos apurados pela equipe técnica somam um prejuízo de R$1.389.602,33 aos cofres do município da Chapada Diamantina. Segundo o conselho do TCM, o ex-prefeito deixou de adotar medidas eficazes de fiscalização da execução contratual e autorizou pagamentos em valores superiores aos serviços efetivamente prestados. A decisão ainda cabe recurso.

Governo Federal libera R$ 21 milhões para obras em rodovias da Bahia
Marcio Ferreira/MT

O Governo Federal autorizou o remanejamento de R$ 21,1 milhões para obras de infraestrutura viária na Bahia. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (8), por meio da Secretaria Nacional de Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes.

 

Os recursos são provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) e serão destinados à restauração e manutenção da malha rodoviária estadual, com foco na construção de pontes. Entre as obras previstas estão intervenções nas rodovias BA-023, BA-084, BA-512 e BA-583, além de serviços em municípios como Correntina, Santa Maria da Vitória, Biritinga, Camaçari e Formosa do Rio Preto.

 

A BA-649, que liga Itabuna a Ilhéus, também está entre os trechos contemplados. O programa prevê mais de R$ 3 milhões para obras de implantação, pavimentação e construção de pontes na região. Outros municípios beneficiados incluem Érico Cardoso, Tucano, Caetité e Alcobaça.

 

Segundo o cronograma divulgado, os investimentos serão distribuídos ao longo de 2026, com maior volume de recursos previsto para o segundo e terceiro trimestres do ano.

Preços de alimentos e combustíveis puxam forte alta da prévia da inflação; Salvador tem segundo pior resultado
Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

Puxado principalmente por aumentos maiores de preços nos segmentos de alimentação e combustíveis, o indicador que registra a prévia da inflação oficial subiu 0,45% em relação ao mês passado e fechou abril em 0,89%. Foi o que revelou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (28) pelo IBGE.

 

Em março, o indicador havia ficado em 0,44%. Agora em abril, a taxa de 0,89% do IPCA-15 fechou no patamar mais alto para o período desde 2022, quando ficou em 1,73%. 

 

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,39% e, nos últimos 12 meses, de 4,37%, acima dos 3,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2025, a taxa foi de 0,43%.

 

Entre as capitais pesquisadas para a composição do índice nacional, Salvador aparece com o segundo pior resultado para o mês de abril: 1,19%, bem acima da média para todo o país, de 0,89%. A capital baiana só perde para Belém, no Pará, que registrou 1,46%.

 

O indicador do IBGE mostra um aumento significativo na prévia da inflação de Salvador em relação a março, quando o IPCA-15 ficou em 0,45%. No ano, o indicador na capital da bahia está em 2,82, acima da média nacional de 2,39%. Em relação aos últimos 12 meses, o IPCA-15 em Salvador está em 4,14%, abaixo do total para o país que chegou a 4,37%.  

 

Na composição da prévia da inflação nacional, a maior variação e o maior impacto positivo saíram do grupo Alimentação e Bebidas (1,46%). O grupo Transportes (1,34%) teve o segundo maior impacto no índice geral (0,27%), impulsionado pelo aumento dos combustíveis, que passou de -0,03% em março para 6,06% em abril. A gasolina (6,23%) foi o principal impacto individual no índice do mês (0,32%), após ter recuado 0,08% em março.

 

No grupo Alimentação e Bebidas (1,46%), o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os preços dos seguintes produtos contribuíram para o resultado: cenoura (25,43%), da cebola (16,54%), do leite longa vida (16,33%), do tomate (13,76%) e das carnes (1,14%).

 

A alimentação fora do domicílio (0,70%) acelerou em relação ao mês de março (0,35%), em virtude da alta do lanche (0,87%) e da refeição (0,65%), que haviam registrado, em março, altas de 0,50% e 0,31%, respectivamente.

 

Saúde e cuidados pessoais (0,93%) teve a terceira maior influência no resultado geral, em função das altas nos itens de higiene pessoal (1,32%), pelos produtos farmacêuticos (1,16%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e pelo plano de saúde (0,49%).

 

O grupo Habitação acelerou de 0,24% em março para 0,42% em abril. A energia elétrica residencial foi de 0,68% (0,29% de março), contemplando os reajustes de 6,92% e 14,66% nas tarifas das concessionárias, no Rio de Janeiro (6,50%), a partir de 15 de março.
 

Inflação oficial sobe de 0,33% em janeiro para 0,70% em fevereiro puxada por reajustes de mensalidades
Foto: Alba Rosa/AEN

Com uma alta forte de preços a partir do reajuste das mensalidades escolares, a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) disparou, saindo de 0,33% em janeiro para 0,70% em março. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (12) pelo IBGE. 

 

O setor de Educação, graças aos reajustes de mensalidades, foi o que impactou na composição do IPCA de fevereiro. Sozinho, o grupo Educação respondeu por cerca de 44% do índice do mês de fevereiro. 

 

A maior contribuição para a inflação veio dos cursos regulares (6,20%), por conta dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações foram nos subitens ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).

 

No ano de 2026, o IPCA acumula alta de 1,03% e, nos últimos doze meses, o índice ficou em 3,81%, abaixo dos 4,44% dos 12 meses imediatamente anteriores. 

 

A pesquisa do IBGE revelou que, embora mais alto que em meses anteriores, o resultado atual é o menor para um mês de fevereiro desde 2020 (0,25%). Em fevereiro do ano passado, quando o IPCA ficou em 1,31%, houve maior pressão do grupo habitação, em especial na energia elétrica, em função do fim do Bônus de Itaipu.

 

Ainda na comparação com o ano anterior, o setor de Educação acelerou ao registrar 5,21% em fevereiro de 2026 contra 4,70% de fevereiro de 2025.

 

O grupo Transportes (0,74%) foi o responsável pelo segundo maior impacto no índice de fevereiro (0,15% impacto), com a alta de 11,40% na passagem aérea. A pesquisa do IBGE também apontou altas no seguro voluntário de veículos (5,62%), o conserto de automóvel (1,22%) e o ônibus urbano (1,14%). 

 

O subitem ônibus urbano (1,14%) reflete a incorporação dos seguintes reajustes tarifários: 20,00% em Fortaleza (3,91%), a partir de 1º de janeiro; 8,70% em Belo Horizonte (1,73%), a partir de 1º de janeiro; 6,38% no Rio de Janeiro (1,01%), a partir de 04 de janeiro; 5,36% em Salvador (-0,37%), a partir de 05 de janeiro.

 

O grupo Alimentação e bebidas saiu de 0,23% em janeiro para 0,26% em fevereiro. A alimentação no domicílio registrou variação de 0,23%, ante o 0,10% do mês anterior, com influência das altas do açaí (25,29%), do feijão-carioca (11,73%), do ovo de galinha (4,55%) e das carnes (0,58%). 

 

No lado das quedas de preços, os destaques apontados pelo IBGE são as frutas (-2,78%), o óleo de soja (-2,62%), o arroz (-2,36%) e o café moído (-1,20%).

 

A alimentação fora do domicílio (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,55%). A refeição saiu de 0,66% em janeiro para 0,49% em fevereiro e o lanche passou de 0,27% para 0,15% no mesmo período.

 

Regionalmente, a maior variação do IPCA de fevereiro ocorreu na cidade de Fortaleza (0,98%), influenciada pela alta dos cursos regulares (6,83%) e da gasolina (2,95%). A menor variação ocorreu em Rio Branco (0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-1,27%) e do automóvel novo (-0,85%).

 

Na cidade de Salvador, o índice de inflação foi de 0,40% em fevereiro, menor do que a média nacional de 0,70%. No ano, a inflação na capital baiana está em 0,91%, e nos últimos 12 meses, ficou em 2,93%, bem abaixo da média para todo o país que foi de 3,81% no período.

 

Cajado assume presidência da Comissão de Viação e Transportes e quer discutir concessões de rodovias na Bahia
Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

 

Por unanimidade, os deputados da Comissão de Viação e Transportes elegeram o baiano Claudio Cajado (PP) como o novo presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara. Cajado comandará a comissão até o final de janeiro do ano que vem.

 

O deputado baiano, que está em seu oitavo mandato na Câmara, foi indicado para a Comissão de Viação e Transportes pelo líder do PP, Dr. Luizinho. 

 

“Vamos implementar uma agilidade para podermos votar nesse primeiro semestre as matérias que estão pautadas na nossa comissão. Estou muito feliz por estar representando o partido aqui e dando sequência ao trabalho feito antes pelo deputado Maurício Neves, do Progressistas, fazendo com que o nosso partido atue firmemente em uma área tão importante quanto a de viação de transportes”, afirmou.  

 

Após ter sido eleito pelos membros da comissão, o deputado Claudio Cajado disse que a sua primeira providência como presidente será a apresentação de um requerimento para realização de uma audiência pública voltada a discutir a concessão das rodovias BR-324 e BR-116, no estado da Bahia.

 

“Já solicitei hoje uma audiência com o ministro dos Transportes, Renan Filho, ao diretor geral do Dnit e ao presidente da ANTT para podermos tratar dessas demandas e para apresentar um roteiro onde eles possam estar presentes e debatendo com a comissão questões importantes do setor”, disse o deputado. 

 

Cajado disse também que a sua missão à frente da comissão é estratégica e tem como foco fortalecer a infraestrutura do país, assim como garantir desenvolvimento e melhorar a mobilidade em todos os estados brasileiros.

 

“Vamos aqui na Comissão discutir questões relacionadas às rodovias, ferrovias, transporte aéreo, marítimo, ferroviário, transportes intermodais, apresentando soluções, propostas e promovendo o debate. Nós do Progressistas temos soluções para muitos desses temas e ao longo desse primeiro semestre vamos apresentar à sociedade nossas ideias com o intuito de estabelecer políticas públicas exitosas para o nosso país”, explicou o parlamentar baiano.

 

Em seus mandatos na Câmara, o deputado Claudio Cajado já exerceu diversas funções, como a de corregedor e de procurador parlamentar. Ele destacou que vai buscar o consenso entre os membros da comissão durante as votações, mas que o debate é necessário.

 

“Eu já tive a oportunidade de presidir algumas comissões, e o importante é estarmos com o mesmo objetivo e interesse. Obviamente que aqui não vamos cercear nenhuma opinião. Vamos poder divergir à vontade. Agora, voto, na democracia, é o da maioria. Feita a maioria no voto, a matéria segue para o trâmite da Casa em outras comissões ou de forma deliberativa para o Senado”, pontuou o parlamentar, que no ano passado era o vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

IBGE: Inflação sobe em dezembro mas fecha 2025 em 4,26%, dentro do teto da meta fixada pelo Banco Central
Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

A inflação brasileira fechou o ano de 2025 em 4,26%, dentro, portanto, ficando abaixo do limite superior da meta do Banco Central, que é de 4,50%. O resultado veio após o registro de uma alta de preços de 0,33% no mês de dezembro. O IPCA ficou 0,57% abaixo do índice de 2024 (4,83%).

 

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo IBGE, por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador registra a inflação oficial brasileira. 

 

A permanência dentro da tolerância máxima fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) aconteceu apesar do aumento dos preços em dezembro em relação a novembro, que fechou em 0,18%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento ainda maior, de 0,52%. 

 

O IPCA de 4,26% verificado pelo IBGE acabou ficando abaixo das previsões do mercado financeiro. O último Boletim Focus do Banco Central, divulgado em 26 de dezembro, apontava uma inflação total em 2025 de 4,32%. 

 

Os analistas de mercado consultados pelo Banco Central projetavam, no início de janeiro de 2025, uma inflação total de 4,99%. O Boletim Focus chegou a trazer uma previsão de inflação total de 5,68%, em publicação divulgada no dia 7 de março. 

 

Entre os nove grupos pesquisados pelo IBGE, apenas o de preços na área de Habitação teve queda, de 0,33%. Todos os demais grupos tiveram alta no mês de dezembro. 

 

A maior variação de preços (0,74%) aconteceu no grupo Transportes, seguido por Saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52%. O grupo Artigos de residência (0,64%) teve a segunda maior variação em dezembro, após o recuo de 1,00% registrado em novembro.

 

No grupo de Transportes, o resultado de 0,74% foi influenciado pelo aumento nos preços do transporte por aplicativo (13,79%) e das passagens aéreas (12,61%), subitem com maior impacto individual no resultado do mês (0,08 p.p.). 

 

Os combustíveis , após recuarem 0,32% em novembro, aumentaram 0,45%, com as seguintes variações: etanol (2,83%), gás veicular (0,22%), gasolina (0,18%) e óleo diesel (-0,27%).

 

Em Artigos de residência, a alta de 0,64% reflete as variações de preços em produtos de Tv, som e informática (1,97%) e dos aparelhos eletroeletrônicos (0,81%) que, no mês anterior, haviam caído 2,28% e 2,37%, respectivamente.

 

No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,52%), o destaque fica por conta do plano de saúde (0,49%) e dos artigos de higiene pessoal (0,52%).

 

O grupo Alimentação e bebidas registrou alta de 0,27% em dezembro. A alimentação no domicílio interrompeu a sequência de seis meses consecutivos de queda e subiu 0,14%, influenciada pelas altas da cebola (12,01%) e da batata-inglesa (7,65%). 

 

As carnes tiveram alta moderada, de 1,48%, com destaque para o contrafilé (2,39%), a alcatra (1,99%) e a costela (1,89%) e das frutas (1,26%), em especial o mamão (7,85%) e a banana-prata (4,32%). No lado das quedas os destaques são o leite longa vida (-6,42%), o tomate (-3,95%) e o arroz (-2,04%).

 

Em relação aos preços nas capitais pesquisadas pelo IBGE, a maior variação ocorreu em Porto Alegre (0,63%), influenciada pela alta da energia elétrica residencial (3,90%) e do transporte por aplicativo (17,75%). A menor variação ocorreu em São Luís (-0,19%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-4,83%) e das frutas (-6,01%).

 

A cidade de Salvador teve a terceira maior alta de preços no mês de dezembro, registrando 0,59%. O índice ficou bem acima do que havia sido verificado em novembro, quando a inflação foi de 0,01%. O IPCA na capital baiana também ficou bem acima da média nacional de 0,33%. 

 

Apesar de ter ficado acima em dezembro, no ano de 2025 a alta de preços em Salvador ficou abaixo da que foi registrada em todo o país. Enquanto a média nacional foi de 4,26%, a capital da Bahia teve inflação final no ano passado de 3,80%. 

IPCA desacelera em novembro, mas preço das carnes segue em alta; Salvador está entre capitais com inflação mais baixa
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

Depois de uma subida vertiginosa no mês de outubro em relação a setembro, chegando a 0,56%, a inflação oficial brasileira desacelerou e fechou novembro em 0,39%, resultado ainda influenciado, entretanto, pela alta no preço dos alimentos (1,55%). Foi o que revelou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (10) pelo IBGE.

 

O índice apurado pelo IBGE em novembro ficou 0,17 ponto percentual abaixo da taxa de outubro. No ano, o IPCA acumula alta de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 4,87%, acima dos 4,76% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2023, a variação havia sido de 0,28%.

 

Por conta principalmente pelo aumento no preço das carnes, de 8,02%, o indicador oficial da inflação ficou em 0,39%, resultado, entretanto, que ficou abaixo também do que foi apurado em setembro (0,44%). O resultado de novembro também sofreu forte influência pelas altas no grupo Transportes (0,89%), impulsionado pelo aumento da passagem aérea (22,65%), e no grupo Despesas pessoais (1,43%), influenciado pelo aumento do cigarro (14,91%). 

 

Em Alimentação e bebidas (1,55%), a alimentação no domicílio passou de 1,22% em outubro para 1,81% em novembro. Foram verificados pelo IBGE aumentos nos preços das carnes, com destaque para os seguintes cortes: alcatra (9,31%), chã de dentro (8,57%), contrafilé (7,83%) e costela (7,83%). Altas também foram observadas no óleo de soja (11,00%) e no café moído (2,33%). 

 

Outro fator de pressão no grupo veio da alimentação fora do domicílio (0,88%), que registrou variação superior à do mês anterior (0,65%). O subitem refeição acelerou de 0,53% em outubro para 0,78% em novembro, enquanto o lanche passou de 0,88% em outubro para 1,11% em novembro.

 

Na divulgação dos resultados do IPCA, o gerente da pesquisa, André Almeida, destacou os motivos que levaram à alta de preços nos setores de alimentação e transportes.

 

"A alta dos alimentícios foi influenciada, principalmente, pelas carnes, que subiram mais de 8% em novembro. A menor oferta de animais para abate e o maior volume de exportações reduziram a oferta do produto. Já para os aumentos nas passagens aéreas, a proximidade do final de ano e os diversos feriados do mês podem ter contribuído para essa alta", explicou o gerente da pesquisa.

 

Nos indicadores regionais, todas as localidades pesquisadas pelo IBGE apresentaram resultados positivos em outubro. A maior variação ocorreu em Rio Branco (0,92%), no Acre, influenciada pela alta das carnes (8,04%). A cidade de Salvador teve o quarto melhor resultado entre todas as capitais pesquisadas, registrando alta de 0,28% nos preços, abaixo da média nacional de 0,39%.

 

A capital baiana só não teve resultado melhor que Aracaju (SE), Vitória (ES) e Porto Alegre (RS). O índice de novembro em salvador mostrou queda expressiva em relação a outubro, quando o IPCA na cidade ficou em 0,48%. 

 

No ano de 2024, o IBGE revela que na capital do Estado da Bahia, o IPCA ficou em 3,75% na variação acumulada nesses 11 meses, abaixo da média nacional de 4,29%. Já em relação aos últimos 12 meses, Salvador registrou inflação total de 4,62%, também abaixo da média nacional, que foi de 4,87% para o período. 
 

Inflação acelera em fevereiro com alta na área de educação e Salvador tem terceiro maior índice entre capitais pesquisadas
Foto: Alexandre Campbell / Agência Brasil

Graças aos aumentos de preços das despesas escolares, típicas do período, a inflação oficial no Brasil acelerou e chegou a 0,83% em fevereiro, bem acima do resultado verificado em janeiro deste ano (0,42%). Foi o que revelou nesta terça-feira (12) o IBGE, ao divulgar os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que marca a inflação oficial do país. 

 

De acordo com o IBGE, o IPCA em 2024 já soma 1,25%. E o índice de inflação acumulado permanece estável, atingindo agora 4,50% em 12 meses (estava em 4,51%). 

 

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para a composição do indicador, sete tiveram alta no mês de fevereiro. A maior variação (4,98%) e o maior impacto (0,29 ponto percentual) vieram de educação. Outros destaques foram os grupos alimentação e bebidas (0,95% e 0,20%) e transportes (0,72% e 0,15%). Os demais grupos ficaram entre o -0,44% de vestuário e o 1,56% de comunicação.

 

“O resultado do IPCA se deve aos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo”, afirma o gerente da pesquisa, André Almeida. Segundo o estatístico, as maiores altas nos preços vieram do ensino médio (8,51%), ensino fundamental (8,24%), pré-escola (8,05%) e creche (6,03%).

 

Também tiveram aumento: curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%). Dessa forma, apenas o grupo Educação, com alta de 4,98% no mês passado, representou impacto de 0,29 ponto percentual na taxa geral.

 

Já o grupo Alimentação e Bebidas subiu bem menos do que em janeiro: de 1,38% para 0,95%. Contribuíram para o resultado os aumentos de produtos como cebola (7,37%), batata inglesa (6,79%), frutas (3,74%), arroz (3,69%) e leite longa vida (3,49%).

 

Por outro lado, a alimentação fora do domicílio foi de 0,25%, no mês anterior, para 0,49%. Isso porque a refeição teve variação superior – de 0,17% para 0,67%. O lanche aumentou 0,25%, desacelerando.

 

Em Transportes (alta de 0,72%), o IBGE apurou aumentos em todos os combustíveis: etanol (4,52%), gasolina (2,93%), gás veicular (0,22%) e óleo diesel (0,14%). Já o táxi teve alta (0,64%), com reajustes no Rio de Janeiro, Salvador e em Belo Horizonte. Em contrapartida, os preços das passagens aéreas caíram: -10,71%, com impacto de -0,09 ponto.

 

Entre as regiões pesquisadas, a cidade de Salvador teve o terceiro maior índice de inflação entre todas as capitais pesquisadas pelo IBGE: 0,96%. O percentual em fevereiro ficou bem acima do que tinha sido verificado em janeiro, quando o IPCA da capital da Bahia havia sido de 0,13%.

 

Com a inflação em 0,96% no mês de fevereiro, Salvador só teve resultado melhor que Aracaju-SE (1,09%) e São Luís-MA (1,06%). No ano de 2024, a inflação da capital baiana está em 1,10%, e no resultado dos últimos 12 meses chegou a 3,65%. Apesar do aumento em fevereiro, o resultado da inflação nos últimos meses em Salvador ainda está bem abaixo da média nacional no mesmo período (4,50%). 
 

Puxada por alta no preço dos transportes, prévia da inflação para o mês de dezembro sobe mais do que o esperado
Foto: Bruno Concha / PMS

O IBGE divulgou na manhã desta quinta-feira (28) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, e o resultado foi acima do que era esperado pelos analistas do mercado. Segundo o IBGE, o IPCA-15 subiu 0,40% em dezembro, após ter registrado alta de 0,33% em novembro (em média o mercado aguardava subida de 0,27%). 

 

O resultado do IPCA-15 foi influenciado principalmente pela alta de 0,77% nos preços de transportes, puxado pelas passagens aéreas, que subiram 9,02% e exerceram o maior impacto individual no mês. O subitem ônibus urbano (1,91%) também contribuiu para a alta no grupo transportes, influenciado pelo reajuste de 6,12% em Salvador (5,69%), a partir de 13 de novembro.

 

Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta na prévia de dezembro. Os grupos que mais contribuíram para uma inflação maior em dezembro foram as despesas pessoais (0,56%), alimentação e bebidas (0,54%) e habitação (0,48%). 

 

Por outro lado, nos combustíveis (-0,27%), houve queda nos preços do óleo diesel (-0,75%), do etanol (-0,35%) e da gasolina (-0,24%). Já o gás veicular (0,08%) registrou alta de preços.

 

Com o resultado de dezembro, o acumulado da inflação na apuração de 12 meses fecha o ano em 4,72%. O índice está abaixo do que foi verificado em novembro (4,84%) e em outubro (5,05%). Já na comparação com dezembro de 2022, o indicador neste ano se encontra bem abaixo do ano passado, quando o IPCA-15 registrou alta de 5,90%. 

 

A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano de 2023 foi de 3,25%, com uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso significa que o limite tolerado para a inflação deste ano é de 4,75%. Desta forma, o IPCA-15 verificado em dezembro (4,72%) mostra uma inflação que não estourou o teto da meta. 

 

O aumento de preços apurado para o mês de dezembro, de 0,40%, é o maior patamar do IPCA-15 desde maio, quando o IBGE divulgou um indicador de 0,51% naquele mês. O mês de 2023 com maior alta de preços verificados na elaboração do IPCA-15 segue sendo fevereiro, quando a prévia da inflação ficou em 0,76%. 

 

Para o cálculo do IPCA-15, a metodologia utilizada é a mesma do IPCA, com diferença no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Os preços foram coletados no período de 15 de novembro a 14 de dezembro (referência) e comparados com aqueles vigentes de 14 de outubro a 14 de novembro (base).

 

O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.
 

Baco Exu do Blues relata 'extremo racismo' ao usar aplicativo de transporte
Foto: Reprodução/Instagram

Um dos mais renomados rappers do momento, o cantor baiano Baco Exu do Blues desabafou sobre o tratamento que tem recebido ao utilizar o aplicativo de transportes Uber em São Paulo. De acordo com o Correio, por meio de stories do Instagram, ele relatou que motoristas que trabalham com o app são “extremamente racistas”. 

 

“Eu não uso Uber normal há muito tempo... Geralmente eu uso o Black ou o Select justamente pelo fato do normal aqui em São Paulo é que, quando para e eu chego perto, eles vão embora. Hoje eu pedi Uber Black, e três Ubers saíram correndo de mim. Três. Não foi um, não foram dois, foram três que saíram correndo de mim”, relatou Baco.

 

Em nota enviada ao Correio, a Uber informou que trata com seriedade denúncias equivalentes a relatada pelo cantor e completou afirmando que não há tolerância com qualquer tipo de discriminação. “A empresa segue à disposição para falar com o artista e esclarecer o caso o quanto antes”, disse os representantes ao final do comunicado. 

 

Confira:

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Vem aí a estreia das campanhas políticas de 2026, mas, antes de conhecer o elenco, é preciso entender o enredo. Aqui na Bahia, os ventos bons parecem mudar de lado. É o que prova a relação de Card e Pernambucano estar mais tranquila que a de Galego e Correria. Mas ninguém vive mais leve atualmente do que Ottinho - ou mais pesado, a depender do ponto de vista. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Hilton Coelho

Hilton Coelho
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos". 

 

Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).

Podcast

Projeto Prisma entrevista o deputado federal Elmar Nascimento nesta segunda

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O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (20). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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