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translado
Atualmente na cidade de Vila Franca de Xira, em Portugal, os restos mortais do primeiro governador-geral do Brasil (1549 e 1553), Tomé de Souza, podem estar mais próximos de Salvador.
Essa é a expectativa do advogado Ademir Ismerim, que revelou, durante entrevista ao podcast Projeto Prisma do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (02), que retomou os diálogos com o país do velho continente para a realização do translado dos restos mortais do governador-geral responsável pela construção da cidade de Salvador, primeira capital do Brasil, na época.
A iniciativa já dura cerca de 15 anos, de acordo com Ismerim. “A gente teve uma procura bem intensificada para encontrar os restos mortais dele [Tomé de Souza]. Localizaram o convento onde ele está. Aí a gente começou a trabalhar aqui [em Salvador]. Conversei com o prefeito da época [ACM Neto], falei com Jorge Portugal, também envolvi [Henrique] Caballal, que é historiador, e o deputado Antônio Brito”, afirmou o advogado que ainda contou que, pouco antes da pandemia, havia uma reunião marcada com o embaixador de Portugal para tratar sobre o tema.
Vale lembrar que, em 2019, o deputado federal Antonio Brito (PSD) solicitou o envio dos restos mortais de Tomé de Souza para Salvador. O pedido foi feito durante reunião com o deputado português Carlos Páscoa, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Brasil, à época.
(Ademir Ismerim no Projeto Prisma - Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias)
Ismerim acredita que Salvador e a Bahia, como um todo, possuem uma história rica e que precisa ser contada. Na visão dele, iniciativas como essas ajudam nesse quesito.
“Minha relação nem é com Tomé de Souza, é com a Bahia mesmo. Eu acho que Salvador fala com você. É uma cidade que tem muita história e que é interessante. O baiano vive um pouco da sua cidade, principalmente quem estuda. Então, eu acho que Tomé de Souza é um complemento para tudo isso que é a Bahia”, afirmou o Ademir Ismerim.
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Pérolas do Dia
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"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.