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transferencias fantasmas
O Lyon abriu uma investigação interna para esclarecer supostas irregularidades em operações de mercado autorizadas pelo empresário John Textor. Segundo informou o jornal L’Équipe, a atual gestão do clube francês identificou registros de negociações que não se concretizaram, envolvendo atletas que passaram pelo Botafogo, mas nunca chegaram a atuar ou sequer a ser inscritos na França.
Entre os nomes citados estão Igor Jesus, Luiz Henrique, Jair Cunha e Savarino, este último ainda vinculado ao Botafogo. A apuração também inclui a transferência de Thiago Almada, que defendeu o Lyon no primeiro semestre após deixar o clube carioca.
De acordo com a publicação, Textor teria aprovado a aquisição dos direitos econômicos desses jogadores, operações que geraram uma dívida declarada de aproximadamente 120 milhões de euros ao Lyon.
Para viabilizar parte dos valores, o clube utilizou um mecanismo de factoring, antecipando receitas por meio de uma empresa financeira. O relatório interno aponta que cerca de 100 milhões de euros teriam sido adiantados nessa modalidade.
Apesar de o montante ter entrado no caixa do Lyon, os atletas mencionados não chegaram a vestir a camisa do clube nem foram registrados na Liga Francesa.
O Botafogo, por sua vez, rebate a expressão “transferências fantasmas”, utilizada pela imprensa francesa. A SAF afirma que os jogadores não foram regularizados pelo Lyon por razões administrativas internas, e sustenta que os contratos firmados, tanto com o clube francês quanto com a instituição financeira, não apresentaram qualquer irregularidade jurídica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.