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traficante localizado
Nova ação de inteligência da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, com apoio da FICCO de Sergipe, localizou nesta quinta-feira (7), durante a Operação Ducibus, o traficante Mário Sérgio de Jesus, o "Gango", que liderava uma facção em Feira de Santana.
O criminoso, que possuía mandado de prisão por homicídio, utilizava três casas em Aracajú, buscando escapar de investidas das Forças de Segurança. Gango foi encontrado no bairro de Aruana e, na tentativa de captura, atirou contra os policiais.
O foragido da Justiça acabou ferido. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele foram encontrados dois revólveres, munições, porções de drogas e celulares.
"Em Aracaju, ele não ostentava armas e nem conversava sobre temas relacionados ao tráfico de drogas e homicídios. Para os vizinhos, estava acima de qualquer suspeita", contou o coordenador da FICCO Bahia, delegado federal Eduardo Badaró.
FEIRA DE SANTANA
Gango foi o segundo líder de organização criminosa encontrado pela FICCO Bahia, em pouco mais de uma semana. No dia 27 de fevereiro, na cidade de Natal, outro criminoso foi encontrado.
O rival de Mário Sérgio residia em uma casa de luxo, na capital do Rio Grande do Norte. A dupla determinava homicídios, roubos, entre outros crimes.
A FICCO Bahia é composta por policiais federais, militares, civis, rodoviários federais e penais. Na ação, em Sergipe, equipes da PM e PC daquele estado também deram apoio.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.