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trabalho voluntario
A ONG 'Zuzu For África', que ficou conhecida no Brasil após o apoio dado por Anitta, teve as atividades suspensas pelo Governo em Angola por falta de regularização da documentação.
A instituição, que oferece atendimento médico e odontológico, além de promover atividades lúdicas e recreativas, foi notificada após uma polêmica envolvendo duas influenciadoras que viajaram para o continente e estava divulgando as ações feitas por lá nas redes sociais.
Por meio de nota, a entidade, que foi criada em Campinas (SP), em 2017, informou que a documentação foi solicitada pelo Governo Provincial do Bengo em julho e que o processo segue em andamento.

O trabalho voluntário realizado no país africano virou motivo de crítica por parte do ex-BBB João Luiz, que falou sobre a forma como as influenciadoras Mari Menezes e Nathalia Valente estavam divulgando fotos e vídeos ao lado de crianças em situação de vulnerabilidade.
"O trabalho voluntário precisa ser feito com contexto político e de maneira crítica, e não como um ato de salvação. Esse é o imaginário colonial. Não há problema algum em doar, é sobre como expor os problemas", afirmou o professor de Geografia.
Nathalia Valente apresenta uma bolacha recheada para uma criança da Angola, na Africa. pic.twitter.com/4t0pObfwPu
— QG do POP (@QGdoPOP) December 12, 2025
As blogueiras rebateram as críticas informando que a divulgação do trabalho feito por lá e a exposição das crianças já tinham rendido bons frutos.
"Essa “exposição” que ele tanto está reclamando conseguiu arrecadar dinheiro para a construção de 26 casas! As crianças dormem no chão de barro, quando chove elas ficam em pé esperando a água secar um pouco, não tem cama, e com certeza deve ter visto um dos vídeos que mostramos as condições de moradia deles", disse Nathalia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.