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trabalhador morto
Joeferson dos Santos Chagas, de 26 anos, se entregou à polícia na tarde desta quinta-feira (19), cerca de seis horas após esfaquear fatalmente um colega de trabalho durante uma discussão em uma obra de pavimentação em Eunápolis, no bairro Juca Rosa.
A vítima, identificada como Uedson Santana da Silva, de 37 anos, foi atingida por um único golpe de faca na região da clavícula esquerda, que perfurou uma artéria, causando uma hemorragia intensa. Uedson, natural de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, trabalhava como coordenador de obra para a empresa Pejota Construções e Terraplanagem.
Segundo as testemunhas, em conversa com o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, os dois homens vinham se desentendendo há alguns dias. A discussão culminou em uma agressão física, quando um dos trabalhadores desferiu um tapa no rosto do outro e o suspeito puxou uma faca e atingiu vítima.
A faca usada pelo assassino contra a vítima | Foto: Divulgação / DPT-BA / Radar News
A vítima ainda tentou correr em direção a um veículo da empresa, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas apenas constataram o óbito.
A empresa responsável pela obra de pavimentação, terceirizada pela Prefeitura de Eunápolis, prestou assistência às equipes de investigação e se colocou à disposição para colaborar com as autoridades. Já a Prefeitura de Eunápolis divulgou uma nota lamentando o ocorrido e se solidarizando com os familiares e amigos de Uedson Santana.
Joeferson foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil e encontra-se à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes do crime.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.